Mostrando postagens com marcador cotidiano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cotidiano. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Gil Rugai, mau filho!

Acusado do assassinato do pai Luiz Carlos Rugai e da madrasta Alessandra de Fátima Troitino, Gil Rugai pode ser condenado ou absolvido. Mas desde já está fadado ao repúdio popular por sua falta de pudor ( ou qualquer outro valor moral ) ao assacar contra a honra de seu pai - ao permitir que sua defesa tornasse público eventual hábito de "fumar maconha". Se existem falhas no processo, particularmente a ausência de provas convincentes de sua participação no crime, a menção da existência de "maconha" na residência do casal ou o envolvimento do pai de seu instrutor de vôo com tráfico internacional, torna-se gratuita, beirando a infâmia - simplesmente por dizer respeito a uma das vítimas desse bárbaro crime. Certamente haveriam outros motivos para emprego de argumentos dessa natureza - mas sua defesa preferiu abandonar a ética, o respeito aos mortos e desprezo pelos vínculos familiares no afã de livrar o "mau filho" da conduta odiosa. Por razões outras, Gil Rugai poderá ser absolvido, mesmo assim acabará sofrendo condenação pública, através do repúdio popular pelo assassinato moral de seu pai - o chefe de família, publicitário, esportista e cidadão prestante, certamente não merecia receber publicamente, depois de morto, a pecha de "maconheiro" Tudo leva a crer que desse veredicto Gil Rugai não poderá apelar!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Parece até que não percebemos...

Não me digam que não é asustador o número e a constância de explosões de caixas eletrônicos e agências bancárias - além da sua incidência alcançar praticamente os quatro cantos do país. Não sei dizer se é justificável este alarme, mas aqui de longe - moro na zona rural do interior do Paraná - fico indignado em abrir o noticiário e toda manhã saber de novos casos. Chego a supor que nossas autoridades, particularmente os órgãos responsáveis pela segurança pública e repressão criminal, tampouco a população, não vislumbram a gravidade do problema, salvo quando as explosões ocorrem próximas de suas casas, revelando nem um pouca assustada (ou talvez insensíveis com mais esse problema afeto à sua segurança, por serem muitos...). Agora, não me digam que explodir prédios e equipamentos é crime comum - que não passa de um furto qualificado, como afirmam os entendidos - prefiro me precaver e afirmar: é terrorismo puro, por muito menos, em países mais organizados, todo aparato de informação (ou seria infiltração e espionagem) prevenção e repressão estariam mobilizados, no afã de coibir e prender os autores dessa prática criminosa. Os banqueiros, com todo poder que usufruem, também não se mobilizam, até parecem satisfeitos com o ressarcimento, certamente oferecido pelas seguradoras - "a segurança pública que se dane " Enquando isso, os meios de comunicação e nossos legisladores preferem dar prioridade à discussão da lei seca (também importante, mas... !) e a copa do mundo (e seus despresíveis entraves...!) O número de marginais, potências das armas empregadas e volumes de explosivos empregados nessas ações são realmente assustadores - talvez os responsáveis pela segurança pública venham apenas se mobizar quando esses atentados alcançarem os quartéis, delegacias, presídios, tribunais e outros prédios públicos e particulares. Capacidade de ação e mobização os marginais demonstraram possuir e dispor cada vez maior - além da ousadia, alimentada até agora pela facilidade de agirem!

sábado, 30 de agosto de 2008

Fumante, não é infrator contumaz

Há mais três décadas sem fumar, por opção exclusivamente pessoal, venho assistindo o fumante ser tratado como infrator contumaz. Tornou-se quase um pária da sociedade - o próprio fumante anda se isolando, na varanda, no quintal ou na calçada. Poucos ousam dar suas tragadinhas no recôndito de suas casas - seu prazer tornou-se inconveniente para os demais. O hábito de fumar, praticamente foi erigido à condição de crime e, agora, lamenta-se até da falta de repressão como se fosse um ato anti-social - lamenta-se a aplicação de apenas duas multas durante o ano. Curioso é que as pessoas e a imprensa, em particular, não demonstram a mesma intransigência com outros tipos de comportamentos individuais ou coletivos, que também atentam contra a saúde e até mesmo contra a paz pública. Um exemplo é volume excessivo do barulho nas cidades; outro, o grande consumo de bebidas pelos jovens, além de alguns comportamentos igualmente extravagantes e perniciosos, que passaram a ser tolerados e relevados pela sociedade - tão cruel com os fumantes. Com isso, a vida vai se tornando mais chata - bons tempos, "um cigarro antes e o uísque depois".

domingo, 29 de junho de 2008

Porque não preciso...

A expressão de Paulo Maluf:- "não roubo porque não preciso" - faz lembrar frase de Jânio Quadros: - "bebo porque é líquido, se fosse sólido comê-lo-ia".

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Vivemos a experiência de um tremor da terra

Uma experiência incomum. Estávamos na sala do apartamento dos amigos Luiz Alberto e Meire - 12º andar - com vista para a Praia da Enseada e mata do Morro do Maluf, batendo-papo e jogando baralho, quando sentimos o piso tremer. Eu disse "piso" e não Pizzo, este sobrenome do consagrado educador Luiz Alberto Pizzo - *além de excelente goleiro, costumava exibir-se para os seus alunos encestando do meio-da-quadra, mas de costa* - lá em Campinas. Apreensivos, mas sem supor o que realmente estava acontecendo, comentamos se alguém estava batendo os pés no chão ou balançando as pernas - *assim como acontece nas casas com o piso assoalhado*. Lembro, quando criança, durante a transmissão do Repórter Esso, não podíamos passar correndo pela sala, isso para não prejudicar a sintonia do rádio. Hoje, não atentamos para a ocorrência de abalo sísmico, mesmo porque consistiu apenas em dois tremores, representados por duas breves trepidações - *iguais quando o trem passava pelo pátio da estação de Ourinhos*. Mais tarde, depois de nos deixar em casa, nossos anfitriões telefonaram comentando sobre o tremor registrado em alto-mar, 5.2 graus na escala Richter. A imprensa falou em terremoto, mas como aconteceu no meio do oceano - não seria o caso de maremoto? Então me ocorreu que vivemos uma experiência incomum - certamente, poucos brasileiros sentiram literalmente o chão tremer, outros o sentem rotineiramente por incorrerem em "erros" e "equívocos", principalmente na administração federal.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Felizmente, a cafetina saiu de cena

A vida moderna está mesmo dinâmica! Imaginem que por duas semanas as páginas dos jornais e os noticiários das TVs se ocuparam da cafetina Andréia Dias Schwartz, que ajudou o FBI derrubar o governador Eliot Sptzer, do Estado de New York. A capixaba desembarcou protegida por esquema de segurança particular e somente reapareceu em público, através do Fantástico da Rede Globo, com um novo visual. Embora haja controvérsia, a empresária negou que estivesse cobrando cachê para dar entrevista. Com o decorrer dos dias, o noticiário passou a ser ocupado com a morte da pequena Isabella e as prisões do seu pai e da sua atual esposa. E com isso, a figura de Andréia Dias Schwartz e sua história de vida nos Estados Unidos deixaram de ser relevantes, permitindo que ela retomasse sua vida - incluindo atividades profissionais!

Todos os direitos reservados.