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quinta-feira, 5 de março de 2015

Virtude ou Defeito?

Todo mundo já percebeu que o Brasil vive um momento - não sei dizer se importante ou simplesmente um período turbulento, em geral, deixam marcas indeléveis - de rearrumação das forças políticas. A meu ver o último período  com essas características aconteceu em 1954, situações que antecederam o suicídio do presidente Getúlio Vargas - e início governo Juscelino Kubitschek. As forças políticas esgarçadas e desmoralizadas pela corrupção, patrimonialismo e desapego com o interesse público; a imprensa manietada por interesses escusos, impregnada ideologicamente e desencorajada de exercer o seu papel num ambiente democrático; e o Povo ? Ah o povo, como na antiga musiquinha, caminha com a cabeça baixa, sem condições de perceber  as armadilhas (e artimanhas) que os líderes de plantão implantam em cada curva da estrada. Nesta quadra da vida nacional, novamente deparamos com uma dessas encruzilhadas, onde o Poder Executivo chefiado por um governo inapetente, sem condições de nos apontar um norte seguro, aturdido por ações, digamos: equivocadas, para não dizer deletérias e impróprias. Enquanto o Poder Judiciário se perde no corporativismo e não consegue oferecer, tampouco distribuir justiça de qualidade, tateia apenas em algumas escaramuças para a qual é levado por outras corporações.Mas é no Poder Legislativo onde encontramos a maior dúvida e que dá nome ao texto - vislumbro ser um reflexo do sentimento das ruas. Ali os parlamentares acabaram de eleger dois personagens reconhecidamente integrados ao que há de pior na política brasileira - ambos traçaram uma vida parlamentar sustentada pelo patrimonialismo, sempre mamando nas tetas do governo e amparados pelas volumosas doações eleitorais. Agora, não mais que de repente, assumem ares de vestais e acabam induzindo a maioria das casas que dirigem a impor reveses ao Poder Executivo - ainda não dá para identificar se essas ações são à vero ou... - aproveitando da sua fragilidade político / administrativa. A virtude que norteia os sentimentos e ações da maioria das pessoas não aparecem com frequência no âmbito do parlamento, raramente encontramos entre seus integrantes pessoas virtuosas de caráter e conduta. Na maioria dos casos, o que denotam são defeitos de toda espécie. Até mesmo de postura no  dia a dia do parlamento. E também na vida particular. Sugerem que simplesmente buscam o mandato parlamentar para se arrumarem financeiramente - que se dane o interesse público. Não se constrangem de mentir e prometer aos eleitores coisas e situações que não poderão cumprir. Assim, não sabemos onde vai dar essa revoada de aparente boas intenções Será que foram despertados para  virtu sugerida por Maquiavel ou apenas assistimos, mais uma vez, a desfaçatez e a dissimulação, como defeitos de caráter!

sábado, 25 de janeiro de 2014

O governo apoia os 'rolezinhos'

O "governo petista", não só na economia - que caminha para  o caos - vem atuando manifestamente  contra os interesses do povo brasileiro. A inflação galopa no sentido de alcançar "brevemente" os dois dígitos - enquanto isso, os reajustes dos aposentados e pensionistas, de um modo geral,  não acompanham nem mesmo  os índices inflacionários e o segmento vê seu  "poder de compra" diminuir  e sua qualidade de vida deteriorar sistematicamente. Talvez por ter perdido o "bonde da história" durante as manifestações de junho de 2013, o governo de maneira nem um pouco sorrateira, vem apoiando as invasões e depredações de shoppings - sempre com vista as próximas eleições, pretendo angariar mais  esse segmento como "massa de manobra" em suas pretensões políticas e perpetuação no poder. Felizmente, a população que trabalha, produz e busca a tranquilidade, segurança e paz para criar os seus filhos, vem se manifestando sistematiacamente em todos os seus níveis sociais e econômicos contra os denominados "rolezinhos". Lamentavelmente, para nossa contrariedade, não só o governo, como alguns intelectuais e a imprensa em geral - as exceções confirmam a regra - glamorizam esse movimento e curiosamente, encontra nele até mesmo manifestações culturais de uma parte da população marginalizada - ainda que consuma tênis e roupas de marcas e contém com família organizada, em sua maioria estudantes, enfim vivem com o conforto oferecido à nossa classe média. Suponho que por ocasião das próximas eleições o eleitor  brasileiro saberá detectar as peripéciais do atual governo e a necessidade, urgente, de uma alternância do poder, em todos os níveis da nossa política/administrativa.

sábado, 26 de outubro de 2013

Fala de um Oliva!

Oliva é o sobrenome paterno do ministro da educação - um general afinado com os métodos da ditadura militar. Ao dirigir-se aos candidatos do exame do Enem, ao invés de orientá-los com a segurança de um educador, preferiu ameaçá-los, impondo o terror da eliminação pelo simples fato de postarem alguma mensagem nas redes sociais sobre o exame que acabavam de realizar - por exemplo: familiaridade com o tema da redação ou coisa parecida relacionada com o bom desempenho. O ministro que adotou o sobrenome materno para se safar de eventual identificação com o regime militar, agiu como um dos piores censores daquele período negro da história brasileira. Portou-se como um verdadeiro Oliva!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Enfim, uma manifestação de lucidez

Até aqui o episódio da suposta espionagem e escuta telefônica, atribuídas a governos alienígenas, foram tratadas com a racionalidade própria de uma "campanha eleitoral" - até à exaustão! Como soe acontecer em nenhum momento o governo petista atribuiu à sua total ineficiência na área da defesa cibernética a origem da questão. Seria o mesmo que daquela dona de um apartamento que não veda suas janelas e reclama quando a molecada da vizinhança poê-se a espiá-la. Não é razoável alguém que tenha piscina no quintal da sua casa e não preserve a  intimidade familiar com muros, cercas vivas ou tapumes. No caso in concreto é o que vinha acontecendo com as informações governamentais - a Petrobrás parece que assegurou a sua privacidade, pelo menos é o que demonstra a postura de empresas dos países acusados ao abandonarem o leilão de área petrolífera licitada. Agora, esgotada
a fase de acusações hidrófobas, o Governo Federal - mesmo tentando manter o assunto em evidência, como ferramenta de marketing eleitoral - anuncia medidas objetivas para evitar a "invasão da sua privacidade". Para tanto é preciso angariar capacidade para gerir, preliminarmente, os recursos ordinários (previstos no orçamento) para então obter resultados que assegurem a inviolabilidade dos seus arquivos e meios de comunicação.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Os fantasmas do ministro da justiça

A figura apresentada pelo Ministério da Justiça, tudo indica para descrever suas dificuldades em encaminhar os assuntos afetos a seu cargo, apenas reflete o resultado do aparelhamento de cargos nos governos petistas - é a forma do PT governar! No caso do ministro da justiça, apenas reflete o perfil da sua formação profissional. Para quem não sabe, o ministro é egresso do Ministério Público do Estado de São Paulo. Na sua formação e desempenho de suas atribuições cotidianas, ao promotor de justiça não é dado decidir - salvo em questões interna corporis. No entanto, ao membros do Ministério Público, órgão essencial ao funcionamento da Justiça, no exercício de sua atividade não cabe decidir - suas atribuições rotineiras são:- propor, requerer, requisitar, recorrer, fiscalizar e quando muito instaurar alguns procedimentos visando apurar "impropriedades administrativas". Assim, quando alçados a cargos de escolha política e nomeação ad nutun, acabam encontrando sérias dificuldades no momento de enfrentar o problema e, principalmente, escolher e impor-lhe solução adequada. Daí vem o temor descrito pelo Ministro da Justiça - é normal pela falta de vivência e, no caso dele, pela insegurança que sua chefe irradia. Se resume em um dos custos  do aparelhamento do Estado!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Vai correndo senador!

Já havia aventado essa possibilidade tão logo o governo brasileiro emitiu as primeiras notas sobre a fuga do senador Molina, da Embaixada Brasileiro em La Paz. No entanto, diante da fúria da "presidente petista", manifestada nos seus últimos pronunciamentos - aliada aos atos assinados pelo novo ministro das relações exteriores, exonerando o  embaixador e o ministro conselheiro, parece que antes mesmo da aprovação do seu nome pelo plenário do Senado da República, o político boliviano corria sérios riscos em permanecendo no território brasileiro.  O "petismo" em geral tem manifestado repúdio à entrada do senador Molina no território brasileiro. Definitivamente, apesar de acolhido como asilado, Molina tornou-se persona non grata diante do nosso governo. Diante da postura do governo petista e do seu comportamento em situações similares (vide o caso dos boxeadores cubanos), não e de se estranhar se o Governo Brasileiro aceitar o pedido de extradição do governo boliviado e entregar (encaixotado como encomenda) o político boliviano, com um agrado ao presidente do país vizinho. Resta então ao senador Molina refugiar-se o mais rápido possível, na embaixada de outro país reconhecidamente democrático - preferência EUA. Canadá ou país Europeu. Pelo sim, pelo não, sua segurança estará preservada e seu gesto desnudará de vez o arremedo de democracia que grassa nos países desta parte subdesenvolvida da América do Sul.

Tercerização equivocada

O instituto de terceirização de serviço, suponho fruto da brisa liberal que felizmente grassou por nossa paragem, quando bem bem realizado, em geral traz benefícios tanto ao contratante como à empresa ou cooperativa contratada - por sinal, o Congresso Nacional está discutindo a implantação de uma legislação moderna e específica sobre o assunto. Enquanto isso, pelo que me é dado observar, essa relação é disciplinada pelas regras do Código Civil (no que diz respeito aos contratos e responsabilidade civil) e Consolidação das Leis Trabalhistas - no entanto, em qualquer situação a responsabilidade é sempre solidária das partes envolvidas no contrato. Por essa razões as cláusulas contratuais haverão de ser claras e do conhecimento de todos os envolvidos. Lamentavelmente não é o que vislumbramos nesse simulacro de "terceirização" - que o governo petista está ultimando para trazer médicos cubanos.

Antes, é bom deixar claro que a ninguém, em sã consciência, haverá de ser contra o concurso de mais profissionais da medicina para atender, mormente as regiões mais carentes e isoladas do país - depois, esperamos poder contar com melhores instalações, recursos condizentes, remuneração justa e condições de trabalho em segurança. Retornando, lembro que esse contrato, curiosamente, é realizado entre três partes - nessa conta não entra o profissional envolvido. Segundo, por sua origem e volume de médicos envolvidos (4.000), fica difícil estabelecer a qualificação desses profissionais sem uma avaliação específica, inadmissível desconhecer se concluiram o curso de medicina, nesse caso, a caretirinha apenas não vale, tampouco ignorar o seu currículo escolar e também conta a experiência profssional acumulada.

Observem que os médicos oriundos de outros países, ao que tudo indica, não estão recebendo as mesmas restrições - certamente pelos motivos opostas Terceiro, como receber um prestador de serviço do qual desconhecemos a sua remuneração - não vale fazer proselitismo político/sociológico, como ouvimos da vice-presidente de Cuba. Um escárnio à nossa inteligência! Apenas para exemplificar, na hipótese de uma empresa ao terceirizar os serviços de portaria e limpeza de suas instalações, um dos contratos mais comuns, acompanhado da vigilância e segurança - por certo o empresáŕio, através da área específica, não deixará de acompanhar a avaliação da seleção, qualificação do profissional e suas  condições de saúde. Não custa lembrar julgados que responsabilizaram a empresa/contrante por
descumprimento, não só das regras trabalhistas, como também da responsabilidade civil. Por isso ignorar os salários do empregado é de leniência suoimpa - como diria Roberto Jefferson, isso para não ferir 
suscetibilidades.  E atentem:- ainda não foi ventilado o risco do retorno do "foquismo", através da manipulação dessa massa carente, pouco instruída e abandonada pela inércia de nossos governantes - com mensagens inverídicas sobre o regime socialista do país onde vivem - onde reina a igualdade, gozam de liberdade, usufruem de moradia digna, pleno emprego, conforto de uma vida social estável e que estão aqui apenas para ajudar os desassistidos e explorados pelo regime capitalista injusto. Ficaremos atentos - apenas lamentando que a imprensa brasileira tende a capitular e se entregar ao "canto da sereia"!

Saboia nosso guardião

Nesses tempos obscuros da nossa Relação Exterior, onde o Itamaraty atende o viés "progressista" dos últimos governos brasileiros, não podemos deixar passar em branco a ação do jovem diplomata - Ministro Eduardo Saboia, por ocasião da transferência do senador boliviano senador boliviano Roger Pinto Molina. Não se trata apenas de um ato de coragem e desapego com a estabilidade do seu cargo - vai mais longe - encontramos neste episódio a demonstração do caráter e compromisso de um servidor vocacionado para atender, prioritariamente, o interesse público e humanitário, privilegiando a liberdade individual.

No Itamaraty devem existir outros Saboia, talvez sem a disposição de enfrentar situações extremas como esta e decidir - sem hesitar e decidir em favor da saúde e liberdade de um senador, eleito por seu povo e que se apresentava como opositor de um governo antidemocrático, perseguidor de seus adversários, incluindo empresas estrangeiras, sem sofisma ou disposição para um entendimento democrático. Devemos acuir que a situação era extrema - o cidadão boliviano acolhido na Embaixada do Brasil, como asilado político, há mais de quinze meses aguardava
por um "salvo-conduto" - alcançado pela força moral e coragem pessoal de um jovem diplomata.

Haveremos de nos orgulhar de Eduardo Saboia, diplomata de carreira, que colocou em xeque sua carreira e a fúria do "petismo desgovernado". Por onde anda o senador Suplicy ou como dizia Paulo Francis, nosso "Modagon", que não se manifesta em favor do asilado e, particularmente, do seu protetor e caucionador da sua liberdade.

Presidente da Vale mostra desinteresse pela MMX

No mínimo intrigante a manifestação do presidente da  Vale ao afirmar desinteresse pela MMX. Mesmo porque as instalações, equipamentos, jazidas e exploração relacionadas com a empresa controlada pelo famigerado grupo "X" compõe o portifólio da maior mineradora brasileira. Neste momento em que a MMX passa por dificuldades financeiras, decorrentes particularmente pela gestão temerária do seu controlador, revela menosprezo ou disposição de adquiri-la mais adiante, quando estiver em mãos de outros controladores - preferencialmente de estrangeiro - quando então a "negociata" pode ser estabelecida. Mais ou menos como aconteceu com a Refinaria comprada pela Petrobrás, na gestão do "petista" Gabrielli, em Passadina, na Califórnia - EUA.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Guarda Nacional, é uma falácia!

Uma invenção "petista" - como outras, não passa de um embuste demagógico e populista - na tentativa de apresentar-se como um governo atuante e em condições de socorrer os Estados membros. Aos incautos, passa a ideia de um governo ágil e organizado, em condições de oferecer um dispositivo uniformizado - quando na realidade recruta das policias estaduais um grupo de milicianos disposto a distanciar-se da sua cidade e da sua família, a troco de uma substancial gratificação. Não existe um efetivo expressivo, vão reunindo esse pessoal de acordo com as situações já instaladas. - quando o ideal seria que o governo central mantivesse um  corpo efetivo, concursado, e que trabalhasse  sob o comando e orientação da Polícia Federal. Agora, chega a ser ridículo o "governo petista"  mandar 100 ( cem ) homens para o Estado de Santa Catarina, cujo efetivo policial - suponha-se em torno de 10.000 milicianos - encontra sérias dificuldades para inibir a ação do crime organizado. Nesse sentido, o Estado de São Paulo, que enfrentou no 2º semestre de 2012, ações orquestradas também pelo crime organizado, não aceitou essa "balela" de Guarda Nacional ofertada na ocasião com ampla cobertura pela imprensa pelo Governo Federal - no máximo, para não entrar no jogo político "petista", aceitou enviar um preso para Presídio Federal. Imagine a contribuição de 100 policiais - trabalhando em  turno de 6 horas - no serviço de policiamento na área metropolitana de Florianópolis,  quase nenhuma. Como levar a sério uma ajuda que corresponde a 1% do efetivo daquele Estado, se resume a um "faz de conta", um siste de mau gosto. - por envolver a paz social de uma população pacata e receptiva.

Estatística Criativa!

Antes o Governo Federal nos apresentou a "contabilidade criativa" ( ou seria "manipulada" ?) onde os valores considerados investimentos eram
inflados de forma a robustecer o "superavit primário" - uma invenção petista. Desta vez, o Ministro da Justiça nos oferece a "estatística criativa". Os números de acidentes e seus resultados desde sempre foram levados em seus números absolutos - as comparações eram nominais, na forma mais singela. Agora, o governo petista mais uma vez investe na ignorância da opinião pública - a seu ver manipulável, como seus números. O ministro, promotor de profissão, não se acanha de anunciar a redução dos números de acidentes e seus efeitos ( mortos e feridos ) tomando por base o aumento da frota de veículos - como disse: "por milhao de veículos licenciados". Se levasse em conta o crescimento populacional ou os quilômetros rodados, talvez encontrasse números ainda mais favorável ao seu governo - ainda que não reproduzisse a precariedade das nossas estradas e a deficiência no policiamento e  fiscalização dos motoristas. A prisão de 600 motoristas, durante o Reinado de Momo, não significa muita coisa - considerando os cinco dias e os 20 mil quilômetros de rodoviais federais, se resume em pouco mais de 100 prisões por dia ou uma prisão a cada 320 quilômetros. Um pouco mais de uma prisão, a cada viagem  Rio - São Paulo. Se contarmos os agentes de serviço -  dará uma prisão para cada grupo de 10 patrulheiros. Ainda é pouco!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Redução - na conta ou na tarifa?


Como sempre acontece nesses casos - o populismo desenfreado, ao final, sempre acaba encabelando a população, principalmente os eleitores. O governo petista, cada vez mais ousado, anunciou aos quatro cantos o desconto, em torno de 20%, na conta da luz. Em seu comunicado, mais adiante subrepticiamente sugere que redução alcançará apenas a tarifa cobrada no fornecimento de energia elétrica. Evidente que o desconto prometido não alcançará integralmente a "conta da luz" - existem penduricalhos, por exemplo a taxa de iluminação pública que é municipal e varia de cidade para cidade, não será alcançada pelo desconto. Então tudo indica que seremos ludibriados mais uma vez. Isso acontece quando o interesse é orientado exclusivamente pelo aspecto político/eleitoral - a pílula haverá de ser dourada, não importando o alcance do seu efeito - se houver o benefício, melhor! Simplesmente porque um povo acostumado com a espoliação - via cobrança abusiva de tributros, basta atentar para a tabela do imposto de renda, a corrupção através de obras super faturadas ou simplesmente pelo favorecimento da "companheirada", talvez não perceba o engodo. Infelizmente, com benesses desse jaez, o projeto de poder continua - enfim, cada país tem o "PRI" que merece!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

OS NÚMEROS MÁGICOS DA PRESIDENTE

Desde os tempos de Casa Civil a atual Presidente da República vem insistindo em apresentar – que, em geral, se transformam em promessas vãs – números e meras intenções governamentais, por irrealizáveis.

Lembram-se  da “crise da aviação” - o ministro da defesa Waldir Pires, sem nenhum crédito, foi transformado num simples “fantoche”, coitado! -  surgiu então a "mãe do PAC", a toda poderosa ministra-chefe da Casa Civil, com objetivo de aplacar a insatisfação dos usuários, anunciou a construção do  “3º aeroporto” em São Paulo. Na ocasião, em entrevista coletiva chegou a afirmar- “Só não vou anunciar agora a localização para não provocar especulação imobiliária...“

Em setembro último, as vésperas das eleições municipais, usando indevidamente o horário reservado para pronunciamento institucional, proclamou que no transcorrer de 2013, o valor da energia elétrica seria reduzida em 20% - talvez tenha se esquecido de mencionar o mês.

Agora, sem qualquer hesitação (ou constrangimento) - mesmo contrariando pareceres abalizados, dentro e fora do seu governo – insiste em anunciar a construção de mais de 800 aeroportos regionais em todo país.

Inacreditável sua capacidade de transformar meras conjecturas, em promessas irrealizáveis - simplesmente, por inviáveis!

Assim, ela ainda acaba alcançando 100% de aprovação de seu governo - acreditem se quiserem!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Trabalho de equipe ou aparelhamento?

Já não se discute mais o aparelhamento dos últimos governos do país. A sequência de escândalos envolvendo servidores de escalões superiores - alguns vizinhos do Gabinete Presidencial - de per si demonstram o "mar de lama" que permeia a Administração Pública Federal. Primeiro foi o Chefe da Casa Civil que organizou e comandou a "quadrilha de mensaleiros" -  agora condenado pelo STF, apesar das negativas, esperneio  e pressão manifestadas pela  alta cúpula do nosso "PRI". Depois a "colaboradora de confiança" da atual Presidente da República (ou presidenta, como gostam de dizer seus áulicos) a quem confiou a Casa Civil quando se afastou para candidatar-se. Não esqueçamos dos "malfeitos" - eufemismo utilizado pelo governo para tratar da corrupção em seu quintal - nos Ministérios do Transportes, Esporte, Turismo, Saúde e outros - difícil saber em que área não grassou essa "erva daninha" e lamentar que nossos governantes continuam a afirmar desconhecer as falcatruas. Atualmente, veio a público o envolvimento da chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo - pelo que indica as revelações da PF, trata-se de "chefe de quadrilha" com ramificações na alta cúpula do poder central - ainda não se pode mensurar o alcance desse último escândalo. A dúvida que paira e também não esclarecida é saber até que ponto o governo e a administração federal estão contaminados com esses acalentados "malfeitos". O certo é que o nosso "PRI" está a criar uma "nova Casta" na sociedade brasileira - e não se trata da festejada "classe média".  Reconhecidamente essa "elite" está sendo montada nos escaninhos da Administração Federal, constituída por apaniguados de sucessivos governos petistas - como é caso desses "irmãos Vieira". Sem pudor ou qualquer tipo de medida, com total ausência de escrúpulos, desprovidos de valores éticos e desprezo pelo dinheiro público. Resta indignar-se, torcer e esperar que ainda assistiremos a ".... volta da aroeira ..." , na forma de cobrança política ou judicial que um dia advir. Acalenta-nos saber que o STF já sinalizou que essa cobrança é possível!

sábado, 1 de setembro de 2012

Mensalão oficializado

Nossas homenagens ao STF - condenações de mensaleiros e seus patrocinadores não só redimem o Brasil, como também lavam nossa alma. Contudo, nos parece que os métodos agora definitivamente desnudados (compra de parlamentares) acabaram oficializados através das emendas "ditas parlamentares" - mais correto seria dizer "particulares" - por servirem exclusivamente a seus interesses  eleitorais e não ao país. Não é à toa que o governo petista costuma liberá-las a macheias (sic) nas vésperas de votações de seu interesse no Congresso Nacional. Chegam ao cúmulo de estabelecer limites ou teto ao valor dessas emendas - como se fossem realmente compra ou retribuição de favores prestados. O momento dessa negociações é agora, por ocasião da elaboração e discussão do orçamento do próximo exercício - o número de cada bancada e sua fidelidade ao governo é que farão estabelecer o montante de emendas que caberá a cada um de seus parlamentares. Como de praxe acontece em negociações desse tipo, raramente essas emendas atenderão o interesse público - o vício de sua origem, em geral, a fará transformar em moeada de troca com os patrocinadores de campanhas eleitorais.Felizmente, já podemos apontar esse tipo de maracutaia, sem cometer injustiça!

sábado, 14 de abril de 2012

Cachoeira vem de longe - faltou investigação!

A intimidade de "Cachoeira" com o poder vem de longe - quem não se lembra do vídeo onde ele negociava propina com Waldomiro Diniz? Não custa lembrar que o fato ocorreu durante o primeiro governo petista - e o fato já revelava, nada mais nada menos, seu acesso à Casa Civil, onde reinava o então "capitão do time". Então nenhuma estranheza sobre a proximidade do "banqueiro" com o mundo político. Talvez, na época, tenha faltado disposição para aprofundar as investigações em direção a Goiás - preferiram desviar o foco para Minas Gerais, onde surgia acusação contra um tucano plumado. Agora, a CPMI de iniciativa do petismo novamente tem interesse em "embaralhar o jogo" - mais uma vez busca nivelar seus criminosos com os demais infratores. Por certo, devem contar com o silêncio de "Cachoeira", que tem a escudá-lo, na condição de defensor, o ex-ministro da justiça petista - acreditando poder repetir o depoimento do publicitário Mendonça na CPMI do Mensalão. Lembram-se?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Comissão da Verdade

A minha sugestão para a "Comissão da Verdade", ainda não composta, é buscar nos serviços reservados das PMs - também conhecidos pela sigla P2 - informações sobre os períodos investigados. Particularmente no pós 64, as unidades da PM/SP no interior do Estado eram orientadas a colher informações - denominadas psicossociais (?) - para municiar o seu banco de dados e repassá-los aos órgãos congêneres das Forças Armadas. Também as delegacias de polícia - no caso, organizados pelas seccionais - colhiam dados e informações de natureza político / socials, depois repassadas para o DEOPS. Estou certo que a Comissão encontrá proveitosa fonte de informações de interesse para o bom desempenho da sua difícil missão - Estejam certos, poucos estarão propensos a colaborar!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Falsidade, fruto da ideologia

Talvez o presidente petista quisesse afirmar "falsa ideologia",  quando se  aventurou a definir a figura criminosa que incorrera, os autores da quebra do sigilo fiscal de Verônica Allende Serra. Sua dificuldade com o vernáculo é por demais conhecida!

sábado, 3 de abril de 2010

Meirelles volta menor!

Entre suas idas e vindas, o ministro Meirelles ao ver invibializadas suas pretensões políticas, praticamente voltou para o Banco Central. Desta vez reconhecidamente "menor", já que não poderá mais contar com os seus escudeiros - profissionais, reconhecidamente capacitados, escolhidos a dedo no mercado de capital. Agora deverá submeter-se ou não ao pessoal da casa - funcionários do BC que passarão a compor (não só com maioria, mas também com o viés desenvolvimentista imposto pelo Ministério da Fazenda) o Copom. Resta aguardar como sairá Meirelles na condução da política monetária daqui para frente - não custa lembrar que o presidente petista não costuma dar respaldo para perdedores ( vide o Sérgio Cabral! ).

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Gabrielle, apenas um agente do governo

A entrevista do José Sérgio Gabrielli deve ter causado frisson nos acionistas da Petrobrás. Como militante petista, em nenhum momento hesitou em colocar-se como agente do governo federal e fiel aos princípios que norteiam as ações e estratégia de manutenção no poder pelo petismo. O retorno do monópolio, em todas as instâncias, no ramo do petróleo e seus derivados (ainda busca gerir outras fontes de energia), é o ponto fulcral da sua gestão. Ignora as leis que regem o mercado e sua preocupação com os interesses dos acionistas praticamente inexiste - pelo menos não a manifestou. Aliás, sua gestão (temerária) em outros momentos já havia revelado falta de compromisso, tanto com os acionistas como com os consumidores brasileiros. Essa postura ficou evidente quando manteve (para o consumidor interno) o preço dos combustíveis, enquanto o petróleo alcançava valor estratosférico no mercado mundial. Ainda mais estranho quando manteve inalterado o preço dos derivados do petróleo na baixa - período que retornou a valores quase irreais. Reconhecidamente, no primeiro momento agiu exclusivamente como agente do governo (sem qualquer compromisso com o acionista) e no momento atual, quando o valor do petróleo retorna para patamares razoáveis), resolve agir em nome da "boa-gestão" mantendo ou até mesmo reajustando o preço dos combustíveis (desta vez desprezou o interesse público/consumidor).Tanto no primeiro momento como atualmente, sua gestão continua sendo temerária - caso houvesse livre concorrência fica claro que seus métodos não seriam sustentáveis. Nesse aspecto basta lembrar as dificuldades que a empresa passou durante a "crise internacional" (quase uma marola!) quando precisou socorrer-se de empréstimo a "fundo perdido" junto a Caixa Econômica Federal para atender compromissos imediatos - chegaram a comentar sobre a inexistência de caixa. Por isso, sua proposta de recuperação do monopólio na exploração, refino e distribuição dos derivados do petróleo soa arcaica e insustentável no decorrer do tempo - no momento estamos assistindo a derrocada da IPDVSA sob a batuta de um governo parecido e uma gestão semelhante!

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