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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Força Nacional de Segurança não funciona

Salvo se o resultado da atuação da tropa federal no Rio de Janeiro esteja sendo omitido, por questões de segurança de seus membros, até o momento sua permanência em terra carioca não surtiu o efeito almejado. As mortes e violência generalizada na Cidade Maravilhosa continuam no mesmo nível - com alguns soluços de piora, com ocorreu no último final de semana. Cabe lembrar que as três experiências realizadas com o emprego Força Nacional de Segurança revelaram algumas peculiaridades. A primeira, no Estado do Espírito Santo foi de intervenção rápida e surtiu algum resultando, quando coibiu a seqüência de depredação de ônibus. Já no Estado do Mato Grosso do Sul a FNS atuou como tropa de ocupação dos presídios estaduais e um federal, com vista a restabelecer a normalidade administrativa. Nas duas situações não houve a permanência prolongada dos milicianos nos territórios. Agora, a situação é diferente. No Estado do Rio de Janeiro a disposição é de sua permanência e com um efetivo reduzido não dispõe de força para operar simultaneamente em pontos alternados da fronteira com os Estados limítrofes. Evidente que sua eficiência fica prejudicada - depois de três semanas não se tem notícia de uma única prisão !

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Aguardarmos a primeira "cana"

Depois de duas semanas de intensa atividade na cidade do Rio de Janeiro e adjacências, a população carioca ainda aguarda a primeira "cana" da Força Nacional de Segurança. É verdade que sua atuação realiza-se, prioritariamente, na esfera da prevenção, mas haveremos de esperar que a perspicácia de seus milicianos - bem treinados e regiamente remunerados - produzirá alguma prisão expressiva ou não Sabe-se que a postura dos guardiões nacionais diante do homem comum tem sido enérgica e eficiente, sempre no sentido de constrangê-lo com revistas pessoais ríspidas e inadequadas. Vamos aguardar, enquanto o aparato policial vai se familiarizando com a realidade carioca / fluminense - mas não poderá demorar muito, senão ...!
(Publicado no Jornal de Piracicaba em 27/01/2007)

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