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sexta-feira, 10 de março de 2017

Coreia do Sul, modelo de democracia!

A Coreia do Sul, décadas atrás, apresentava um grau econômico bem inferior ao Brasil, quando o País asiático promoveu uma pacífica revolução no ensino público. Alguns anos depois passou a colher os frutos desse programa adotado pelo governo e acolhido por sua população. Todos sabemos que a Coreia do Sul vive em constante tensão com seu vizinho Coreia do Norte, face o  "estado de guerra" desde a década de 50 (?). Ainda assim obteve um desenvolvimento surpreendente, superando o Brasil em muitas casas de zero. Agora, por ocasião do impeachment de sua presidente (a) Park Geun-hie, dá uma aula sobre respeito às regras de um autêntico Regime Democrático. Lá, como cá, a primeira mulher a governar o País cometeu alguns "malfeitos" - homenagem ao "petismo" - e, após o devido processo legal, foi defenestrada do poder. Ao contrário dos brasileiros, os coreanos do sul saíram às ruas, alguns comemorando outros  protestando, mas não li e nem ouvi ninguém falar em "golpe", tampouco  em "misoginia". Não houve "fatiamento" da decisão do Congresso e a Corte Constitucional, instada a se manifestar, no dia seguinte referendava a decisão política. Dentro de breve espaço temporal, haverá nova eleição para Presidente da República. Comparsas da ex-presidente, envolvidos nos crimes ( lá, não se fala em "erros" ou "malfeitos" ) já estão presos - Park deve encontrar o mesmo destino. Podemos até não tolerar  a ocorrência de duas mortes durante as manifestações, mas  haveremos de sentir uma dose de inveja do País Asiático e sonhar um dia alcançar um nível parecido de Democracia. Simples, não ? Cumprir as regras e responsabilizar quem as desrespeite!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mujica, agora quer unidade!

Após sua eleição, o presidente José Mujica conclama as demais correntes políticas uruguaias a cerrar fileira com seu governo. Logo ele que sempre fez oposição - segundo o princípio, "Hay Govierno? Soy Contra" - como todos os radicais de esquerda. Pelo menos agora, há que ser coerente, seu grupo foi eleito para governar (situação) e aos derrotados cumpre fazer lhe oposição. Nada mais democrático - atendê-lo, além de não atender os interesses do país, reduziria seus oponentes à capitulação!

sábado, 26 de setembro de 2009

G-20, um aglomerado de países

Integrar o G-20 pode ser significativo para o Brasil e empolgar o governo petista. Nesse aspecto, até mesmo a imprensa nos ufana, quando destaca que na condição de país emergente somos equiparados à China e Índia - ambos com mais de um milhão de habitantes. Propositalmente,
deixam de lembrar que também participam do G-20, outros países com nível de desenvolvimento social mais próximo de nós, como é o caso do México e a Argentina - o primeiro, praticamente dominado pelo narcotráfico no quintal dos EUA e o segundo, em decadência, acabou se tornando devedor da Venezuela!

Os paradoxos do governo petista

Os equívocos e contradições praticadas pelo governo petista durante seus sete anos, lamentavelmente vão se acumulando - *já viraram livros* - e mesmo servindo de mote para programas humorísticos, estão a causar sérios danos à imagem do país. Aparentemente a posição adotada por ocasião da invasão das instalações da Petrobrás na Bolívia e agora o abrigo concedido ao ex-presidente Manuel Zelaya, pela nossa Embaixada em Honduras , não deviam guardar parâmetros, mas acabam revelando, mais uma vez, os paradoxos de um governo sem rumo ou direção. Primeiro, diante da afronta do governo boliviano, quando invadiu com tropas do seu exército as instalações da Petrobrás naquele país, para depois desapropriá-las a preço vil, recebeu, não só aplausos do governo petista, como a tolerância pela violação de regras comesinhas de respeito nas relações internacionais - sob a justificativa de que caberia ao Brasil, como nação mais poderosa, compreender e aceitar as medidas adotadas unilateralmente pela Bolívia. Assim foi feito! Agora, diante de uma situação que não envolvia qualquer interesse do Brasil, onde a soberania nacional em nenhum momento foi questionada, o governo petista, injustificadamente - valendo-se apenas da idiossincrasia que o norteia - resolve imiscuir nos assuntos da política interna de uma nação amiga. Trata-se de Honduras, pequeno país da América Central, sem qualquer importância econômica, política ou estratégica, com o qual não mantemos relações tão próximas e nem mesmo guardamos afinidades relevantes - salvo o subdesenvolvimento - que teve há mais de três meses seu presidente Manuel Zelayas, democraticamente eleito, destituído por ato do Poder Judiciário e do Legislativo - assumiu o governo o presidente da Câmara dos Deputados. O repúdio formal ao golpe, levando em conta os princípios adotados pela OEA, pode até ser justificado - embora já se soubesse que Zelayas estava em vias de afrontar a Constituição do seu país. Até prestar solidariedade ao presidente destituído, recebendo-o cordialmente em visita e ouvindo seus lamentos, ainda faziam parte desse protocolo. Mas, abrir os portões da Embaixada Brasileira, na capital Tegucigapal, permitindo que Manuel Zelays, com mais de uma centena de asseclas de todas as espécies, que ingressara clandestinamente no seu país, nela adentrasse e fizesse uso de suas instalações como seu comitê político, com nítido propósito de interferir e inviabilizar o processo político eleitoral em andamento, beira à irresponsabilidade - além de violar a nossa constituição que veda qualquer ingerência, face adoção do princípio da não-intervenção e respeito a autodeterminação dos povos. Essa intervenção indevida beira a ingenuidade - isso para não dizer "burrice" - visto que o presidente deposto há mais três meses viajava livremente pelos países vizinhos, enquanto a sociedade hondurenha vivia em harmonia e participava intensamente da campanha eleitoral, com eleição prevista para o mês de novembro, quando será eleito seu novo presidente. Por isso, não há como negar a responsabilidade do governo petista - e, portanto, do Brasil - pela onda de violência que toma conta da capital hondurenha, com propósito mesquinho de inviabilizar o processo eleitoral em curso - quiçá até mesmo envolver aquela sociedade em injustificada guerra civil!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Tegucigalpa, uma cidade arrazada

Por questões de economia interna, o presidente hondurenho Manuel Zelaya foi destituído pelos poderes Legislativo e Judiciário. Cumprindo ordem judicial, coube ao Comando do Exército prendê-lo e expulsá-lo do país - teria sido entre ao governo da Costa Rica. Passou a conviver com a situação de exilado na Costa Rica (?) e mesmo assim Zelaya passou a realizar um périplo pelos países cujos governos eram sensíveis ao seu drama. Sua disposição de retomar o governo hondurenho levou a OEA e países que a compõe a pressionar o governo interino. Com o país vivendo em normalidade - pelos menos não se tinha notícia de resistência à destituição de Zelaya - seus atuais dirigentes deram curso a agenda política, deflagrando a campanha política e prometendo realização de eleição presidencial para novembro do corrente ano. Foi dentro desse quadro, que o presidente deposto, contando com a colaboração de governos solidários, incluindo o brasileiro, retornou clandestinamente ao território hondurenho, onde - numa situação sui generis - recebeu abrigo na Embaixada Brasileira. Insólita a sua situação - não consta que estivesse sofrendo qualquer tipo de ameaça, salvo de prestar conta à Justiça do seu país - permanece acompanhado de cinco dezenas de asseclas naquela extensão do território brasileiro. Enquanto isso, o país tornou-se palco de manifestações populares de toda ordem e sua capital Tegucigalpa deflagrada - por ora, ninguém assumiu responsabilidade pela
desestabilização social de Honduras!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Cereja, já não enfeita mais o bolo

Talvez essa viagem à China traga mais racionalidade para o governo petista. As extravagantes viagens, por constantes e muitas vezes repetitivas, acabam se tornando enfadonhas e irrelevantes - não para a estrela e seu séquito. Ao lado da sua reconhecida intuição - seja qual for significado - as limitações do nosso presidente é sobejamente reconhecida, talvez por isso haja necessidade de estar sempre cercado de assessores competentes - é o caso do José Dirceu e o presidente do Banco Central - que muitas vezes se adiantam na elaboração e encaminhamento das tratativas que o petista eventualmente manterá com seu interlocutor - isso, para não ficar restrito ao "esse é o cara". Desta vez, não só a ausência dos Ministros da Fazenda e do Banco Central, contribuíram para esvaziamento da sua visita à China, mas também a falta de uma conversa preparatória prévia reivindicada pelo Itamaraty - o presidente Hu Jintao não recebeu previamente o Ministro Amorim - certamente a inexistência dessa ponte dificultou o encaminhamento dos propagados acordos políticos e comerciais. Talvez por ser ainda inexpressiva, a importância do Brasil no cenário internacional. Por outro lado, podemos concluir que a "cereja" já não é mais suficiente para enfeitar e tornar o bolo apetitivo - indispensáveis os condimentos, que lhe dão conteúdo e sabor. Certamente, por repetitiva, a performance da "figura exótica", acabou se tornando desinteressante para os circunstantes.

domingo, 5 de abril de 2009

Raoni tirou proveito, enquanto Lula...

A colunista Dora Kramer tem razão, Barack Obama usou o charme do presidente Luiz Inácio para se apresentar - assim como o "escada" no humorismo. Antes de Dora, meu irmão Aureliano, já havia sugerido que o cantor Sting tentou empregar o mesmo método utilizando-se da imagem do cacique Raoni - apenas não contava com a sagacidade do lider Caiapó para inverter os papéis. Ambos têm em comum a figura exótica, um tanto incomum nos países civilizados, que ostentam. Ao corar com a provocação, o presidente petista revelou ingenuidade constrangedora!

domingo, 24 de agosto de 2008

Sem possibilidade de liberdade, atletas cubanos não brilharam

Desta feita a delegação cubana não brilhou - particularmente no boxe, sem nenhum ouro. O rigor do controle estatal chinês, frustrando qualquer possibilidade de deserção, deve ter contribuído para o desempenho pífio - também mostra que o exemplo dos boxedores devolvidos pelo Brasil não foi esquecido. Em contrapartida, o governo cubano deve estar comemorando a ausência de deserção na sua delegação - por certo, seus dirigentes a tomarão como demonstração de apreço ao regime vigente naquele país. Enquanto isso, o Comitê Olímpico Brasileiro comemora a supremacia sobre Cuba - depois de 4 ou 5 Olimpíadas superamos a Ilha em número de medalhas conquistadas, ainda que se igualem as 15 obtidas nos Jogos de Atlanta, em 1996.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Lugo copia governo petista e tem a sua Dilma

Assim como seu parceiro brasileiro, que usa e abusa das medidas provisórias, o presidente Lugo, nem bem tomou posse e já baixou 100 decretos nas mais diferentes áreas. Não deixou por menos, também criou novos ministérios. Até inventou a sua "Dilma" - na pessoa de Margarita, ex-escrava de origem indígena - para o recém criado Ministério de Assuntos Indígenas. A expectativa é que o Bispo não tenha filho!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

China aboliu a figura do irmão

Com a proximidade dos Jogos de Pequim, a imprensa vem destacando peculiaridades da sociedade chinesa - até então esporadicamente comentadas. A última que me chamou a atenção diz respeito ao controle da natalidade - responsável, nos últimos 30 anos, pelo não nascimento de cerca de 400 milhões de chineses - mediante a limitação de apenas um filho por casal. Mereceu destaque a preferência dos casais pelo filho do sexo masculino. Com isso, além de inibir o crescimento demográfico da sua população, parece que o Governo Chinês aboliu a figura do irmão nas relações familiares. A par de eventuais benefícios para a humanidade, certamente o cidadão chinês se tornou mais individualista e menos solidário, não deixa de ser lamentável!

domingo, 2 de março de 2008

Uma troca humanitária

Justificada a preocupação dos familiares da senadora Ingrid Betancourt, refém das Farc, diante da morte do lider revolucionário "Raúl Reyes". O governo Colombiano anuncia o cadáver do guerrilheiro chegará à Bogotá sob forte esquema de segurança. Indago! Não seria o caso de propor a troca do cadáver de "Raúl Reyes" pela liberdade de Ingrid Betancourt. Sabe-se de antemão que a permanência da senadora em poder do movimento revolucionário é inestimável, tanto sob os aspecto político - mantém as Farc em evidência - como econômico, pois o valor de troca da então candidata à presidência da república, é significativo. Com isso, as Farc ou familiares do combatente morto, poderiam confirmar a veracidade da morte "Reyes" e sob quais condições ocorreu, enquanto a vida da sequestrada seria preservada, com méritos para os dois lados da contenda - além do caráter humanitário da negociação.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

O olhar e fala de Cristina Kirchner

Posso estar enganado, mas o olhar e a fala da presidenta Cristina Kirchner não guardam comisseração, tampouco gratidão à figura do seu marido Nestor Kirchner. Observando o flagrante fotográfico da passagem do bastão (?) presidencial (revista Veja) encontramos o ex-presidente enfórico, braços abertos e mãos espalmadas, na expectativa de receber um abraço ou gesto de gratidão e partilhamento daquele momento, mas deparamos com a presidenta recém eleita insensível, entronizada na faixa presidencial. O seu olhar distante - demonstra alheamento do presente - como se divisasse apenas o futuro e sua fala, mesmo não mencionando rompimento com o passado, reforça sua disposição de dar outra dinâmica para o seu governo. Repito, salvo engano, seu marido Nestor não ocupará espaço significativo, quiçá terá a mesma desenvoltura que sua mulher Cristina manteve no governo anterior. Definitivamente, não será a eminência parda, como foi o ministro Lopez Rega, "El Brujo", na presidência de Isabelita Peron - personagem comum em situações como essa, que a Argentina volta a viver - ao ex-presidente caberá, quando muito, o figurino do Príncipe Consorte.

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Saiu hoje do Jornal do Brasil - economia com destaque

As empresas petrolíferas - norteamericana, francesa, brasileira e espanhola - instaladas na Bolívia e que acabaram aceitando as regras impostas pelo governo de Evo Morales, apenas optaram pela preservação das suas instalações. Não resta dúvida que se humilharam ao concordar com a simples condição de prestadoras de serviço e recebendo apenas 18% do resultado de sua produção. Tudo indica, que assim e conduziram, não por adesão ao projeto do presidente boliviano, de cunho nacionalista e afrontando regras contratuais e do direito internacional, muito menos por solidariedade àquela população sofrida. Apenas acreditam que a curto ou médio prazo, o quadro político boliviano sofrerá alterações e poderão então retomar suas atividades plenas. Com isso, evitam perder investimentos expressivos - no caso da Petrobrás giram em torno de 3 bilhões de dólares - passar por algozes de um país pobre e de povo sofrido, além de evitar delongas intermináveis em tribunal e arbitragem internacional. O Brasil ainda tem o problema do gás, fornecido pela Bolívia e que abastece as indústrias do sul e sudeste - onde o país existe. Apostam no desgaste de uma política de viés nacionalista e com forte influência do "chavismo venezuelano", já com forte dissidência interna - região de Santa Cruz de La Sierra. É esperar para ver ...

Apostam na queda de Morales

As empresas petrolíferas - norteamericana, francesa, brasileira e espanhola - instaladas na Bolívia e que acabaram aceitando as regras impostas pelo governo de Evo Morales, apenas optaram pela preservação das suas instalações. Não resta dúvida que se humilharam ao concordar com a simples condição de prestadoras de serviço e recebendo apenas 18% do resultado de sua produção. Tudo indica, que assim e conduziram, não por adesão ao projeto do presidente boliviano, de cunho nacionalista e afrontando regras contratuais e do direito internacional, muito menos por solidariedade àquela população sofrida. Apenas acreditam que a curto ou médio prazo, o quadro político boliviano sofrerá alterações e poderão então retomar suas atividades plenas. Com isso, evitam perder investimentos expressivos - no caso da Petrobrás giram em torno de 3 bilhões de dólares - passar por algozes de um país pobre e de povo sofrido, além de evitar delongas intermináveis em tribunal e arbitragem internacional. O Brasil ainda tem o problema do gás, fornecido pela Bolívia e que abastece as indústrias do sul e sudeste - onde o país existe. Apostam no desgaste de uma política de viés nacionalista e com forte influência do "chavismo venezuelano", já com forte dissidência interna - região de Santa Cruz de La Sierra. É esperar para ver . . .

sábado, 21 de outubro de 2006

China fecha nossas fábricas - desemprego anunciado

O governo petista jactancia-se da relação diplomática e, principalmente, do volume de comércio que mantém com a China. Lamentavelmente, o presidente / candidato acabou reconhecendo o mercado chinês - sem as restrições que o OMC impõe. A importância dessa relação comercial, há que ser medida levando em consideração algumas condições vividas pelos chineses. Por exemplo, a falta de legislação trabalhista, exploração de mão de obra abundante e com baixa remuneração, manipulação do câmbio impondo valor irreal à moeda chinesa. Por outro lado, fica difícil desprezarmos o comércio com um país, cuja população é superior a um bilhão de habitantes - sua capacidade de consumo é praticamente ilimitada. Então, como coadunar os interesses da indústria brasileira, diante da a ânsia chinesa de invadir o mundo com produtos - de baixo custo, qualidade questionável e produzidos em condições degradantes. É sempre bom lembrar que essa situação já causou sérios prejuízos - certamente, irreversíveis - para a indústria calçadista nacional e setor têxtil, grandes empregadores, inviabilizando suas atividades. Talvez a Argentina - vide mercosul - possa nos ensinar a agir nessa situação. Agora vem a notícia - o Jornal Valor publicou - dando conta que a Suggar, fabricante de fogões, coifas e exaustores, acaba de importar 70 contêineres de eletrodomésticos portáteis. Resta então indagar:- O setor metalúrgico será a próxima vítima dos chineses ? Como ficarão os empregos brasileiros ? Vale a pena exportar produtos primários - minério e soja, para importar manufaturados - tecido, calçado e agora eletrodoméstico ? Por tudo isso, recomendo - reflita bem antes de votar !

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