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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Libra, por ora, apenas uma possibilidade

O ufanismo adotado pelos governos petistas no lançamento de seguidos projetos como ideário político e redenção econômico/social do país, tem se reproduzido em frustrações gritantes - intrigante que a oposição, mídia e a população em geral não emitem a fatura, tampouco sua cobrança. Apenas para lembrar, têm a Transposição do Rio São Francisco, ferrovias do norte e nordeste e agora a área apontada como de alta possibilidade de produzir petróleo no Campo de Libra. Em todos esses casos os seguidos governos petistas adotam (e tentam passar para a população) um otimismo que tem se mostrado exagerado e mais adiante decepcionante - o curioso é que não voltam a comentar o assunto e a oposição se cala, enquanto a mídia e a população dormita. Se houvesse honestidade política e seriedade administrativa, o assunto seria tratado nos seus devidos termos, como uma possibilidade e nessa condição com a cautela recomendada e o escrúpulo exigido das pessoas de bem. Infelizmente não se pode esperar essa compostura dos nossos políticos e administradores nessa quadra da vida nacional.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Veja, é o nosso babalorixá!

Age assim, como um protetor - um guia para a nossa tenra democracia. Na ausência de uma oposição - digamos vocacionada – é a revista semanal, que desde o primeiro momento tomou partido em defesa dos valores democráticos básicos. Munida desse ideário, ungida pela firme disposição de sua direção e contando com um grupo de profissionais qualificados - verdadeiros jornalistas - vem contribuindo para que uma aparente normalidade democrática não se personifique num regime autoritário. Muitas vezes tem evitado a adoção de medidas de força - leia-se arbítrio - tão a gosto da orientação política que hoje governa o país. Praticamente sozinha, não só resiste ao desalento que toma conta da nação, como ainda ombreia-se com os poderes da república, impondo-lhes limites - recentemente freou o STF de seu ímpeto corporativista - quando não pautando os seus atos. Nada menos que cinco ministros do atual governo foram defenestrados a partir de fatos criminosos noticiados (denunciados) em suas páginas. Reconheçamos, nos últimos anos é a Veja que tem olhado por nós - como guardiã dessa democracia que há de se fortalecer e prosperar, apesar do populismo (irmão siames da corrupção) desenfreado que insiste em nos controlar e impor um ideário não democrático. Definitivamente, não compatível com a liberdade de expressão, a livre iniciativa e possibilidade de escolha de seus representantes sem ingerência da administração pública.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Duas figuras, com perfis semelhantes

A edição do "Estadão" desta quarta-feira foi pródiga em reproduzir, de uma só vez, manifestações de duas figuras sombrias da vida nacional - embora há décadas ocupem espaços relevantes. Como diria o deputado do "é dando que se recebe" ambos merecem bitola mais estreita. Sérgio Rosa, oriundo do movimento sindical, acabou encontrando no PREVI um espaço seguro e depois confortável e na entrevista não esconde disposição de não contrariar seu senhorio - por certo na esperança de perpetuar-se no posto. Enquanto isso, Fernando Mesquita sempre prestativo aos interesses de José Sarney, desta vez, como secretário de Comunicação do Senado, tenta justificar a má gestão daquela casa de lei - presidida por seu eterno patrão. Deverás deplorável!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Cristiana, verdadeiro Lôbo na pele de jornalista

A possibilidade de acompanhar a programação da Globo News nos permite assistir programas de qualidade, entre quais incluo "Painel, com o jornalista William Waack, Jornal das Dez, apresentação do Trigueiro e Fatos & Versões, atualmente com a jornalista Cristiana Lôbo - antes teve à sua frente Franklin Martins e Carlos Monforte. Ultimamente não há como deixar de indignar-se com as intervenções e comentários da jornalista Cristiana Lôbo, tanto em seu programa semanal "Fatos & Versões", como nas participações diárias no "Jornal das Dez" - por não serem isentos e demonstrarem clara simpatia pela doutrina petista de fazer política e governar. Talvez buscando percorrer o caminho trilhado por seus colegas Franklin Martins e Teresa Cruvinel, no decorrer dos dias essa profissional parece estar aprimorando seu viés de parcialidade sem qualquer receio de demonstrar sua simpatia pela doutrina petista de fazer política e governar. Cabe lembar, que tanto Martins como Cruvinel deixaram seus empregos e abrigaram nas hostes Governo Federal com propósito de inovar em matéria de informar o público em geral. No último programa "Fatos & Versões", com a participação do jornalista Paulo Moreira Leite, da revista Época, e da jornalista Adriana Vasconcelos, do jornal O Globo, a discussão versava sobre o envolvimento dos políticos de Brasília com a corrupção estatal, expondo as mazelas da política nacional. Dado momento, em uma de suas intervenções, a mediadora Cristina Lôbo acabou se superando - aproveitando as imagens do GDF recebendo dinheiro e do ministro do STF maldizendo a utilização do "caixa dois" nas campanhas eleitorais, a jornalista, sem qualquer pudor ou discernimento profissional, sustentou que o "mensalão petista" não podia ser comparado com os "mensalões da oposição" (tanto mineiro, como brasiliense) por estes terem envolvido chefes do Poder Executivo. Evidente que as duas situações são deploráveis, por desprovidas da ética e renunciar o interesse público como sustentáculos da atividade política. Ainda assim, não há como deixar de indignar-se com a posição e opinião externadas pela jornalista Cristina Lôbo, onde ficou patente sua simpatia pelas cores petistas. Por outro lado, cabe lamentar que a profissional não levou em conta ou tenha se esquecido das imagens do Waldomiro Diniz, subordinado direito do José Dirceu,então chefe da Casa Civil, recebendo propina (apenas 1% do valor do negócio) que exigiu do "bicheiro" Cachoeira; ou do Maurício Marinho, diretor dos Correios e responsável pelas compras, também guardou o dinheiro oferecido pelo empresário no bolso do paletó (mesmo gesto do deputado distrital). Outra passagem que a jornalista preferiu descartar foi do publicitário Duda Mendonça confessando perante a nação brasileira que havia recebido dólares no exterior como pagamento da campanha petista de 2002 - não vale esquecer que o atual presidente petista favoreceu-se daquela situação. Ainda mais grave foi a conclusão de Cristiana Lôbo sobre o reflexo do "mensalão do DEM" na campanha de 2010 - como sóe acontecer, o ênfase voltou para o prejuízo da candidatura oposicionista, mais uma vez evidenciou sua opção política. Deverás lamentável a postura profissional de Cristiana Lôbo, além de não deixar dúvida sobre o seu perfil político, ainda revela suas disposição de acompanhar a trilha de seus colegas Franklin Martins e Teresa Cruvinel que foram se engajar no projeto petista de "comunicação oficial", sem dispensar as oferendas do "aparelhamento estatal". Quiçá as Organizações Globo não lhe ofereça o beneplácito da dispensa e permita que a jornalista voluntariamente busque os seus objetivos!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Mesmo jogo em dois ou mais canais

Sugiro ao boleiro Ugo Giorgetti que acompanhe o jogo do seu time através do rádio - de preferência tirando o som da televisão. Além de extravasar seu inconformismo, ainda poder constar que as informações fluem melhor através das ondas do rádio. A sugestão pode até não atender nossa expectativa, mas certamente ampliará suas opções.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Rogério Ceni, não pode ser a "cara" de São Paulo

Surpreende saber que o goleiro Rogério Ceni foi considerado a "cara da cidade de São Paulo", através de eleição promovida pela "Vejinha". A par de sua qualidade e longevidade como goleiro do São Paulo - onde, verdadeiramente, é reconhecido - o atleta apesar usufruir dos encantos e benefícios que a cidade oferece à sua família, preferiu recolher os impostos (IPVA) dos seus veículos em outro município. Evidente que Rogério Ceni, naquele momento e outros não difundidos, não levou em conta sua condição de atleta e ídolo de um segmento dessa população, tampouco revelou qualquer preocupação com o bem estar dos paulistanos - mesmo assim, talvez pela falta de memória de seus eleitores, acabou consagrado nessa eleição. Sonegador de imposto não pode ser a "cara" de São Paulo. Foi uma uma pena sua eleição!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Washington, nosso oráculo

A inteligência e criatividade do publicitário Washington Olivetto já eram nossas conhecidas. Com o perdão da palavra, agora vamos também poder contar com sua sapiência, como nosso oráculo. É bom antecipar, nada de comparação com ex-ministro Delfim Neto, que mantém o presidente petista orientado e mais ou menos antenado com a nossa realidade. Ainda que diga depois que suas idéias estão sendo assimiladas pelo petismo de forma empírica.

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