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quarta-feira, 8 de março de 2017

Palácio do Planalto não é abrigo para vendilhão da Pátria!

A sucessão de fatos, digamos desabonadores, que o Ministério Público (estadual e federal ) vem desvendando e oferecendo à Justiça, na forma de denúncias contra o ex-presidente petista, não deixam dúvidas que ele fez dos seus governos, e também da sua sucessora, um "covil de ladrões". Até o momento da formatação deste texto, o número de processos criminais formalizados e em andamento contra o pai do "Lulinha", já alcançavam o expressivo número de cinco (5) ações judiciais - um belo currículo para quem se habilita a um novo mandato de Presidente da República. Não foi nenhum adversário político ou a imprensa conservadora que lhe impingiu a condição de "Chefe de Quadrilha" - ou  Associação Criminosa - mas sim o impoluto Ministério Público Federal, cujo chefe foi nomeado por um governo petista. Difícil não acreditar que o ex-presidente realmente fez do posto máximo da República Federativa do Brasil e depois como  condutor em chefe da sua criatura e sucessora, um meio de falsear a verdade, domar parlamentares a troco de valores em dinheiro e facilidades de toda ordem, abrir os braços para empresários dispostos a compartilharem o resultado do butim - dinheiro resultante de negociatas da pior espécie, empréstimos fraudulentos,   inclusive venda de medidas provisórias e projetos de lei que lhes beneficiavam -  como meio do seu grupo permanecer indefinitivamente no poder. Para a população tornou-se um ilusionista, cujas promessas vás eram tomadas como verdades incontestes.Agora reaparece disposto e ameaçando retomar a presidência, após ver sua criatura / sucessora defenestrada do poder pela inépcia e falta de atributos para continuar dirigindo o destino do País. Nem mesmo se constrangeu com a fragorosa derrota do "petismo" nas últimas eleições municipais - uma rejeição explícita com seu modo de administrar. Convém esclarecer que o leitor, que esta subscreve, fazia parte daqueles que preferiam ver o "petismo" sangrar até as próximas eleições - mas o impeachment ganhou as ruas e o Congresso não se fez de rogado afastando a presidente petista. A ninguém é dado negar que no dia seguinte, um novo País ressurgiu - a alegria voltou a ser estampada pela maioria da população - as promessas de "incendiar as ruas", como outras promessas não se materializaram. As ameaças do exército do MST também não se concretizaram. Apenas os desmandos, aparelhamento e imenso buraco no orçamento da União vieram a tona. Como uma avalanche prometiam inviabilizar o País como democracia organizada. O Governo Provisório logo mostrou para que veio. Com a legitimidade que a Constituição lhe conferia reformulou os ministérios, montou uma equipe econômica de respeito e adotou medidas austeras que a situação reclamava. O Congresso respondeu  e quando o impeachment foi efetivado, a Nação já respirava ares de um novo tempo, embora as dificuldades ainda perdurassem, o mercado já dava sinais de confiança e a vitalidade. A bolsa voltou a bater bons índices e o real se valorizava. Agora, a destempo - por não aberto o período eleitoral - como se fugisse de uma situação incômoda e malbaratada, surge a figura nada impoluta do ex-presidente, na forma de um pesadelo, prometendo - ou seria ameaça - prometendo retornar a disputar nas eleições de 2018 para o cargo de Presidente da República. Na sua condições de réu, com razoável possibilidade de ser condenado em Primeira Instância, talvez lhe reste apenas duas possibilidades: a primeira, já ventilada pela mídia, é pedir asilo político a alguma das ditaduras que lhes são simpáticas e gratas pelos favores prestados; segunda, candidatar-se a Presidente e com isso readquirir o Foro Privilegiado e ver todos os processos sobrestados (congelados!) pelo período que dirigir o País. Deus nos livre e desconjuro ver novamente o Palácio do Planalto transformado em "covil de ladrões" e "vendilhões" da nossa Nacionalidade. "Vade retro Satanás"!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Pensando bem!

Uma reunião desse naipe - entre a presidente e seu mentor - não haverá de tratar simplesmente de comezinhos problemas pessoais que afligem as duas personalidades. Algum assunto relevante para o País - evidente que em desfavor dos nossos interesses - foi ali entabulado e logo ou mais adiante se tornará público para tentar mitigar as dificuldades que o "governo petista", seu partido e o líder inconteste enfrentam. Cada vez que o "petismo" - em sua instância máxima - se reúne para confabular, no sentido de avaliar e revisar suas posições - como na música de Lupicínio Rodrigues, me desperta sentimentos da pior natureza. Na situação atual - pensando bem! - e levando em conta a natureza petista e o reduzido espaço para manobras criativas, não dá para vislumbrar nenhuma medida a ser implementada para despertar o País dessa letargia e desilusão com o nosso futuro. Talvez - pura especulação! - dessa reunião saia a infeliz decisão de lançar mão das nossas reservas cabiais,  ideia já acalantada por importantes próceres petistas, para irrigar o combalido cofre do Tesouro Nacional e, por outro lado, socorrer os apaniguados de sempre:- os "campeões nacionais". Evidentemente com empréstimos subsidiados! Pouco importando se com essa medida o País fique ainda mais vulnerável e desacreditado internacionalmente, pois seu único propósito é obter algum fôlego e sobreviver até as eleições de 2018, quando então o "Salvador da Pátria" ressurgirá - um pouco trôpego, é verdade, pelas estrepolias praticadas - com o mesmo e inesgotável discurso do "nós contra eles". Rezemos para que os leitores não se deixem enganar - mais uma vez!

sábado, 25 de janeiro de 2014

O governo apoia os 'rolezinhos'

O "governo petista", não só na economia - que caminha para  o caos - vem atuando manifestamente  contra os interesses do povo brasileiro. A inflação galopa no sentido de alcançar "brevemente" os dois dígitos - enquanto isso, os reajustes dos aposentados e pensionistas, de um modo geral,  não acompanham nem mesmo  os índices inflacionários e o segmento vê seu  "poder de compra" diminuir  e sua qualidade de vida deteriorar sistematicamente. Talvez por ter perdido o "bonde da história" durante as manifestações de junho de 2013, o governo de maneira nem um pouco sorrateira, vem apoiando as invasões e depredações de shoppings - sempre com vista as próximas eleições, pretendo angariar mais  esse segmento como "massa de manobra" em suas pretensões políticas e perpetuação no poder. Felizmente, a população que trabalha, produz e busca a tranquilidade, segurança e paz para criar os seus filhos, vem se manifestando sistematiacamente em todos os seus níveis sociais e econômicos contra os denominados "rolezinhos". Lamentavelmente, para nossa contrariedade, não só o governo, como alguns intelectuais e a imprensa em geral - as exceções confirmam a regra - glamorizam esse movimento e curiosamente, encontra nele até mesmo manifestações culturais de uma parte da população marginalizada - ainda que consuma tênis e roupas de marcas e contém com família organizada, em sua maioria estudantes, enfim vivem com o conforto oferecido à nossa classe média. Suponho que por ocasião das próximas eleições o eleitor  brasileiro saberá detectar as peripéciais do atual governo e a necessidade, urgente, de uma alternância do poder, em todos os níveis da nossa política/administrativa.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Libra, por ora, apenas uma possibilidade

O ufanismo adotado pelos governos petistas no lançamento de seguidos projetos como ideário político e redenção econômico/social do país, tem se reproduzido em frustrações gritantes - intrigante que a oposição, mídia e a população em geral não emitem a fatura, tampouco sua cobrança. Apenas para lembrar, têm a Transposição do Rio São Francisco, ferrovias do norte e nordeste e agora a área apontada como de alta possibilidade de produzir petróleo no Campo de Libra. Em todos esses casos os seguidos governos petistas adotam (e tentam passar para a população) um otimismo que tem se mostrado exagerado e mais adiante decepcionante - o curioso é que não voltam a comentar o assunto e a oposição se cala, enquanto a mídia e a população dormita. Se houvesse honestidade política e seriedade administrativa, o assunto seria tratado nos seus devidos termos, como uma possibilidade e nessa condição com a cautela recomendada e o escrúpulo exigido das pessoas de bem. Infelizmente não se pode esperar essa compostura dos nossos políticos e administradores nessa quadra da vida nacional.

sábado, 26 de outubro de 2013

Fala de um Oliva!

Oliva é o sobrenome paterno do ministro da educação - um general afinado com os métodos da ditadura militar. Ao dirigir-se aos candidatos do exame do Enem, ao invés de orientá-los com a segurança de um educador, preferiu ameaçá-los, impondo o terror da eliminação pelo simples fato de postarem alguma mensagem nas redes sociais sobre o exame que acabavam de realizar - por exemplo: familiaridade com o tema da redação ou coisa parecida relacionada com o bom desempenho. O ministro que adotou o sobrenome materno para se safar de eventual identificação com o regime militar, agiu como um dos piores censores daquele período negro da história brasileira. Portou-se como um verdadeiro Oliva!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Os fantasmas do ministro da justiça

A figura apresentada pelo Ministério da Justiça, tudo indica para descrever suas dificuldades em encaminhar os assuntos afetos a seu cargo, apenas reflete o resultado do aparelhamento de cargos nos governos petistas - é a forma do PT governar! No caso do ministro da justiça, apenas reflete o perfil da sua formação profissional. Para quem não sabe, o ministro é egresso do Ministério Público do Estado de São Paulo. Na sua formação e desempenho de suas atribuições cotidianas, ao promotor de justiça não é dado decidir - salvo em questões interna corporis. No entanto, ao membros do Ministério Público, órgão essencial ao funcionamento da Justiça, no exercício de sua atividade não cabe decidir - suas atribuições rotineiras são:- propor, requerer, requisitar, recorrer, fiscalizar e quando muito instaurar alguns procedimentos visando apurar "impropriedades administrativas". Assim, quando alçados a cargos de escolha política e nomeação ad nutun, acabam encontrando sérias dificuldades no momento de enfrentar o problema e, principalmente, escolher e impor-lhe solução adequada. Daí vem o temor descrito pelo Ministro da Justiça - é normal pela falta de vivência e, no caso dele, pela insegurança que sua chefe irradia. Se resume em um dos custos  do aparelhamento do Estado!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Vai correndo senador!

Já havia aventado essa possibilidade tão logo o governo brasileiro emitiu as primeiras notas sobre a fuga do senador Molina, da Embaixada Brasileiro em La Paz. No entanto, diante da fúria da "presidente petista", manifestada nos seus últimos pronunciamentos - aliada aos atos assinados pelo novo ministro das relações exteriores, exonerando o  embaixador e o ministro conselheiro, parece que antes mesmo da aprovação do seu nome pelo plenário do Senado da República, o político boliviano corria sérios riscos em permanecendo no território brasileiro.  O "petismo" em geral tem manifestado repúdio à entrada do senador Molina no território brasileiro. Definitivamente, apesar de acolhido como asilado, Molina tornou-se persona non grata diante do nosso governo. Diante da postura do governo petista e do seu comportamento em situações similares (vide o caso dos boxeadores cubanos), não e de se estranhar se o Governo Brasileiro aceitar o pedido de extradição do governo boliviado e entregar (encaixotado como encomenda) o político boliviano, com um agrado ao presidente do país vizinho. Resta então ao senador Molina refugiar-se o mais rápido possível, na embaixada de outro país reconhecidamente democrático - preferência EUA. Canadá ou país Europeu. Pelo sim, pelo não, sua segurança estará preservada e seu gesto desnudará de vez o arremedo de democracia que grassa nos países desta parte subdesenvolvida da América do Sul.

Tercerização equivocada

O instituto de terceirização de serviço, suponho fruto da brisa liberal que felizmente grassou por nossa paragem, quando bem bem realizado, em geral traz benefícios tanto ao contratante como à empresa ou cooperativa contratada - por sinal, o Congresso Nacional está discutindo a implantação de uma legislação moderna e específica sobre o assunto. Enquanto isso, pelo que me é dado observar, essa relação é disciplinada pelas regras do Código Civil (no que diz respeito aos contratos e responsabilidade civil) e Consolidação das Leis Trabalhistas - no entanto, em qualquer situação a responsabilidade é sempre solidária das partes envolvidas no contrato. Por essa razões as cláusulas contratuais haverão de ser claras e do conhecimento de todos os envolvidos. Lamentavelmente não é o que vislumbramos nesse simulacro de "terceirização" - que o governo petista está ultimando para trazer médicos cubanos.

Antes, é bom deixar claro que a ninguém, em sã consciência, haverá de ser contra o concurso de mais profissionais da medicina para atender, mormente as regiões mais carentes e isoladas do país - depois, esperamos poder contar com melhores instalações, recursos condizentes, remuneração justa e condições de trabalho em segurança. Retornando, lembro que esse contrato, curiosamente, é realizado entre três partes - nessa conta não entra o profissional envolvido. Segundo, por sua origem e volume de médicos envolvidos (4.000), fica difícil estabelecer a qualificação desses profissionais sem uma avaliação específica, inadmissível desconhecer se concluiram o curso de medicina, nesse caso, a caretirinha apenas não vale, tampouco ignorar o seu currículo escolar e também conta a experiência profssional acumulada.

Observem que os médicos oriundos de outros países, ao que tudo indica, não estão recebendo as mesmas restrições - certamente pelos motivos opostas Terceiro, como receber um prestador de serviço do qual desconhecemos a sua remuneração - não vale fazer proselitismo político/sociológico, como ouvimos da vice-presidente de Cuba. Um escárnio à nossa inteligência! Apenas para exemplificar, na hipótese de uma empresa ao terceirizar os serviços de portaria e limpeza de suas instalações, um dos contratos mais comuns, acompanhado da vigilância e segurança - por certo o empresáŕio, através da área específica, não deixará de acompanhar a avaliação da seleção, qualificação do profissional e suas  condições de saúde. Não custa lembrar julgados que responsabilizaram a empresa/contrante por
descumprimento, não só das regras trabalhistas, como também da responsabilidade civil. Por isso ignorar os salários do empregado é de leniência suoimpa - como diria Roberto Jefferson, isso para não ferir 
suscetibilidades.  E atentem:- ainda não foi ventilado o risco do retorno do "foquismo", através da manipulação dessa massa carente, pouco instruída e abandonada pela inércia de nossos governantes - com mensagens inverídicas sobre o regime socialista do país onde vivem - onde reina a igualdade, gozam de liberdade, usufruem de moradia digna, pleno emprego, conforto de uma vida social estável e que estão aqui apenas para ajudar os desassistidos e explorados pelo regime capitalista injusto. Ficaremos atentos - apenas lamentando que a imprensa brasileira tende a capitular e se entregar ao "canto da sereia"!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

STF - está "tudo dominado"

Finalmente, depois de dez anos, o governo petista conseguiu controlar a corte suprema do país. A princípio hesitou ou titubeou - talvez pelo pudor do ex-Ministro da Justiça. - acabando por nos premiar com a figura serena de Carlos Ayres de Freitas Brito.

Na vaga seguinte, a presidência da república rendeu-se à  motivação populista e indicou Joaquim Barbosa, o primeiro afro-descendente - por certo o petista supôs que o "negrão" iria comportar-se com subserviência e gratidão, tornou-se um ingrato perante o petismo, por sua independência e isenção no voto. As vezes, lamentavelmente, em algumas intervenções e manifestações colocou os pés pelas mãos, acabando por ofuscar sua altivez. 

Com certa frustração com a indicação anterior, na vaga seguinte o governo petista não se fez de rogado, foi buscar alguém dos seus quadros e apresentou ao país Enrique Ricardo Lewandowski, profissional oriundo do ABC e trajando de imediato um pernóstico, pouco palatável. Sem qualquer inibição em continuar vestindo a camiseta do seu partido, logo partir para a defesa das  hostes petistas, como se um deles fosse, prometeu e cumprir contrapor à acusação no processo do "mensalão".

Seguiu a indicação da  mineira Cármen Lúcia Antunes Rocha, apresentando-se com currículo acadêmico provinciano, acompanhado de seu olhar lânguido e postura quase despojada. A princípio deu mostra de alguma independência, mas no transcorrer da Ação 470, parece que foi se inclinando até optar por isentar os "mensaleiros" mais ilustres de algumas responsabilidades - o mesmo comportamento não apresentou com seus conterrâneos do Banco Rural. Até parece que acabou "picada" por algum argumento que acabou por modificar seu entendimento. Agora, infelizmente se vê envolvida num estranho acordo com a empresa de proteção ao crédito para liberar informações cadastrais sigilosas -  a ex-corregedora diz que ela sabia do acordo.

Se havia alguma dúvida sobre a ocupação do STF, a indicação de José Antonio Dias Toffoli, petista de carteirinha, cujo currículo e reconhecido saber jurídico, definitivamente, não o recomenda para a mais alta corte de justiça do país - salvo sua conlação política e bons serviços prestados à causa e disponibilidade para servi-la. Suas interferências em discussões relevantes e mais aprofundadas no campo jurídico e ético sempre ficam a desejar - não deixam qualquer dúvida sobre suas limitações. Seus votos são repetitivos, acompanha o relator ou, na maioria das vezes invoca sua consciência e liberdade de posicionar-se, rigorosamente, sempre em favor do petismo ou do seu governo. Sem dúvida, é uma figura menor.

A primeira mulher a presidir o país, quis valer sua condição feminina e  não se fez de rogada, supostamente por sugestão de seu ex-marido, acabou surpreender a todos com a indicação de Rosa Weber,  uma jurista voltada para o Direito Trabalhista - salvo engano, o último indicado anteriormente dessa área foi Marco Aurélio de Melo, homenageado por seu primo Fernando Collor de Melo - sua atuação restringia-se ao Estado de Santa Catarina, paisagem que não nos presenteou com nenhum jurista de renome. Como era de se esperar sua atuação em nada acrescenta aos anais daquela corte, apenas engrossa o rol de voto em favor do partido governista ou de seus agregados.  - suas intervenções são marcadas pela hesitação, sugere insegurança e/ou constrangimento.

Por ingerência e interesse do Estado do Rio de Janeiro, surgiu o "garoto do rio" -  Luiz Fux, segundo línguas petistas ofereceu seus conhecimentos e serviços ao partido do governo, por isso foi indicado. Uma vez investido preferiu o "bairrismo" ao "petismo". Enquanto no julgamento da  Ação 470 demonstrava altivez, isenção e independência engrossando a maioria que oferecia à população brasileira um julgamento célere, eficiente e rigoroso, na primeira oportunidade define uma situação crucial para os demais estados brasileiros, em favor do seu estado de origem. Lamentável! - no mínimo deveria julgar-se impedido de deliberar a preliminar do Mandado de Segurança .

Depois a mineiríssma Carmem Silvia deu os número finais da questão - favorecendo definitivamente os estados litorâneos. Com a condenação dos principais "mensaleiros" - o governo petista, de uma vez por todas, mostrou a que veio. Sua sede de poder não tem limites, tampouco prima pelos valores democráticos.

Com duas vagas abertas simultaneamente, saiu no encalço de profissionais da área jurídica que melhor atendessem, sem escrúpulos,  os seus interesses. No Superior Tribunal de Justiça foram encontrar Teori Albino Zavascki, curiosamente também do sul do país - que já havia expendido seu entendimento sobre a "lavagem de dinheiro" ou seria a cassação de parlamentares condenados pela Justiça, em ambos os casos interessava a participação daquele profissional no julgamento dos recursos na Ação 470.

O outro, Luiz Roberto Barroso, carioca, festejado a princípio, mas logo depois mostrou suas garras (ou disposição para o serviço sujo) coincidentemente, tinha o mesmo entendimento quanto a questão da cassação dos parlamentares condenados pelo STF e ainda oferecia a absolvição nos crimes de formação de bando ou quadrilha e lavagem de dinheiro.

Com essa composição, Lewandowski, Carmen Lúcia, Toffoli e Rosa Weber, que já haviam absolvido o núcleo político dos "mensaleiros" - leia-se petista de alto coturno - terão a acompanhá-los Zavascki e Barroso, formando uma nova maioria na votação dos recursos da Ação 470. Alguém imagina que não serão aceitos os Embargos Infringentes? Situação que se apresentará como um novo julgamento  - voltado exclusivamente para absolver os os principais personagens da trama criminosa.  Está ou não não está tudo dominado?

Ninguém vai mais para a cadeia - tampouco haverá mandatos mandatos cassados, talvez surjam a suspensão de alguns direitos políticos, por obra e arte de algum dispositivo legal esquecido nos escaninhos de uma legislação indecorosa.

A opinião pública que se dane!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

É sua forma de fazer política!

Não há nada de novo no comportamento da chamada "esquerda brasileira". Foi assim :- coagindo, constrangendo e impondo óbice à manifestação de
idéias contrárias ao seu ideário, que esse pessoal chegou ao poder. Calando seus oponentes e manipulando a população com "migalhas da riqueza nacional" vão ocupando os espaços então democráticos. Intriga saber que parte da inteligência brasileira comunga desse modo de pensar e agir!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

STF, ministro por encomenda!

Difícil acreditar que o novo ministro do STF, a ser brevemente indicado pelo governo petista para ocupar a cadeira deixada por Ayres Brito, seja um profissional acima de qualquer suspeita - pelo menos deve constar em seu currículo alguma postura pretérita que possa sugerir favorecimento aos "mensaleiros", como parece ter ocorrido com a nomeação de Teori Zavascki. Outro aspecto que nos parece irreal é voltar a assistir a interferência do ex-marido da Presidente da República, senhor Carlos Araújo - uma figura sinistra, que se tornou oráculo da presidência. Sua eventual participação nas duas últimas indicações, Rosa Weber e Teori Zavascki chega a ser surreal, praticamente inacreditável, se não é vero foi bem trovato, já que ambos são oriundos de área de sua atuação no sul do país. Outra suposição diz respeito ao ministro Celso de Mello, que aventou a possibilidade de aposentar-se no início de 2013, adiar sua decisão no aguardo da escolha do novo  ministro - tudo leva a crer que não deixará seus pares, que comungam da mesma postura, no sereno e expostos a eventuais reformas de decisões já consolidadas pelo STF. Por tudo, as expectativas não são boas -   as últimas decisões do "governo petista" não recomendam que desta vez vá agir com isenção!

Guarda Nacional, é uma falácia!

Uma invenção "petista" - como outras, não passa de um embuste demagógico e populista - na tentativa de apresentar-se como um governo atuante e em condições de socorrer os Estados membros. Aos incautos, passa a ideia de um governo ágil e organizado, em condições de oferecer um dispositivo uniformizado - quando na realidade recruta das policias estaduais um grupo de milicianos disposto a distanciar-se da sua cidade e da sua família, a troco de uma substancial gratificação. Não existe um efetivo expressivo, vão reunindo esse pessoal de acordo com as situações já instaladas. - quando o ideal seria que o governo central mantivesse um  corpo efetivo, concursado, e que trabalhasse  sob o comando e orientação da Polícia Federal. Agora, chega a ser ridículo o "governo petista"  mandar 100 ( cem ) homens para o Estado de Santa Catarina, cujo efetivo policial - suponha-se em torno de 10.000 milicianos - encontra sérias dificuldades para inibir a ação do crime organizado. Nesse sentido, o Estado de São Paulo, que enfrentou no 2º semestre de 2012, ações orquestradas também pelo crime organizado, não aceitou essa "balela" de Guarda Nacional ofertada na ocasião com ampla cobertura pela imprensa pelo Governo Federal - no máximo, para não entrar no jogo político "petista", aceitou enviar um preso para Presídio Federal. Imagine a contribuição de 100 policiais - trabalhando em  turno de 6 horas - no serviço de policiamento na área metropolitana de Florianópolis,  quase nenhuma. Como levar a sério uma ajuda que corresponde a 1% do efetivo daquele Estado, se resume a um "faz de conta", um siste de mau gosto. - por envolver a paz social de uma população pacata e receptiva.

Estatística Criativa!

Antes o Governo Federal nos apresentou a "contabilidade criativa" ( ou seria "manipulada" ?) onde os valores considerados investimentos eram
inflados de forma a robustecer o "superavit primário" - uma invenção petista. Desta vez, o Ministro da Justiça nos oferece a "estatística criativa". Os números de acidentes e seus resultados desde sempre foram levados em seus números absolutos - as comparações eram nominais, na forma mais singela. Agora, o governo petista mais uma vez investe na ignorância da opinião pública - a seu ver manipulável, como seus números. O ministro, promotor de profissão, não se acanha de anunciar a redução dos números de acidentes e seus efeitos ( mortos e feridos ) tomando por base o aumento da frota de veículos - como disse: "por milhao de veículos licenciados". Se levasse em conta o crescimento populacional ou os quilômetros rodados, talvez encontrasse números ainda mais favorável ao seu governo - ainda que não reproduzisse a precariedade das nossas estradas e a deficiência no policiamento e  fiscalização dos motoristas. A prisão de 600 motoristas, durante o Reinado de Momo, não significa muita coisa - considerando os cinco dias e os 20 mil quilômetros de rodoviais federais, se resume em pouco mais de 100 prisões por dia ou uma prisão a cada 320 quilômetros. Um pouco mais de uma prisão, a cada viagem  Rio - São Paulo. Se contarmos os agentes de serviço -  dará uma prisão para cada grupo de 10 patrulheiros. Ainda é pouco!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Redução - na conta ou na tarifa?


Como sempre acontece nesses casos - o populismo desenfreado, ao final, sempre acaba encabelando a população, principalmente os eleitores. O governo petista, cada vez mais ousado, anunciou aos quatro cantos o desconto, em torno de 20%, na conta da luz. Em seu comunicado, mais adiante subrepticiamente sugere que redução alcançará apenas a tarifa cobrada no fornecimento de energia elétrica. Evidente que o desconto prometido não alcançará integralmente a "conta da luz" - existem penduricalhos, por exemplo a taxa de iluminação pública que é municipal e varia de cidade para cidade, não será alcançada pelo desconto. Então tudo indica que seremos ludibriados mais uma vez. Isso acontece quando o interesse é orientado exclusivamente pelo aspecto político/eleitoral - a pílula haverá de ser dourada, não importando o alcance do seu efeito - se houver o benefício, melhor! Simplesmente porque um povo acostumado com a espoliação - via cobrança abusiva de tributros, basta atentar para a tabela do imposto de renda, a corrupção através de obras super faturadas ou simplesmente pelo favorecimento da "companheirada", talvez não perceba o engodo. Infelizmente, com benesses desse jaez, o projeto de poder continua - enfim, cada país tem o "PRI" que merece!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

OS NÚMEROS MÁGICOS DA PRESIDENTE

Desde os tempos de Casa Civil a atual Presidente da República vem insistindo em apresentar – que, em geral, se transformam em promessas vãs – números e meras intenções governamentais, por irrealizáveis.

Lembram-se  da “crise da aviação” - o ministro da defesa Waldir Pires, sem nenhum crédito, foi transformado num simples “fantoche”, coitado! -  surgiu então a "mãe do PAC", a toda poderosa ministra-chefe da Casa Civil, com objetivo de aplacar a insatisfação dos usuários, anunciou a construção do  “3º aeroporto” em São Paulo. Na ocasião, em entrevista coletiva chegou a afirmar- “Só não vou anunciar agora a localização para não provocar especulação imobiliária...“

Em setembro último, as vésperas das eleições municipais, usando indevidamente o horário reservado para pronunciamento institucional, proclamou que no transcorrer de 2013, o valor da energia elétrica seria reduzida em 20% - talvez tenha se esquecido de mencionar o mês.

Agora, sem qualquer hesitação (ou constrangimento) - mesmo contrariando pareceres abalizados, dentro e fora do seu governo – insiste em anunciar a construção de mais de 800 aeroportos regionais em todo país.

Inacreditável sua capacidade de transformar meras conjecturas, em promessas irrealizáveis - simplesmente, por inviáveis!

Assim, ela ainda acaba alcançando 100% de aprovação de seu governo - acreditem se quiserem!

domingo, 2 de dezembro de 2012

FHC, um gentleman!

Ao afirmar que o ex-presidente petista "confunde o público com o privado", mais uma vez o "tucano" foi benevolente com o operário, a quem ajudou tornar-se Presidente da República - talvez por acreditar "na experiência sociológica", então do agrado dos intelectuais. Oportuno refletir que, em geral, a "confusão" decorre de uma dificuldade em definir o "certo do errado" - nesse caso, s,m.j. beneficiaria o agente  com a culpa, strito senso. No entanto, no caso do petista, considerando sua reiteração e insistência na mesma prática, servindo-se, quando conveniente da assumida ignorância (não sabia de nada...), já não pode mais gozar desse beneplácito. Não há dúvida, diante da contumácia, reconhecidamente incorrigível manipulador de pessoas e dados, que já perdeu os parâmetros e limites de sua ação político/personalista - passou a agir com a desenvoltura de um déspota. Curiosamente, as incursões da Justiça não o tem alcançado - a oposição, como vimos. "pisa em ovos" quando denuncia suas ações deletérias; enquanto a imprensa, com raras exceções, demonstra cooptação. Com isso, apenas nos resta a indignação e a espera, pelo amanhã, com a certeza de que ele virá.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Trabalho de equipe ou aparelhamento?

Já não se discute mais o aparelhamento dos últimos governos do país. A sequência de escândalos envolvendo servidores de escalões superiores - alguns vizinhos do Gabinete Presidencial - de per si demonstram o "mar de lama" que permeia a Administração Pública Federal. Primeiro foi o Chefe da Casa Civil que organizou e comandou a "quadrilha de mensaleiros" -  agora condenado pelo STF, apesar das negativas, esperneio  e pressão manifestadas pela  alta cúpula do nosso "PRI". Depois a "colaboradora de confiança" da atual Presidente da República (ou presidenta, como gostam de dizer seus áulicos) a quem confiou a Casa Civil quando se afastou para candidatar-se. Não esqueçamos dos "malfeitos" - eufemismo utilizado pelo governo para tratar da corrupção em seu quintal - nos Ministérios do Transportes, Esporte, Turismo, Saúde e outros - difícil saber em que área não grassou essa "erva daninha" e lamentar que nossos governantes continuam a afirmar desconhecer as falcatruas. Atualmente, veio a público o envolvimento da chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo - pelo que indica as revelações da PF, trata-se de "chefe de quadrilha" com ramificações na alta cúpula do poder central - ainda não se pode mensurar o alcance desse último escândalo. A dúvida que paira e também não esclarecida é saber até que ponto o governo e a administração federal estão contaminados com esses acalentados "malfeitos". O certo é que o nosso "PRI" está a criar uma "nova Casta" na sociedade brasileira - e não se trata da festejada "classe média".  Reconhecidamente essa "elite" está sendo montada nos escaninhos da Administração Federal, constituída por apaniguados de sucessivos governos petistas - como é caso desses "irmãos Vieira". Sem pudor ou qualquer tipo de medida, com total ausência de escrúpulos, desprovidos de valores éticos e desprezo pelo dinheiro público. Resta indignar-se, torcer e esperar que ainda assistiremos a ".... volta da aroeira ..." , na forma de cobrança política ou judicial que um dia advir. Acalenta-nos saber que o STF já sinalizou que essa cobrança é possível!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Mensalão - a quem interessou

A discussão é oportuna - e foi o PT quem a provocou. A estratégia é antiga - quando acuado,  o petismo tenta se igualar aos demais partidos políticos. Ao tentar escamotear  "mensalão", argumentou que todos se utilizavam do "caixa-2" nas campanhas políticas. Agora propaga  que o "mensalão" começou em Minas Gerais, durante a campanha "tucana" para o governo estadual - coincidentemente, a acusação foi feita pelo mesmo publicitário que serviu ao PT. Oportuno lembrar aos petistas que em Minas Gerais o chefe do poder executivo foi apontado como principal interessado na compra de votos e responde ao  processo - ainda não julgado. Pelo menos por ora, não se tem notícia que o chefe do executivo federal, à época dos fatos, cujo governo foi beneficiado com a "compra de votos" no parlamento, ainda não foi convidado a explicar-se perante a Justiça. Espera-se que a isonomia reclamada pelo petismo seja reconhecida e seu grão-mestre, tal qual o "mensaleiro mineiro", no momento oportuno, venha a ser chamado a prestar conta e defender-se, como os demais envolvidos.

sábado, 1 de setembro de 2012

Mensalão oficializado

Nossas homenagens ao STF - condenações de mensaleiros e seus patrocinadores não só redimem o Brasil, como também lavam nossa alma. Contudo, nos parece que os métodos agora definitivamente desnudados (compra de parlamentares) acabaram oficializados através das emendas "ditas parlamentares" - mais correto seria dizer "particulares" - por servirem exclusivamente a seus interesses  eleitorais e não ao país. Não é à toa que o governo petista costuma liberá-las a macheias (sic) nas vésperas de votações de seu interesse no Congresso Nacional. Chegam ao cúmulo de estabelecer limites ou teto ao valor dessas emendas - como se fossem realmente compra ou retribuição de favores prestados. O momento dessa negociações é agora, por ocasião da elaboração e discussão do orçamento do próximo exercício - o número de cada bancada e sua fidelidade ao governo é que farão estabelecer o montante de emendas que caberá a cada um de seus parlamentares. Como de praxe acontece em negociações desse tipo, raramente essas emendas atenderão o interesse público - o vício de sua origem, em geral, a fará transformar em moeada de troca com os patrocinadores de campanhas eleitorais.Felizmente, já podemos apontar esse tipo de maracutaia, sem cometer injustiça!

sábado, 14 de abril de 2012

Cachoeira vem de longe - faltou investigação!

A intimidade de "Cachoeira" com o poder vem de longe - quem não se lembra do vídeo onde ele negociava propina com Waldomiro Diniz? Não custa lembrar que o fato ocorreu durante o primeiro governo petista - e o fato já revelava, nada mais nada menos, seu acesso à Casa Civil, onde reinava o então "capitão do time". Então nenhuma estranheza sobre a proximidade do "banqueiro" com o mundo político. Talvez, na época, tenha faltado disposição para aprofundar as investigações em direção a Goiás - preferiram desviar o foco para Minas Gerais, onde surgia acusação contra um tucano plumado. Agora, a CPMI de iniciativa do petismo novamente tem interesse em "embaralhar o jogo" - mais uma vez busca nivelar seus criminosos com os demais infratores. Por certo, devem contar com o silêncio de "Cachoeira", que tem a escudá-lo, na condição de defensor, o ex-ministro da justiça petista - acreditando poder repetir o depoimento do publicitário Mendonça na CPMI do Mensalão. Lembram-se?

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