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sábado, 24 de fevereiro de 2007

Presidente os trata como "picaretas"

O Presidente da República, quando deixou a Câmara dos Deputados, denunciou a existência de 300 "picaretas" naquela casa. Pelo jeito que conduz a reforma ministerial parece continuar com a mesma opinião. Quem viveu no interior distingue de imediato a figura do "picareta" - é o integrante daquele grupo, geralmente ocioso e/ou sem disposição para o trabalho - que costuma se postar em pontos estratégicos da cidade, sempre disposto a oferecer um bom negócio. Quanto maior a disponibilidade do potencial comprador, maior e a sua insistência por alguma intermediação lucrativa. A educação e a boa convivência, muitas vezes nos impedem de rechaçá-lo convenientemente.Então ficamos apenas descartando suas investidas, na tentativa de dissuadí-lo - aliás, como parece que vem fazendo o Presidente com os partidos que integram a base do seu governo no congresso nacional.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Chinaglia, equivocou-se quanto a origem da sua candidatura

Em seu discurso o deputado Arlindo Chinaglia, eleito presidente da Câmara dos Deputados, aventou que sua candidatura teve origem no parlamento. Evidente que assim agiu com o propósito e disposição de influenciar os novos parlamentares. Sem sofisma, a origem das três candidaturas colocadas para escolha dos senhores deputados foi de uma evidência meridiana. Incentivado pelo Presidente da República, Aldo Rebele ousou tentar a reeleição. Assim, ficou claro que sua candidatura nasceu no Palácio do Planalto. Por outro lado, é sabido que a candidatura do petista Arlindo Chinaglia foi iniciativa da cabeça mais coroada do petismo - e veio a seu serviço - portanto, surgiu no seio do Partido dos Trabalhadores. Ambas tiveram em comum o caráter e constituição situacionista. Apenas a candidatura do paranaense Gustavo Fruet teve sua origem no parlamento. Nasceu da disposição dos deputados Gabeira, Jugmann, Chico Alencar e outros e como proposta ampliar a discussão - que até então se resumia em atender o baixo clero na questão salarial - e levar a disputa para o segundo turno. Com pequena margem de votos - certamente beneficiado por votos do PSDB - Chinaglia foi eleito, mas a vitória foi do grupo liderado por Gustavo Fruet. Agora fica a expectitava:- o PT vai apoiar os candidatos tucanos nas assembléias legislativas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais? Já disseram que compromisso político é realizado para não ser honrado - vamos aguardar !
(publicado no Jornal de Piracicaba em 05/02/2007)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Chinaglia dissimula para fugir do debate

A postura do deputado Chinaglia apenas dissimula com vista a evitar o debate com seus concorrentes Rebelo e Fruet. Sua proposta de realizar o debate individual com seus oponentes não se justifica - tenta criar uma situação hipotética de favoritismo da sua candidatura. Se algum candidato pudesse alegar desvantagem no debate a três, sem dúvida alguma, seria Fruet - por ser a única candidatura de caráter oposiocionista e com propostas claras de mudanças na condução da Câmara dos Deputados. As candidaturas de Rebelo e Chinaglia são oriundas da base do governo e servem ao desígnios da administração petista. Isso para dizer o mínimo ! Nessas condições de houver o debate entre os três - muito bem ! Não havendo acordo, qualquer um dos candidatos situcionista que se disponha a debater com Fruet estará o governo bem representado. São farinhas do mesmo saco - não há diferença entre eles. O comportamento Rebelo já deu mostra da disposição de continuar servindo de bom samaritano - atender os pleitos do baixo clero, relacionado com a equiparação salarial com os ministros do STF e favorecer ao governo nos encaminhamentos que lhe interessam e engavertar as medidas incovenientes. Chinaglia é fiel à suas origens petistas. Enfim, ambos - se eleitos - irão submter a Câmara dos Deputados aos interesses do Poder Executivo. Alguém duvida !

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Chinaglia fica devendo a remissão de José Dirceu

A eleição do deputado Arlindo Chinaglia para presidente da Câmara dos Deputados, além de significar a supremacia do Partido dos Trabalhadores, apesar dos meios ilegais que costuma praticar, diante dos demais partidos - ainda servirá como instrumento para remissão do ex-deputado José Dirceu. Aliás, Dirceu desde a sua cassação, vem anunciando que aguardaria o momento oportuno para obter a sua reabilitação pelos membros da mesma casa que o puniu. Adiantava que não haveria perdão ou situação parecida, apenas a justiça seria restabelecida - já que, segundo ele, não ferira o decoro do parlamento. Com um velho parceiro na presidência da câmara - oportuno dizer, cuja candidatura viabilizou, mesmo contrariando o presidente de honra do PT - não haverá momento melhor para obter a remissão dos seus atos. Mesmo que isso não signifique perdão pelos atos praticados. Cassado e com os direitos políticos suspensos -atuando, quase na ilegalidade - José Dirceu elege o Presidente da Câmara, imagine o que poderá articular atuando com a desenvoltura permitida pela legalidade. Lembrem-se ex-guerrilheiro "Carlos Henrique", pai do Zeca, foi capaz de realizar coisas inacreditáveis - outras tantas poderá fazer, ainda mais contando agora com uma companheira de armas na Casa Civil e sendo credor do Presidente da Câmara dos Deputados.
(Publicado no Jornal de Piracicaba em 25/01/2007)

domingo, 15 de outubro de 2006

MARIONETES OU PARLAMENTARES

A figura da marionete todos nós conhecemos. Foi consagrada e tornou-se popular a partir do teatro infantil, onde - protegido por cortinas e sob o efeito de luzes - o verdadeiro artista / manipulador utilizando-se de cordonéis movimenta os seus bonecos, com muita habilidade, segundo seu script para realizar a encenação do quadro ou dança no rítmo desejado.

Para quem não conhecia, está aí descrito o perfil da grande maioria dos parlamentares brasileiros - ou melhor, das marionetes - que supõem nos representar compondo os poderes legislativos e executivos da república. No âmbito municipal, vamos encontrá-los nas câmaras de vereadores; nos estados, existem as pencas nas assembléias legislativas: e, no congresso nacional, em suas casas legislativas - os mais sérios e sizudos no senado, enquanto os deslumbrados, epivitados e, digamos, mais afoitos se aglomeram na câmara dos deputados. Em todos os níveis, sem exceção, encontraremos os manipuláveis - as marionetes - atados aos mais diferentes tipos de cordéis que os conduzem e orientam seus votos.

Sendo fruto da fantasia - evidente, que do seu criador e interessado no resultado da sua performance - o fantoche não dispõe de vida própria, muito menos pensam ou agem por sponte sua - tal qual o boneco - torna-se pela vida afora dependente afetivo e intelectual do cordelista, que o transveste segundo suas conveniências e oportunidades.

A origem dessa subserviência - além do desvio de caráter e disposição para o ilícito na busca de algum tipo benesse - pode ser encontrada no âmbito da submissão familiar; partidária; intelectual e social. Certa feita, o milionário Nelson Rockefeller em reunião famíliar anunciou sua disposição de candidatar-se ao governo do Estado de Nova York (ou seria prefeito?). Sua mãe, com a autoridade da matriarca, levantou-se e o questionou:- ?Filho ! Essa não era atribuição sempre dada a algum dos nossos empregados... ??

Certamente, o aristocrata decepcionado com a atuação de algum preposto - que tomado de vontade própria, soltara-se dos cordéis - resolvera conduzir pessoalmente as diretrizes do governo do seu estado, segundo suas regras e interesses.

Assim, a partir de um determinado momento, a iniciação e sucessão política passou a tomar como critério, a escolha pelos laços de sangue ou afinidade pessoal ou familiar - tal qual ocorria nas dinastias e sucessões imperiais - como forma de preservar os seus feudos políticos e áreas de influências.

A par disso, os empregados, prepostos e agregados - os ?bem-mandados? - através de associações de classe, sindicatos ou representando algum segmento social, tornaram-se personagens ativos e, até certo ponto, independentes para atuar sem o pejo da manipulação. Ainda assim, muitos ficaram reféns de idiossincrasias fruto da sua origem. Seu padrão de conduta mantém-se de alguma forma restrito ao figurino - ainda como marionetes - que lhe fora imposto.

Já os bem-nascidos, por não terem amassado barro, comido poeira e/ou enfrentado dificuldades maiores, acabam encontrando o prato pronto e passam a agir , simplesmente respondendo ao modelo oferecido pelo patrono - em geral, um ascendente expressivo - como se lhes faltasse disposição para o novo ou coragem para ousar com idéias que lhes fossem próprias - caso as tivessem.

Em muitos casos, o interesse individual - ganância e busca desmedida do poder - acaba orientando a atuação do político e movimenta suas ações exclusivamente no sentido da realização pessoal, desprezando qualquer sentido coletivo decorrentes de eventuais compromissos pretéritos.

Poucos são aqueles - podemos contá-los nos dedos - que se mantêm fieis às suas origens e preservam seus vínculos com as causas que abraçaram, mantendo postura honrada e digna, ainda que tentado pelo meio e circunstância que cercam o parlamento brasileiro. Alguns acabam sucumbindo e outros dispersam pela incompreensão dos seus eleitores.

Com isso, a atividade política nacional e a atuação individual dos parlamentares, governantes e administradores em geral, vão se realizando nesse imenso teatro, chamado Brasil - num faz-de-conta constante - que nos conduz a um ponto indefinido do futuro !

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Promotores acusam:- PF vazou diligência no Senado!

Dias atrás comentei que a Polícia Federal - em diversos momentos da recente vida nacional - havia descartado o (s) coringa (s) por não ter realizado, tempestivamente, investigações sobre fatos típicos criminosos envolvendo altos próceres do governo federal e, particularmente, do petismo. E quando o fez conduziu as investigações - vide casos Waldomiro Diz e Maurício Marinho - de tal forma negligente que tornou inviável qualquer apuração mais séria. Agora, coube ao ministério público federal denunciar, através da imprensa nacional, que a Polícia Federal vazou informações sobre busca ordenada pela justiça nas dependências do congresso nacional. Coube a um dos suspeitos da conduta ilícita acompanhar a diligência, depois de adredemente preparar os computadores e arquivos, para torná-la infrutífera. Desta vez, a Polícia Federal não se limitou a descartar o coringa, antes disso, passou a carta para o adversário - no caso o investigado - para que ele "levasse a melhor". Seria o caso:- presidente da república e ministro da justiça - virem, mais uma vez a público, para louvarem o esmero e profissionalismo da Polícia Federal!

quarta-feira, 15 de março de 2006

Silêncio de "Duda" exige resposta do Congresso !

O Congresso deve adotar medida drástica frente ao silêncio de Duda Mendonça. O silêncio do publicitário é que fornecerá os meios para o parlamento brasileiro posicionar-se diante da afronta sofrida. Considerando que "Duda" quedou-se silente ao ser indagado sobre diversas questões, inclusive de suas relações com o Governo Federal e, particularmente, do contrato que sua empresa mantém com a Petrobrás. E, levando-se em conta que o silêncio sempre interessa àquele que cala ou a seus asseclas, sugiro aos senhores congressistas que promovam - com respaldo na suposição que os contratos que Duda, ainda mantém com órgãos federais exigem seu silêncio, por evidenciarem segredos escusos - a criação de nova comissão parlamentar de inquérito - CPI - exclusiva para apurar e esclarecer os fatos por ele omitidos. Com isso poderão devassar a vida pessoal e financeira do indigitado adepto da "briga de galo" com personalidade voltada para ações que afrontam valores e discernimento preservados pelo homem médio brasileiro.

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