Mostrando postagens com marcador ANAC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ANAC. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O filho do Roberto Da Matta morreu desse mal

Como leitor do Roberto Da Matta, cronista do "Estadão", acompanhei e fui solidário com sua dor, quando da morte do seu filho, Comandante da Varig, demitido logo após a venda da empresa. Basta lembrar que a demissão decorreu da famigerada Recuperação Judicial conduzida pelo juiz Luiz Roberto Ayoub. A voluntariedade do juiz causava certa apreensão, mas se acreditava que a inovação jurídica exigia algum risco. Agora sabemos que a vontade e disposição do juiz Ayoub foi motivada por uma situação criada na Anac, mas orquestrada pela Casa Civil - tudo levando a crer que atendia interesse do advogado / compadre do Presidente da República. Portanto, a morte do Comandante Da Matta não foi natural, como se supunha, mas teve como causa a ação maléfica desse grupo de indivíduos - verdadeiros malfeitores!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Missa de corpo de presente!

É um ato religioso, mas também pode definir comportamento do bom administrador. Solange Vieira, atual presidente da Anac, durante os feriados de final de ano, pessoalmente acompanhou o movimento dos aeroportos brasileiros. Trajando colete da Anac compareceu ao aeroporto para se inteirar dos problemas, ouvir usuários e, certamente, fiscalizar o bom andamento dos serviços prestados pelas empresas áreas. Sua presença também serviu para dar o padrão de conduta para seus subordinados. Agora, leio que o presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, empresa vinculada à Anac, se propõe a comparecer nos aeroportos, durante os feriados do carnaval, com o mesmo propósito. A atitude de Solange Vieira e agora de Sérgio Gaudenzi, remeteu à figura de Jânio Quadros. Há registros que o então governador paulista, nos finais de semana, costumava-se postar em postos da polícia rodoviária e orientava os policiais (mandava mesmo!) a parar os veículos oficiais que por ali trafegassem. Dizem que Jânio, pessoalmente, entrevistava os motoristas e ocupantes desses veículos, para inteirar do motivo da viagem. Quando não convencido da conveniência e oportunidade do uso do carro oficial, o veículo era retido e o responsável - toda cadeia administrativa - pela sua utilização indevida era chamado a justificar-se. Evidente que a direção da Anac encontrará dificuldades para solucionar os problemas da aviação brasileira, mesmo porque a administração da área é complexa e a intervenção militar é um complicador. Que os bons ventos da Anac alcancem outras áres da administração federal!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Advogado alega inocência de Denise Abreu, por dever de ofício

Imagine se o advogado de Denise Abreu se pronunciasse de forma diferente. Dal Pozzo haverá de bater-se pela inocência de sua cliente - ao contrário incorreria em infração ético-disciplinar. Aqui entre nós - a conduta de Denise não se restringe à simples improbidade administrativa - haja dispositivo legal para enquadrá-la, face suas múltiplas estrepolias na administração da Anac. Apenas a capacidade jurídica do seu defensor poderá impedir que passe algum tempo atrás das grades - motivos para tanto existem - basta lembrar que de alguma forma concorreu para a morte de 200 pessoas e deixou outras tanto na amargura do luto e do abandono material. Não esquecendo da manipulação do relatório apresentado à Justiça.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Dossiê da Denise Abreu - atribuição da Polícia Civil

Leio que o advogado de Denise Abreu, ex-musa da Anac, requereu junto da Polícia Federal instauração de inquérito policial para apurar a origem de dossiê sobre sua pessoa. Embora não conhecendo o teor do documento, estou certo que o dossiê trata de assunto que diz respeito àquela pessoa - pela indignação, atribuindo-lhe fatos não verdadeiros ou ofensivos à sua honra, apreço e/ou dignidade pessoal. À distância, vislumbra-se, em tese, a ocorrência de crime(s) contra honra da signitária, já que seu conteúdo não foi difundido ou seja, não se tornou público pelo autor, tampouco deu origem à investigação criminal. Não me pareceu correto o seu encaminhamento, na forma de notitia-criminis, à Polícia Federal. No caso, sendo certa a autoria, caberia queixa-crime ou, em caráter preliminar, requerimento para instauração de inquérito policial a respeito.

Todos os direitos reservados.