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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Presidente da Vale mostra desinteresse pela MMX

No mínimo intrigante a manifestação do presidente da  Vale ao afirmar desinteresse pela MMX. Mesmo porque as instalações, equipamentos, jazidas e exploração relacionadas com a empresa controlada pelo famigerado grupo "X" compõe o portifólio da maior mineradora brasileira. Neste momento em que a MMX passa por dificuldades financeiras, decorrentes particularmente pela gestão temerária do seu controlador, revela menosprezo ou disposição de adquiri-la mais adiante, quando estiver em mãos de outros controladores - preferencialmente de estrangeiro - quando então a "negociata" pode ser estabelecida. Mais ou menos como aconteceu com a Refinaria comprada pela Petrobrás, na gestão do "petista" Gabrielli, em Passadina, na Califórnia - EUA.

sábado, 3 de abril de 2010

Meirelles volta menor!

Entre suas idas e vindas, o ministro Meirelles ao ver invibializadas suas pretensões políticas, praticamente voltou para o Banco Central. Desta vez reconhecidamente "menor", já que não poderá mais contar com os seus escudeiros - profissionais, reconhecidamente capacitados, escolhidos a dedo no mercado de capital. Agora deverá submeter-se ou não ao pessoal da casa - funcionários do BC que passarão a compor (não só com maioria, mas também com o viés desenvolvimentista imposto pelo Ministério da Fazenda) o Copom. Resta aguardar como sairá Meirelles na condução da política monetária daqui para frente - não custa lembrar que o presidente petista não costuma dar respaldo para perdedores ( vide o Sérgio Cabral! ).

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Vale sob o jugo do governo

A autonomia demonstrada pela direção da Vale quando instada pelo presidente petista a investir em siderurgia - negou-se a invadir atividade de seus clientes. A par disso, a Vale também não quis se engajar na aventura que o governo propunha e - manter pleno emprego durante a crise econômica mundial. Novamente com profissionalismo, sua direção preferiu atender os interesses de seus acionista, já que perdia parcela significativa de suas exportações de minério. Logo depois, o governo petista, numa atitude revanchista, investia contra a figura do presidente da empresa tentando destitui-lo - não só através dos fundos de pensão, acionistas da Vale, como do grupo Eike Batista que se oferecia, com aval do BNDES, para adquirir ações sob custódia do Bradesco PAR. Galhardamente, o banco resistiu à propostas mirabolantes e manteve - não só as ações da Vale, como também preservou a figura do seu presidente. Agora, quando a Vale tenta diversificar suas atividades - sem perder o foco da mineração - busca adquirir o controle da Cimenteira Cimpol, de capital português, depara com a intervenção da "mão de gato" do governo petista, intervindo para conduzir o negócio em favor da Camargo Corrêa. Ainda que isso custe a concentração da produção de cimento e inviabilize a expansão dos negócios de uma empresa genuinamente nacional, saudável e bem administrada - ainda que privatizada!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Meirelles é antidoto contra petismo

Quando leio que o Henrique Meirelles pode permanecer à frente do Banco Central até dezembro de 2010, suponho que a preocupação primeira do governo é prevenir-se contra a do petismo desenfreado - o mesmo que aloprado ! Depois vem o interesse público e a alegada continuidade da política monetária - a fiscal continua perigando sob as idas e vindas do ministro Mantega.

domingo, 17 de maio de 2009

Poupança, alguém pagará pelo almoço

Por mais que o governo petista queira nos ludibriar, evidente que as alterações na Caderneta de Poupança trarão prejuízos. A perda de credibilidade do sistema e a queda do volume depositado serão inevitáveis - não só pela exploração política. Os poupadores alcançados pelas medidas, mesmo privados da segurança e suposta garantia da caderneta de poupança, certamente encontrão outros modelos de aplicação até mais rentáveis - mesmo com algum risco. Supondo a perda de 40 % dos depósitos na Caderneta de Poupança, haverá prejuízo para as atividades da Caixa Econômica na área do financiamento imobiliário - além de mais escasso, os recursos destinados ao financiamento de imóveis ficará mais caro, onerando o financiado. e comprometendo o resultado da empresa. Sem embargos de outras medidas, esta foi a maneira do petismo gerir a crescente dívida interna, cuja rolagem exigirá aproximadamente 330 bilhões de reais - ainda assim o governo federal continuará gastando desbragadamente, sem controle fiscal.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Veloso! E a rolagem dos títulos públicos?

Como sempre objetivo e contundente. Mais uma vez o consultor econômico Raul Veloso, especialista em finanças públicas, em seu artigo: "Os gatos públicos não deveriam crescer? (OESP/31/1), mais uma vez dá conta dos equívocos do governo petista e fornece sugestão para o país alcançar um porto seguro. No entanto, talvez levado por razões outras, ao tecer considerações sobre a evolução da taxa Selic, não levou em conta a necessidade do Governo Federal renegociar, durante o presente exercício, cerca 300 bilhões de reais em títulos públicos. Certamente a racionalidade do mercado exigirá juros compensatórios, sob pena de buscarem abrigo na segurança do dólar - com a inevitável desvalorização do real. Aguardemos o desenrolar da crise!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Nova América está sendo vendida para o Grupo Cosan

Proposital ou não, a imprensa local e regional têm ignorado o efeito da atual crise econômica no principal grupo empresarial da região. Certamente pela primeira vez desde sua criança, o Grupo Nova América está em vias de sofrer profunda alteração no seu controle acionário - a imprensa noticias que outro grupo sucoalcooleiro, a Cosan, com sede em Piracicaba, estaria adquirindo o principal segmento do grupo Nova América, a cultura da cana-de-açúcar, produção e comercialização, inclusive como exportadora, de açúcar e álcool. Por certo essa transferência acionária trará efeitos para as cidades de região de Assis, não só no aspecto econômico, particularmente do emprego, como também cultural, esportivo e educacional, por ser conhecida a preocupação da Nova América na área social. Basta lembrar que essa intervenção conduziu o então Distrito de Tarumã, à sua emancipação - tornando-se então o município sede do Grupo Nova América. Mas, nem por isso, a Família Rezende Barbosa perderá sua condição quase nobiliarca, já que detém outros empreendimentos de vulto - basta lembrar antiga Fazenda Campanário, no Mato Grosso do Sul, com seus 18 mil alqueires (iniciais), cujo projeto previa a formação de1.000 alqueires por ano e, também, a extensa plantão de frutas nas margens da Rodovia Castelo Branco. Ainda assim, a região amargará o dissabor de assistir a desagregação econômica do poderoso grupo empresarial - com a conseqüente perda de sua influência política nos municípios que a compõem, seus candidatos a prefeito de Tarumá sempre foram imbatíveis.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Credit Suisse e os outros?

Se verdadeiro e correto o resultado das investigações da PF sobre o comportamento da direção do Credit Suisse no Brasil, sugerindo a prática de operações bancárias à margem do BC e Receita Federal. Por outro lado, a megafraude, envolvendo o americano Bernard Madoff, se expande como rastilho de pólvora por todo sistema bancário e fundos de investimento mundial. Certamente, a área financeira brasileira, por suas peculiaridades , também estará implicada nesse imbróglio. Talvez baste o prolongamento dessas investigações que a PF e Receita Federal haverão de alcançar uma safra de instituições bancárias comprometidas - algumas já foram até mencionadas pelos órgãos de imprensa - já que modus operandi sempre se traduziu no "transporte clandestino de dólares", até mesmo na cueca.

Meirelles na berlinda

Diante da afirmação do presidente petista sobre redução dos juros a partir do início do ano, a posição do ministro Meirelles ficou, no mínimo, incômoda. Supúnhamos que a presidência do Banco Central gozava, na prática, da autonomia negada oficialmente - e não foram poucas as ocasiões em que essa situação ficou evidente - para desconforto do ministro da fazenda. A partir de janeiro de 2009, a segurança, altivez e independência do ministro Meirelles na condução da política monetária do Banco Central deve ser reduzida a duas hipóteses - a primeira, capitula à vontade do voluntarismo-popular do presidente e se submete convenientemente rebaixando os juros, independentemente do agravamento da crise mundial, a segunda, simplesmente dá por cumprida sua missão e pede exoneração, sob pretexto de dar continuidade à sua carreira política solo, desprezando a possibilidade de ainda figurar como candidato do petismo governamental. Aguardemos !

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Outros cem, acabam as reservas

Na semana passada o Banco Central anunciou que colocaria a disposição do mercado bancário até 100 milhões de dólares das reservas, para fazer frente a escassez de crédito. Agora, leio que o BC promete ampliar o crédito dos bancos em dificuldades. Como se pode perceber as reservas decantadas pelo petismo podem virar pó - antes mesmo de terminar o famigerado governo / sindicalista. Se com as reservas o futuro governo encontraria dificuldades para administrar as mazelas deixadas pelo atual governo - imaginem enfrentar o aumento das despesas sem poder contar com dinheiro em caixa. E não me venham mencionar o propagado fundo soberano - é outra falácia do petismo!

Bancos compram carteiras e vendedores são anônimos

Os bancos estatais, como o BB e a CEF, e os maiores bancos particulares, como o Bradesco, Unibanco e Itaú, "incentivados" pelo Banco Central anunciam compras de carteiras de créditos. O alvo são os bancos menores e a principal mercadoria são as carteiras dos créditos consignados - alguma coisa do crédito para compra de automóveis e imobiliário. Apenas omitem quais são os bancos que vendem essas mercadorias. Certamente essas casas bancárias passam por sérias dificuldades e buscam salvar os dedos, enquanto os anéis, que podem ser traduzidos no depósito de seus clientes - bem! esses que se danem!

sábado, 12 de julho de 2008

Copom é o único refúgio do Governo

A ênfase do ministro Meirelles, assumindo como autoridade monetária, apenas revela voluntarismo no restabelecimento da inflação a níveis satisfatórios. A postura do chefe do Banco Central - outrora suficiente para credibilidade do governo petista - já não é suficiente para garantir a seriedade de um governo voltado para o "populismo desbragado". Enquanto o ministro Meirelles se coloca na posição de Dom Quixote, admitindo que a situação é séria e exige medidas amargas, seus colegas da área econômica, como se estivem alheios ao problema, proclamam que a inflação está sob controle e descartam qualquer tipo de desaquecimento da economia do país. Como se tratam de petistas contumazes, fica a dúvida:- o Banco Central sozinho é capaz de controlar a inflação ou prevalecerá o jeito petista de governar? O Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Campinas e Piracicaba, já sofreram as consequências desse mal - quiçá não aflija o país!

sábado, 21 de junho de 2008

Governo se esquiva, mas pode coibir a inflação

Evidente que o tabelamento de preços e outras medidas de controle na indústria e no comércio, não serão eficientes para o combate a inflação - já assistimos esse filme antes e o governo não precisa lembrar. Também soa como falácia conclamar os empresários e consumidores a adotarem comportamento que não promovam aumento de preço - como aumentar a oferta e diminuir o consumo. O governo, por sua vez, se restringe a permitir o aumento dos juros primários - medida que o Banco Central adota, como se fosse a revelia da sua efetiva política econômica, de caráter desenvolvimentista. Enquanto isso o viés populista se mantém incólume reajustando irresponsavelmente os salários dos funcionários públicos (civis e militares), se propondo a aumentar o bolsa-família e outras concessões eminentemente assistencialistas, além de promover obras do PAC sem qualquer critério ou responsabilidade - basta observar a mega operação que a PF e Receita Federal desenvolvem no momento. Por certo, um governo responsável, adotaria outras medidas efetivas para o combate à inflação, como por exemplo realizar o corte de gastos e despesas correntes, inibir o crédito - basta evitar que o prazo financiamento alcancem 60, 70 e até noventa meses de prazo, nas compras de veículos e bens duráveis - e os empréstimos consignados, verdadeiro ardil para o aposentando incauto. Com isso, governo, empresários e população estarão firmando um pacto de responsabilidade - medida já adotada em outros momentos mais difíceis da vida nacional - este sim, voltado para o bem estar social!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Antes o "fundo perdido", agora o PAC

Os investimentos a "fundo perdido" foram muito comuns nos governos do Maluf, Quércia e Fleury. A prática consistia em investimentos promovidos pelo Governo do Estado de São Paulo, através do Banespa, então seu agente econômico, sem maior cuidado, tampouco critério, em geral favorecendo prefeituras e empresas privadas, supostamente para viabilizar projetos de interesse público. Evidente que não existia preocupação com a realização do projeto e muito menos com o retorno do capital empregado. Verdadeiro negócio de compadre, onde o dinheiro público era distribuido a "fundo perdido" - sem necessidade ou preocupação com sua restituição aos cofres do agente econômico. A situação se repete, agora pelo Governo Federal, através do PAC e tendo a Caixa Econômica Federal como seu agente, repassa dinheiro público para projetos em todo território nacional, favorecendo prefeituras, estados e empresas privadas. Aos funcionários, correntistas e poupadores apenas cabe torcer para que a Caixa Econômica Federal não tenha o mesmo destino que o Banespa - servindo como mero instrumento eleitoral!

domingo, 30 de março de 2008

A Luma também . . .

Em entrevista ao OESP/30/03, o empresário Eike Batista, sem qualquer modestia, fala do seu prazer em superar-se. O curioso é que sua ex-mulher Luma de Oliveira também demonstra a mesma disposição. Antes ou logo após a separação do casal, Luma superou o episódio adotando um remédio com nome de bombeiro - ou seria o contrário?

quinta-feira, 27 de março de 2008

Delfim, apresenta como falso oráculo

Curioso é que esse economista já foi Ministro da Fazenda, da Agricultura e do Planejamento, em governos passados, sendo seu mais marcante atribuir ao preço do insosso chuchu o aumento dos índices de inflação. Depois tornou-se parlamentar, sempre defendendo os interesses da Febraban e dando pitacos nas políticas econômicas - em geral para atribuir defeitos, assim como fez com o glorioso chuchu. Sua atuação no parlamento, obteve tal irrelevância que acabou refletindo na sua não eleiçao para deputado federal pelo PP - o mesmo partido do Paulo Maluf e do Pedro Henry - que hoje integra a base do governo petista. Imaginem, um economista que serviu aos governos militares e depois emprestou seus mandatos aos banqueiros e agora se personifica como oráculo da boa marcha da economia brasileira. Nessa condição, não se constrange de oferecer os seus préstimos, na forma de opinião abalizada sobre qualquer assunto, desde que seja para apoiar a atual conjuntura, por demais favorável aos bancos - arrenega qualquer restrição ao crédito, mesmo reconhecendo no sub-prime barberagem do FED na implementação da política econômica americana.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Mercado vulnerável

O mercado de capital no Brasil -* leia-se Bovespa / BM&F* - como a nossa economia, tem apresenta apenas ciclos de crescimento. Talvez isso aconteça por estar sustentado em poucos papéis com credibilidade e
rentabilidade. É o caso das ações da Vale do Rio Doce e Petrobrás. Não saberia dizer se o momento é oportuno que a Bovespa tornar público o quanto essas ações representam em suas operações diárias - *que vêm superando 60.000 pontos. *Evidente que não se pode afirmar que o mercado de capital no Brasil é uma farsa - */aliás, como tantas outras difundidas por aí /*- pela falta de lastro, mas que é vulnerável, por
estar sustentado em poucos papéis, lá isto é!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Cana, produção aumenta 15% e preço cai 30%

A Unica, entidade que congrega as usinas de açucar e alcool, anuncia que a produção de cana-de-açucar cresceu 15% no ano passado. Isso significa que a área plantada foi expandida - muitos agricultores foram induzidos por um preço irreal/*. Por outro lado, repercute que o preço pago aos produtores rurais caiu 30%, no mesmo período, justamente pelo aumento da oferta. Indaga-se como garantir, para a próxima safra, a mesma área plantada - não se fala em aumento - sem garantia de um preço justo. Aliás, muitos agricultores foram levados pelo canto da sereia - preço pago na safra de 2006 foi convidativo/e se revelou ilusório - ficando frustrados com o valor recebido das usinas no decorrer da safra de 2007. Por isso, não se acredita nem mesmo na manutenção da área plantada - ainda assim existirá cana suficiente para garantir a produção - cabendo às usinas explorarem ao máximo a áreas próprias e arrendadas, para suprir a falta de alguns fornecedores desesperançados.

sábado, 15 de março de 2008

Alta dos juros - existem outras medidas

Preocupado com a inflação, decorrência do aumento do consumo, o governopetista prenuncia aumento dos juros - */chega ao cúmulo de sugerir que apopulação não consuma com exagero/* - caso a inflação não arrefeça. Seresume na imprudência de um governo populista, com sua visão eleitoreiratotalmente obtusa, com sua incapacidade ainda vai acabar desperdiçandoum período favorável da economia mundial, que tende a se exaurir.Evidente a existência de outras medidas, que podem antecipar-se aoaumento dos juros, como a limitação das prestações para as compras acréditos - /*principalmente, aquelas referentes a bens duradouros*/ - enão permitir que os empréstimos consignados possam ser acumulados, comduas ou mais operações, antes da quitação da primeira tomada dedinheiro. Outras haverão de existir - */certamente o aumento de 140%para o funcionalismo dessa gama de medidas /*- desde que sérias evoltadas para o interesse público. Presidente, há que se cuidar dopovo, mas com responsabilidade, talvez baste afastar de si esse cálice,representado pelo exacerbado populismo / eleitoreiro, acumulado com adesmedida incom*p*e*t*ência administrativa !

domingo, 19 de agosto de 2007

"Catso" de liberalismo

Acho que a expressão é italiana - ao deparar com situação insólita. Agora, diante da atual crise - justificada pela má qualidade das hipotecas imobiliárias americanas - surgem os BCs. intervindo para socorrer suas economias da inevitável hecatombe. Haveríamos de indagar:- "Catso" - numa economia globalizada, fruto do liberalismo exacerbado, teria sido o risco eliminado do mercado de capitais? Evidente que não - continuará existindo para o investidor incauto.

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