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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Haddad e seus trejeitos

Os marqueteiros, que já conseguiram transvestir petistas históricos como pessoas quase normais, agora,  no afã de eleger mais um poste, impõe ao candidato Haddad uma série de figurinos. Há duas semanas da eleição parece que ainda não conseguiram encontrar o  modelo ideal - com sua queda nas pesquisas, tudo indica que dificilmente encontrarão.  No início, para demonstrar uma juventude que seu rosto de pessoa bem criada já evidencia, mandaram que andasse feito um desmiolado, quase perdido entre os prédios, viadutos e avenidas da cidade. Depois apresentou-se como moço estudioso, bom filho, marido exemplar e pai estremoso. em sucesso, recentemente apareceu no perfil do protagonista da novela da Globo - deu pena vê-lo com o corpo arqueado, barba amanhecida, surgir  in close na tela da TV., enfurnado como se fosse um miura.  Evidente que houve excesso nessas pinturas, mesmo porque sua marca sempre foram os equívocos na gestão do ENEM e na cartilha conhecida como "kit-gay" - tudo indica que sua campanha naufraga e a derrota se pronuncia.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Enem, salvo-conduto para Haddad

Oportuna e conveniente a suspensão do Enem, adredemente marcado para o mês de abril de 2012. Assim, a figura de Haddad ficará a salvo de mais um insucesso - leia-se: má gestão! na sua longa e infeliz carreira de ministro. Por certo, o governo petista quer assegurar que até o mês de novembro de 2012 - portanto, garantida sua blindagem até as eleições de outubro - o ministro Haddad não será exposto a mais um vexame administrativo. Quase uma rotina em sua conturbada gestão à frente do Ministério da Educação - fruto exclusivo da sua inapetência administrativa. Caberá aos paulistanos repudiá-lo ou não!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Falsidade, fruto da ideologia

Talvez o presidente petista quisesse afirmar "falsa ideologia",  quando se  aventurou a definir a figura criminosa que incorrera, os autores da quebra do sigilo fiscal de Verônica Allende Serra. Sua dificuldade com o vernáculo é por demais conhecida!

domingo, 18 de outubro de 2009

DETRAN, tem a ver com Michel Temer

O delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, mesmo não sendo um profissional brilhante, há décadas vem ocupando postos de destaque na cúpula da Polícia Civil - chegou a ser seu corregedor. Coincidência ou não, o delegado Silveira Mello e o deputado Michel Temer têm em comum a cidade de Tietê - onde nasceram e guardam seus domicílios. Agora, com sua disposição de compor com o PT - chapa DILMA / TEMER - evidente que o deputado peemedebista tornou-se /persona non grata/ ao governador paulista. Então...

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Bingo - 100 milhões de razões

Oportuna a discussão sobre a legalização dos bingos e das máquinas caça-niqueis. Também não causa espanto a aprovação do projeto pela CCJ da Câmara do Deputados por expressiva maioria. Ainda que exista alguma resistência na Câmara - * comentam existir 100 milhões de razões para sua aprovação - *a pressa é um componente importante, diante da proximidade da campanha para as eleições de 2010.

domingo, 23 de agosto de 2009

Ao invés de extinguir, vamos renovar o Senado

Tudo indica que o PT, liderado pelo presidente petista, apostam na extinção (fechamento) do Senado Federal. Lideranças expressivas do seu partido na Câmara dos Deputados estão propondo e dispostos a introduzir o Legislativo Unicameral. Evidente que interessa ao presidente e seu partido o fechamento do Senado, pois é naquela casa de lei, onde sempre prevaleceu a sabedoria, emanada da experiência e equilíbrio dos seus membros, que o governo vem encontrando as maiores
resistências a seus desmandos e sofrendo derrotas expressivas - basta lembrar a não prorrogação da CPMF. Agora, por conveniência e oportunidade políticas, o governo petista intervém num assunto que diz respeito à economia interna do Senado, através de um grupo de apaniguados e contando também com o descrédito e falta de unidade da oposição, já impôs e procura manter em sua direção um aliado de ocasião, flagrado na prática de atos ilegais e totalmente desmoralizado. Reconhecidamente o propósito é político, tendo como pano de fundo - /não a eleição de 2010, como vem apregoando/- inviabilizar o regular funcionamento daquela casa legislativa e sua condição de câmara revisora dos atos e projetos - deflagrados numa Câmara adesista - emanados do Poder Executivo. Pelo visto e já demonstrado pelos atuais integrantes do Senado Federal, o plano e a vontade do governo petista estão sendo cristalizados através da manutenção do maranhense na sua presidência - mesmo com os escândalos pipocando diariamente - e do seu descrédito decorre o não funcionamento regular do plenário. Por isso, a população não podendo esperar qualquer modificação desse lastimável quadro, mesmo porque não interesse ao governo petista, através de sua base,
restabelecer a normalidade do importante órgão legislativo, continuar assistindo seus "projetos aloprados" barrados ou reformados, enquanto seus membros revelam desinteresse com o destino da casa e demonstram apenas disposição em salvar a própria pele - vide os exemplos dos senadores Azeredo e Arthur Virgílio - cabendo exclusivamente aos eleitores alterarem essa situação. Basta lembrarem que nas eleições de 2010, dois terços (2/3) do Senado Federal será renovado. Atentai! - Nada menos que 54 senadores enfrentarão as urnas para buscar a renovação de seus mandatos. Por motivos óbvios, alguns já desistiram de concorrer, como é o caso do senador Romeu Tuma. Este é o nosso momento - caberá a nós eleitores defenestrar os renitentes, por falta de capacidade de nos representar com dignidade e dedicação (leia-se coragem!) para enfrentar e defender os verdadeiros interesses do povo brasileiro. Lembrem-se, no Estado de São Paulo, os senadores Aluízio Mercadante (petista, filho do general Oliva, mais conhecido como "um dos aloprados" e agora renunciante arrependido) e Romeu Tuma (de origem política indefinida), terão ou não os seus mandatos renovados - dependendo de cada um de nós eleitores!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Dilma - o projeto é o mesmo

O projeto de emplacar o nome da ministra Dilma Rousseff, como candidada em 2010, é 0 mesmo que o PT empregaria caso José Dirceu, seu companheiro de armas não tivesse caído em desgraça. Até a origem de ambos - no movimento estudantil - é idêntica, salvo a aversão de Carlos Henrique pelo confronto. Ele sempre preferiu a dissimulação e emprego de meios / estratégia que beiram a manipulação de correntes contrárias a seus propósitos. Enquanto Dilma personifica o voluntarismo próprio dos déspotas - figuras recorrentes em sua formação política e trajetória inconseqüente de luta. Portanto, a estratégia é a mesma, fixar o nome do candidato de plantão a todo custo, como forma de viabilizar uma candidatura, de outro modo, fadada ao fracasso. A personalidade de ambos é marcada pela ausência de carisma e liderança inconteste - característica indispensável ao modelo populista de governo petista. Além da dificuldade da ex-guerrilheira perfilar como amante da concórdia e submeter-se às agruras das limitações do poder, leia-se concessões políticas / partidárias impostas pela democracia. Em comum a convivência com a ilegalidade, mas certamente o figurino talhado para José Dirceu ou Carlos Henrique não caia bem no perfil prussiano, bem menos delgado, da ministra Dilma ou da combatente Stella.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Os males da candidatura única

Repetir que a unanimidade é burra, penso não ser suficiente para descrever os males que a candidatura única pode produzir para um município. Suponho, que o pensamento único, salvo as associações secretas, pelos valores que as orientam, não seria recomendável para nenhuma organização democrática. Além de produzir o efeito "manada" - no sentido de que todos vão para um mesmo lado - a pseudo unidade acaba inibindo o surgimento de novas lideranças e outras formas de pensar. E, por outro lado, muitas vezes permitem o ressurgimento de lideranças superadas na de formas de agir e obsoletas no seu perfil político adotado - em algumas situações impregnadas de malfeito. Isso, não nos permite esquecer que o caminho percorrido pela candidatura única vai deixando um vazio, não só de novas lideranças, mas também de idéias - resultado da ausência do contraditório ou do confronto de alternativas na maneira de gerir o destino de uma comunidade. É lamentável não ver surgir de uma eleição nenhuma personalidade nova, mas sim ver ressurgir figuras em geral perniciosas, não só para o convívio social, mas principalmente para o destino de uma cidade e bem estar do seu povo - permitindo que alcem vôos mais altos, simplesmente pela ausência de opções. E uma pena!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Globo, deforma a opinião pública

Em nossa vida aprendemos que a simplicidade, em algumas ocasiões denota sabedoria e grandeza daquele que a irradia, em outras a verdade cristalina das pessoas e, raramente, podemos considerá-la como uma condição definitiva de inferioridade. Compreensão isenta e quiçá tolerante como essa não parece nortear o discernimento do editor-chefe do Jornal Nacional, que prefere comparar o público que assiste aquele noticiário à figura do Hommer Simpson, personificado na caricatura do indivíduo simples, sem capacidade crítica e, por conseguinte desprovido de discernimento para avaliar situações mais complexas do nosso cotidiano e da vida em sociedade. Certamente por isso, o JN sonega ou manipula informações ao bel prazer da sua direção, supondo a dificuldade do seu telespectador elaborar, no sentido de compreender a situação em toda sua extensão - *chegando a sugerir que se trata de um serviço de utilidade pública.* Agora, às vésperas das eleições municipais, durante as duas últimas edições do JN, deparamos com uma matéria -* através da qual, a Globo de forma equivocada, tenta estabelecer uma comparação esdrúxula, por inapropriada *- onde compara a governança de um município ao papel exercido pelo síndico de um condomínio. Evidente que a primariedade da comparação reduz sobremaneira os atributos exigidos para o ocupante de um cargo relevante na organização político / administrativa do município. Ao assemelhar a competência - no sentido de poder - do governante ao mero executor de tarefas pré-determinadas, despreza de uma só vez, não só a capacidade de discernimento do telespectador, como a complexidade das atividades inerentes ao cargo de prefeito municipal. Perplexidade maior nos provoca a omissão da Justiça Eleitoral - *cuja ausência de objetividade da campanha de conscientização do eleitor já havia surpreendido * - por não atentar e intervir, já que a matéria veiculada pelo Jornal Nacional é manifestamente prejudicial à orientação do eleitor. Nesse caso específico, ao invés de despertá-lo para a importância da escolha, a pobreza da mensagem, aliada à simplicidade da idéia difundida - *por sua primariedade* - contribui para deformar sua opinião. Por fim, o exemplo adotado pela Globo para tratar o assunto, poderia ser substituído por outras atividades, como na figura do administrador de propriedade rural ou do fiscal de um matadouro - *o sentido e alcance do problema seria o mesmo * - por não ter levado que o prefeito municipal cuida da cidade e das pessoas que nela vivem, obrigatoriamente com vista a atendê-las em suas necessidades básicas, como moradia, saneamento básico, saúde, conservação de estradas, edificação de pontes, educação, segurança pública, relação com outras esferas de poder e, ainda, a elaboração de normas e projetos de lei. Portanto, a Globo mais uma vez subestima a inteligência do cidadão brasileiro, desprezando seu senso crítico e ao compará-lo ao perfil de um personagem simplório e desprovido de discernimento afronta a dignidade do seu fiel telespectador.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Candidato único, nem sempre uma boa solução

O exercício da democracia pressupõe a existência de correntes políticas que se opõem no confronto de idéias e formas de implementar o seu programa de governo. Por isso, a existência de candidato único em uma eleição, sempre causa certa apreensão, se outro motivo não houvesse, simplesmente por ignorar a principal característica da democracia representativa. A unidade de pensamento e a ausência do contraponto de idéias, em geral, ocorrem sob o domínio de regime autoritário ou da supremacia de um segmento sobre o restante da sociedade. Além de inibir a alternância do poder, anulando eventuais opositores, ainda permite o favorecimento pessoal ou de determinado grupo. Mesmo conhecendo as qualidades pessoais do atual prefeito e saber das suas realizações em prol do desenvolvimento de Palmital e bem estar do seu povo, mesmo assim, causa espécie saber que nas eleições de outubro de 2008, naquele município, como em outros tantos, não haverá embates de idéias, que não deve ser confundido com o confronto físico e afronta moral, por não comportar o rancor e tampouco a vingança, imprescindíveis para a difusão e aperfeiçoamento da democracia.

domingo, 17 de agosto de 2008

Serra, na expectativa de Kassab capitular

A sagacidade e frieza do governador José Serra o leva a manter equidistância entre os dois candidatos. Fiel aos seus acordos políticos, demonstra simpatia pela candidatura do prefeito Kassab. Ainda assim, não se expõe o suficiente para não incorrer em infidelidade partidária e vai tentando se equilibrar entre dois barcos. Mas, se considerarmos os índices das pesquisas, o governador "tucano" não descarta a possibilidade do candidato dos "democratas" jogar a toalha, desistindo da disputa. Com isso, José Serra ficaria livre do compromisso político e poderia então declarar o seu voto em Geraldo Alckmin. Levando-se em conta o perfil político do governador, que não é de levantar a bola para ninguém, não esperem nada mais do que isso - mera declaração de voto!

sábado, 9 de agosto de 2008

O STF apenas sugere...

Além de observar regra constitucional, a decisão do STF sobre elegibilidade dos candidatos condenados, mas sem trânsito em julgado da sentença judicial, não afronta as exigências ordinárias da Administração Pública quanto a admissão de seus servidores. Neste caso, o poder contratante simplesmente utiliza-se de instrumentos disponíveis, também legais, que alija da eleição o candidato com "ficha suja", simplesmente o preterindo. Agindo assim, o STF apenas sugere ao eleitor que também lance mão do seu voto e, discricionariamente, não eleja o candidato com antecedentes criminais, má-fama, enfim aqueles desprovidos de honradez. As vezes pode vir até favorecer algum apaniguado.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Justiça equilibra embate eleitoral

Alvíssaras à Justiça Eleitoral pela medida adotada - suspender as obras do PAC no Morro da Providência restabelece equilíbrio na campanha eleitoral que se avizinha. Flagrante o favorecimento do candidato Marcelo Crivella, idealizador do projeto, como candidato à prefeitura do Rio de Janeiro. Por esse Brasil a fora, medidas iguais a essa haverão de ser adotadas pela Justiça Eleitoral, visando impedir que as obras do PAC interfiram na escolha livre e soberana do povo brasileiro, quando da escolha de seus futuros prefeitos - as eleições acontecerão em outubro de 2008. Assistimos e ouvimos, com indignação, o presidente petista proclamar-se como cabo eleitoral do seu partido. em cada anúncio ou visita à obras do famigerado PAC. Certamente, não vai ser necessário a existência de mortos, para que ocorram intervenções dessa ordem - basta observar a lei eleitoral!

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

TSE defende equilíbrio na campanha eleitoral

Grossi e Peluso, excelente dupla de ministros do nosso tribunal superior eleitoral, agora atuaram como zagueiros - na defesa de uma campanha eleitoral pretensamente equilibrada - deliberaram no sentido de determinar que a revista Veja, através da Editora Abril, retire outdoor de propaganda institucional com a foto do candidato Alckmin. Seria o momento de indagar aos mesmos magistrados, onde está o equilíbrio dessa campanha quando o presidente / candidato manipula verbas do orçamento, segundo sua conveniência. Para mostrar austeridade, às vésperas do primeiro turno - onde esperava sair consagrado - glosa 1,5 bilhão de reais do orçamento. Um dia depois do primeiro turno, diante da necessidade de submeter-se a um segundo escrutínio, não hesitou em reverter aquela posição de rigor com o dinheiro público, para liberar - através de medida provisória - 1,7 bilhão de reais para atender emendas e de seus aliados e pagar dívidas atrasadas. Agora, ainda mais recentemente, obtém o apoio - o coordenador da campanha governista nega a "compra desse apoio" - do governador do Estado do Mato Grosso, mediante outra liberação de verbas no momento de 3.0 bilhões de reais em favor dos agricultores. Ao mesmo tempo, o ministro Hélio Costa, aparece na televisão anunciando a liberação de outros 700 milhões de reais do fundo de telefonia para compra de computadores para escolas. Mostre-nos então - senhores ministros - onde está o equilíbrio defendido e preservado por disposição de vossas excelências ?

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Gilberto - ao contrário show com idéias . . .

Gilberto - (bem ! todo corpo redatorial da Folha) (leia)

Estão de má-fé ou não assistiram o debate! O massacre de Alckmin contra Luiz Ignácio não foi só no campo moral ! acusações e cobranças. Se deu no campo de idéias. Vamos lembrar algumas passagens.
Na área da segurança pública, que vocês insistem em dizer que é a mais vulnerável do governo paulista. Alckmin enumerou os seus feitos e, ainda, encontrou tempo para apontar soluções. Mudanças na legislação de execução penal e no estatuto da criança e do adolescente. E olhe que foi taxativo quando se declara contra a diminuição da idade penal. Falou das cadeias que construiu e da ausência do governo federal. Não fugiu à comparação com o governo anterior, embora tenha dito que o futuro governo será seu - que é uma verdade, você não pode negar. Sobre seu projeto para a rede hospitalar do Rio de Janeiro - seria oportuno, vocês falarem do descaso de Luiz Ignácio com essa área. Reaparelhamento das forças armadas. Desperdício do dinheiro público - por um caso você não sabe como são utilizados os cartões de crédito da presidência da república, lamentavelmente, o tribunal de contas está segurando o assunto. Mais você vai encontrar no programa de governo do Alckmin. Talvez vocês preferissem que ele apenas lesse o seu programa de governo e não questionasse Luiz Ignácio. Isso não vai acontecer, o petismo deve ser defenestado do governo federal, mas não da vida política brasileira - a alternância no poder e sua possibilidade, são bem-vindas. Abraços!

Segundo turno benfasejo

O debate entre os candidatos Luiz Ignácio e Geraldo Alckimin - realizado pela Band - encerrou há pouco. O candidato / presidente se viu sucumbido pela realidade do seu governo - foi tíbio e acabou envolvido. O candidato Alckmin, demonstrou segurança, bem informado e desenvolveu com desenvoltura suas exposição e, principalmente, suas perguntas. Nada melhor que o compositor petista Chico Buarque - trechos da letra de "Construção" - para ilustrar a atuação do presidente / candidato.

Seus olhos embotados de cimento e lágrima;
. . . .
E tropeçou como se fosse um bebado;
. .. . .
E acabou no chão feito um pacote flácido.

Comenta-se que Luiz Ignácio deixou as dependências da Band muito irritado e, certamente, proferindo os palavrões costumeiros e xingando indistintamente seus circunstantes.

Neste quadro, cabe recomendá-lo:- não beba demasiadamente e não recorra ao exemplo do Getúlio Vargas.

Não se apoquente, haverá tempo de se recuperar .... !

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Um futuro sem medo

Na iminência de se verem defenestrados do governo federal os petistas procuram, aos gritos, infundir o medo no eleitorado. A queda ou equilíbrio dos índices de infração, a serenidade do mercado de ações, câmbio sem sobressaltos, não é fruto e muito menos resultado da administração atual, advém da confiança no futuro. Basta lembrar o clima reinante no país e particularmente na econômica brasileira, quando passávamos por períodos eleitorais - muito mais acirrados como esse - e o medo se instalava em cada um de nós e grassava pela nação. A simples possibilidade dos petistas - particularmente o Luiz Ignácio, por suas qualidades pessoais - assumirem o poder nos causava pavor. Os economistas faziam previsões sombrias. Os empresários suspendiam seus projetos e ameaçavam abandonar o país. Na eleição passada, o candidato vitorioso precisou reformular seu programa de governo - carta aos brasileiros - desprezando definitivamente os alvos e objetivos sempre propagados pelo seu partido e contar, é verdade, com a irresponsabilidade de parte significativa da sociedade brasileira - eu não me incluo nesse rol - para ser eleito legitimamente, num pleito limpo, honesto e sem manipulações. Agora, na iminência de perderem as eleições - no 2º turno - depois de uma administração desastrada e ruinosa para o país, tentando se livrar de um escândalo de grandes proporções e com envolvimento do núcleo do governo e do PT, resolvem descaradamente destilar o ódio e difundir o medo, tentando criar um ambiente hostil como meio de reverterem essa situação - cada mais adversa. Mais uma vez apelam para a mentira e falácias - aliás, sempre foi o mote da atuação petista. Administrar com responsabilidade. Desprezar o compadrio e não incrustar na administração federal pessoas incompetentes e corruptas, é comportamento de pessoas de bem e dispostas a conduzir esse país a lugar seguro. Não se pode alinhar com Chaves, Evo Morales e ter Fidel Castro como modelo. Boas relações é uma coisa, conivência e tolerância desmedida é outra completamente diferente. O aumento de gastos com a administração direta, inchaço da máquina pública e malversação do dinheiro público - observe o favorecimento das ONGS, MST e movimentos ligados aos artistas petistas - é deverás preocupante. Ainda que as previsões dos economistas e empresários venham a se fetivar, diante de alterações na economia mundial, a população brasileira sabe que poderá contar, no futuro, com homens capazes de levar o Brasil a um porto seguro. É sempre bom lembrar ! O governo petista - leia-se Lula - somente conseguiu manter a economia do país em razoável nível, simplesmente porque a encontrou numa direção correta e com regras rígidas - lei de responsabilidade fiscal e inflação sob controle - fruto do trabalho e dedicação do governo anterior. Encontrou ambiente externo favorável e, ainda que cometendo seus desatinos e manifesta desídia administrativa, chegou até aqui. Essa foi a herança maldita tanto apregoada pelos petistas - sua tábua de salvação. Nós, pessoas de bem e suficientemente informadas, devemos manter o equilíbrio e estar atentos o suficiente para não deixarmos que a situação se reverta. A retidão de caráter, honestidade e bons propósitos há de serem distinguidas nesse momento - em detrimento dos discursos raivosos, denúncias recuperadas de outros momentos histórico, mentiras deslavadas e promessas inviáveis - e levadas em conta no momento de elegermos o próximo presidente. Ate lá . . . !

domingo, 27 de agosto de 2006

Assim, fica cada vez mais difícil derrotar Lulla !

Sem embargo, sobre a origem da onda de violência imposta pelo PCC, há que se detectar sua exploração política pelos petista. Primeiro, aproveitando - digamos - a vulnerabilidade do governador Lembo, o governo federal mandou seu mandarim oferecer ajuda federal. Repelida, até certo ponto com veemência, a União lançou mãos dos comandantes militares da área. Como nos tempos da redentora, o governador e seu staff foram convocados para reunião no quartel. Sob promessa da não exploração político / eleitoral do episódio e sua difícil resolução pelo Estado, dali saiu um arremedo de acordo para colaboração - logicamente, de interesse político do governo federal - e promessa de ajuda financeira para reconstrução dos presídios. Ao contrário do prometido, nas primeiras semanas da campanha - como já era esperado - os candidatos petistas , de forma descarada e sem qualquer sensibilidade, exploraram os atentados contra os órgãos públicos e privados, impondo aos 12 anos de governo peessedebista o ônus de sua ocorrência. Depois veio o assédio descarado aos prefeitos municipais - mediante promessas de toda ordem, quando não ameças de represália com cortes de verbas - para aderirem à campanha da reeleição do presidente. Prometem reunir 1.500 prefeitos, de todas as matizes políticas, em Brasília. Agora, é a igreja do cardeal-arcebispo Dom Claudio Hummes - simpatizante das cores petistas - amigo de Luiz Ignácio de longa data, que se apresenta para o serviço final. Promove e deflagra uma campanha - no âmbito de sua igreja - contra a violência e pela paz. Evidente que está a serviço da reeleição de Lulla. Relembrar os lamentáveis episódios ocorridos, neste momento político, serve apenas à sua exploração política - como quis, desde o início, o governo federal. Indaga-se:- "Não seria mais oportuno, como já demonstrou a CNBB, denunciar os corruptos envolvidos no "mensalão", "valerioduto", "vampiros", sanguessuga", "dolares na cueca", "aparelhamento do estado pelos petistas", orientando os crédulos da sua igreja a votar com consciência cívica - mesmo não dando nome aos bois? Ou é melhor mantê-los, como sempre, temerosos da ira dos poderosos e promessas vãs de uma redenção incerta ?
(Diário de Assis (29/08/2006)

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Orestes Quércia - oferta enganosa!

O político Orestes Quércia - de triste memória - atualmente está vendendo fumaça de uma pesquisa eleitoral - de origem, no mínimo duvidosa. Quércia, merecidamente vivia em ostracismo - remunerado pelas "lambanças" que cometeu enquanto Governador do Estado. É verdade que ainda mantém a presidência estadual do PMDB através de meios - digamos, heterodoxos. A partir da pesquisa eleitoral realizada - ou melhor, anunciada - no início deste ano, surgiu como detentor de 1/4 das intenções de votos para Governador. Assim, obteve - da mesma forma que conseguiu sua imensa fortuna - a suposta condição de pêndulo das próximas eleições para o governo estadual. Chegou a ser recebido pelo Presidente Luiz Ignácio e seu apoio tornou-se objeto de desejo de todas as correntes políticas na disputa. Logo descartou sua disposição de concorrer ao Governo Estadual e seu nome - da mesma forma que surgiu na pesquisa - deixou de figurar nas últimas consultas populares. Por isso, a mercadoria que oferece - ou melhor, que os interessados tentam comprar - não se revela de boa qualidade e muito menos de origem garantida. Confirmando seu histórico - de oportunismo explícito - sugere que vai apoiar o candidato favorito, mas promete que apenas vai se definir mais adiante. Enquanto isso, as fichas - à sua frente - vão se acumulando. Cabe apenas alertar aos incautos:- cuidado com o blefe!

Tasso! Assim, não vai dar...

A relação de amizade e de comprometimento político entre o senador Tasso Jareissati e o candidato Ciro Gomes, podemos até entender. O que não se pode admitir é que o lider político ceareanse Tasso, na condição de Presidente do PSDB comprometa a démarche de entendimento do seu partido no âmbito do espectro político nacional, com vistas as eleições de outubro que se aproximam. Não se compreende a postura do presidente Tasso quando deixa-se levar por problemas menores - situado na esfera paroquial - do seu Estado, coloque em dúvida sua condição de levar adiante a candidatura de seu partido à Presidência da República. Lembre-se que ainda não está sendo cobrado por andar atrelado - com Ciro Gomes - que é inimigo fidagal do partido que o senador dirige. Constata-se apenas que alguma coisa está errada ! Ou Vossa Excelência não acredita na possibilidade do PSDB voltar a governar o País.. Ou Vossa Excelência coloca os interesses do Estado do Ceará - entenda, os interesses da sua corrente política no âmbito estadual - adiante dos interesses do seu partido político e até mesmo do seu País. É bom que se defina de uma vez, caso contrário - poderá, até sair vitorioso em seu Estado - mas o PSDB sucumbirá a nível nacional. Aliás, como já ocorreu nas eleições de 2002. O senhor deve se lembrar, não é?

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