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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A sina do Rio de Janeiro!

Ao contrário de outros estados, o Rio de Janeiro, nas últimas décadas, não tem conseguido superar a mediocridade de seus governantes. Agora, salvo algum incidente de percurso, o petismo , pela primeira vez, terá a governança daquele estado brasileiro através de um ex-presidente da UNE. Não é boa coisa, seu passado não o recomenda. Mesmo que sua passagem pela prefeitura de Nova Iguaçu tenha sido marcada pela falcatrua e manipulação inidônea do dinheiro público - pelo menos é o que revela os processos judiciais que responde, por improbidade administrativa e outros ilícitos - no momento ele se apresenta como imbatível. A única opção das correntes oposicionistas seria Gabeira, que na última eleição apresentou boa performance  - mas o jornalista já descartou, seu retorno às redações está rendendo bons frutos e tranquilidade. Diz estar cansado e, mais do que isso, decepcionado com a forma de se alcançar um mandado e os péssimos hábitos de seus detentores. O atual governador desabrochou antes de concluir seu segundo mandato - não alcançou a primavera, murchou e secou por falta solidez em seus projetos, enfim perdeu o viço. Ainda assim, achou um meio (contando com o "menino do rio" no STF e da mineira sonhadora imperdenidade da praia de Guarapari) de auferir vantagem na arrredação dos royalties, em detrimento dos demais Estados da Federação; Garoto experto, mas acabou sapecado na fogueira da vaidade e da própria arrogância. A última esperança dos cariocas seria a Lei da Ficha Limpa atuar contra o ex-presidente da UNE e assim livrar o Estado do Rio de Janeiro de mais um desatino, ou seja, o "aparelhamento" de seus órgãos administrativos e a continuidade dos saques a seus cofres, desta vez em operações do tipo "mensalão" - Definitivamente o povo fluminense não merece  - e  ficar a mercê do "Pezão" também não!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O proselitismo do coronel Paúl - PM do Rio de Janeiro

A princípio a situação parecia irreal, mas a intenção do coronel Paúl, então coregedor da PM do Rio de Janeiro, acabou revelada. Esse oficial, por ocasião da prisão de um grupo de PMs., surpreendidos quando saqueavam a carga de um caminhão de cerveja, ainda na condição de corregedor, tentou justificar a conduta dos policiais, afirmando que se tornavam alvo fáceis por serem mau remunerados. A impropriedade do comentário resultou no seu afastamento da Corregedoria da corporação, mesmo porque sua postura frente a uma conduta incompatível com a ética, decoro e código penal, foi de complacência, compreensão e solidariedade aos infratores, quando se esperava do corregedor, uma posição firme e enérgica, com vista a coibir e punir os autores de fatos como esse.

O irrealismo da situação não se resumiu ao comportamento do coronel Paúl e sua exoneração do cargo de confiança. Estranhamente, quase fazendo coro à irresponsabilidade do oficial, o comandado geral da PMRJ houve por bem designá-lo para a diretor de ensino da corporação. Ingenuidade ou irresponsabilidade? Não havia posto melhor para o coronel Paúl difundir seus conceitos e orientações - agora, seu proselitismo terá repercussão junto a tropa e será assimilado durante o periodo de formação dos novos policiais militares. No último domingo, coerente com sua tese e com a desenvoltura de um novo guru, tomou a frente da manifestação dos PMs do Rio de Janeiro reivindicando melhoria salarial. Quiçá está surgindo um candidato à assembléia legislativa - mais um lídimo representante da operava polícia carioca!

sábado, 1 de setembro de 2007

Mais uma falácia dos governantes

Ouvimos por décadas que o Rio de Janeiro não produzia armas e muito menos drogas. Com isso, seus governantes insistiam que cabia ao Governo Federal guarnecer as fronteiras, impedindo que as armas e drogas chegassem à Cidade Maravilhosa - como não fossem responsáveis pela segurança público no Estado. As apreensões de armas e denúncias reiteradas deram conta que parte das armas - utilizadas pela criminalidade - são desviadas dos órgãos policiais ou das forças armadas, quando não introduzidas por bandidos,travestidos de agentes públicos. Agora, vem a notícia que a Favela da Rocinha refinava cocaína - não será estranho, mais à frente, ouvir que a maconha também é produzida nas cercanias ou no interior do Estado. A única certeza é que os marginais são frutos da degradação social - própria de uma cidade sem lei ocupação urbana desordenada é uma mostra - assistindo a deterioração dos serviços públicos a partir da mudança da Capital para Brasília.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Mais um equívoco do Cabral

Eta governadorzinho ruim, esse Cabral ! Agora, não sabendo mais o que dizer para justificar a situação calamitosa que vive o Rio de Janeiro, vem como essa de estadualizar a legislação penal brasileira. Ele deve imaginar - ou algum gaiato soprou no seu ouvido - que impondo uma legislação mais rigorosa em seu Estado os bandidos irão atuar em outro território. Faz lembrar a época do Exército - quando das aulas teóricas sobre os símbolos nacionais e os patronos das diferentes armas - sempre aparecia algum ladino, como esse que vive sugerindo tais impropriedades para o governador carioca repetir - sugerindo para o recruta incáuto, que não conseguia responder as perguntas mais elementares, como o número de militares de um grupo de combate ou, simplesmente, o nome do patrono da cavalaria, o nome de algum político ou figura popular como resposta. Assim como o governador Cabral, o ingênuo recruta se adiantava para responder. Eu sei ! Logo proferindo uma pataquada qualquer - do tipo, o patrono da cavalaria é o José Borba, famoso toureiro e matador de aluguel conhecido minha região. Além de ouvir os impropérios do graduado, o recruta ainda recebia algum castigo físico - pagar 100 cangurus ou permanecer exposto à chuva durante uma manhã de inverno - além, evidentemente, da gozação dos colegas. Aliás, como deve ocorrer com recém eleitor governador Cabral.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Governador é ingênuo ou se faz de desentendido

O governador Sérgio Cabral quando admite desassombro diante da existência de milícias constituintes por policiais, acaba se passando por ingênuo - por não supor que o efetivo policial do Estado possa se servir desse expediente ilícito - ou, simplesmente tenta se apresentar perante a população como desentendido - como se estivesse ausente da cidade, onde nasceu e vive, durante um bom tempo e quando voltou encontrou esse estado de coisas. Tome sentido governador! O senhor acompanhou de perto e assistiu o tecido social brasileiro, particularmente o carioca se esgarçar rompendo progressivamente com valores - legais, morais e religiosos - até então preservados pela nossa sociedade. Certamente, deve ter acompanhado seu pai nas reuniões de samba e terreiros - esse meio representava a nossa marginalidade. Pura hipocrisia! As falcatruas, favorecimentos, corrupção e manipulação de verbas públicas aconteciam nos palácios e salões refinados. Vossa Senhoria também conviveu com esse meio - pode até não admitir e muito menos reconhecer - mas deve saber de situações (não diria tê-las vivenciado) que até Deus duvida. Então por que tanta apreensão com uma realidade perfeitamente factível - quando não, esperada - diante da malversação do dinheiro público. enriquecimento indevido e tolerância com desvios de conduta, principalmente dos integrantes da nossa classe política. Já disse e repito, pare de choramingar e assuma a responsabilidade do seu cargo - reconhecendo o problema, certamente saberá como administrá-lo, ou não!

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Tolerância com o carioca - ou mera hipocrisia ?!

Os jornais e revistas deram ênfase no final de semana que a cidade do Rio de Janeiro transformou-se em área de deleite dos militares americanos, quando gozam período de licença para descanso de suas atividades na Guerra do Iraque. Curiosa, seria a forma como a região sudeste vem recebendo a notícia e repercussão da "enchente" de turistas / militares nas praias, casas noturnas e avenidas cariocas. Ao contrário do que ocorre na região nordeste, onde o turismo / sexual praticado por turistas europeus vem sendo rechaçado com veemência e indignação, a presença dos militares americanos - atraídos pela mesma forma, digamos de relaxamento - não tem encontrado a mesma resistência ou crítica. Até mesmo uma famosa Casa Noturna é lembrada e seu nome registrado com destaque, como ponto preferido dos turistas / militares - sempre destacando a qualidade das mulheres ali encontradas. Das duas uma - o nosso rigor crítico com que tratamos o problema no nordeste, não passa de mera falácia ou estamos a representar apenas a hipocrisia, já que toleramos o mesmo comportando quando praticado em meio da beleza e luxúria encontradas na paisagem carioca !

sábado, 4 de março de 2006

Justiça Militar, parece que retornou aos bons tempos !

Acabo de ouvir o noticiário dando conta que o Tribunal de Justiça Militar / RJ, concedeu ao Exército ordem de Busca e Apreensão de dez fuzis e uma pistola, subtraídos de um quartel, autorizando buscas nas favelas do Rio de Janeiro. O mais preocupante é que esses mandados não teriam prazo de validade - foi mencionado prazo indeterminado - e muito menos indicam o local exato da realização da busca. Esse documento, atribui ao destinatário poder discricionário - muito afim com a atividade militar - para invadir residências, estabelecimentos comerciais, igrejas, escolas, repartições públicas e outros prédios, por ventura existentes na área indicada ou reconhecida como de favelas - que se reduz em moradias, predominantemente, de pessoas pobres, humildes e trabalhadoras. Considerando que os militares sempre se negaram a participar de incursões de caráter policial - ainda que a sociedade clame por mais segurança no Estado do Rio de Janeiro - sempre alegando falta de afinidade na formação de seus homens para essa atividade. Agora, diante da grave ofensa - invasão e roubo em quartel de elite - e mesmo entendo que o fato atingiu a honra das Forças Armardas, não seria o caso (até mesmo por coerência) de entregar as investigações para a Polícia Civil e apenas colaborar e acompanhar a colheita de provas através dos serviços de inteligência de cada corporação. No que pese lamentar o epísódio, esperando pela recuperação das armas e prisões dos responsáveis, resta apenas aguardar manifestações de juristas e estudiosos do ramo, quanto a ordem judicial emitida, ao que parece, ao arrepio do ordenamento jurídico e do estado de direito vigente no país.

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