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sábado, 26 de outubro de 2013

Fala de um Oliva!

Oliva é o sobrenome paterno do ministro da educação - um general afinado com os métodos da ditadura militar. Ao dirigir-se aos candidatos do exame do Enem, ao invés de orientá-los com a segurança de um educador, preferiu ameaçá-los, impondo o terror da eliminação pelo simples fato de postarem alguma mensagem nas redes sociais sobre o exame que acabavam de realizar - por exemplo: familiaridade com o tema da redação ou coisa parecida relacionada com o bom desempenho. O ministro que adotou o sobrenome materno para se safar de eventual identificação com o regime militar, agiu como um dos piores censores daquele período negro da história brasileira. Portou-se como um verdadeiro Oliva!

sábado, 19 de abril de 2008

O bedel virou reitor

No mínimo curiosa a versatilidade de Roberto Aguiar, recém nomeado reitor pró-tempore da Universidade Nacional de Brasília. Antes, o jurista ocupou a cargo de Secretário da Segurança Público do Estado do Rio de Janeiro, marcando sua gestão mais pela loquacidade do que pelo resultado do combate à criminalidade. Agora , no calor da sua posse, já faz concessões aos estudantes amotinados e consegue a desocupação da reitoria da UNB. Parece que a tolerância, marca da sua administração à frente da SSP / RJ, dará o norte da sua direção à frente da universidade. Evidente que não se pode esperar grande progresso na relação entre o corpo docente e estudantes da UNB. Seria mesmo que promover o bedel à diretor da escola - com todo respeito ao bedel! Esperamos apenas não se repetir o flagelo que envolve a segurança pública do Rio de Janeiro.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

A desídia dos professores

A falta de assiduidade dos professores da rede pública não nos supreende - somos pais de alunos, que sobreviveram a essa calamidade. Estamos a assistir a administração estadual, no âmbito da Secretaria da Educação, tentando coibir o excesso de faltas e descompromisso dos professores com o ensino público - inclusive oferecendo um ranking dos mais faltosos. Por outro lado, já assistimos o Ministério Público ameaçar pais e até mesmo processá-los por crime de abandono intelectual - isso, quando deixam de matricular e acompanhar a freqüência de seus filhos na escola. A mesma diligência os Promotores de Justiça têm demonstrado quando buscam responsabilizar os detentores de mandato popular, através do voto, por ações que possam caracterizar improbidade administrativa - nesse mister, sempre os aplaudimos. Apenas lamentamos que o Ministério Público, certamente pela falta de visibilidade do problema, ainda não tenha percebido que o comportamento dos professores faltosos contumazes - em tese - pode estar extravasando o âmbito administrativo, de forma a afrontar outras áreas também protegidas pela lei. Evidente que estão a sonegar direito inalienável de seus alunos, aliás a educação é garantia constitucional (Artigo 6º da CF) e quando os maus professores agem a socapa estão a contribuir para o abandono intelectual dos seus alunos. A curadoria da criança e do adolescente (ou seria da infância e da adolescência) haverá de atribuir aos Promotores de Justiça a obrigação legal de intervir em situação dessa natureza, já que de alguma forma haverá prejuízo irreparável ao infante submetido à ação deletéria de uma gama de professores desidiosos.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

O professor tem razão

Pode-se dizer oportuna a exposição do professor Luciano - no texto "Bacuraus da Língua" (Debate 05/08) - embora, como ele mesmo admita, desperte pouco interesse. Nesse sentido, cabe denunciar o uso indiscriminado - evidente o modismo - de algumas expressões. Por exemplo:- "o mesmo", empregado de forma imprópria, demonstrando extrema pobreza no vocabulário do autor; ou quando se inicia a sentença ou fala, empregando o famigerado "na verdade"; ou, ainda, o insofismável, por dispensável, "com certeza". Com isso, vamos criando - para não dizer desconstruindo uma língua - uma forma enviesada de falar e escrever, com emprego e colocações de palavras de maneira imprópria e/ou de gosto duvidoso. Algumas, pelo manifesto equívoco, já cairam em desuso. Quem não se lembra do "a nível de". E por aí vamos, sem que haja qualquer recriminação - até mesmo peças processuais, até pouco tempo preservadas desses "pecadilhos", se tornaram alvo de tamanha heresia gramatical - apenas esporádicas advertências, como esta do escritor baiano.

sábado, 5 de maio de 2007

APEOSP X PREVIDÊNCIA SP

Observo que a APEOSP, a par de estar acompanhando, discuntindo e impondo sugestões ao projeto da Previdência Estadual, não descarta a possibilidade de entrar em greve - como forma de exigir a sua retirada da pauta da Assembléia Legislativa. Essa estratégia da associação dos professores, tem tudo a ver com o domínio do petismo / cutismo, e nos remete à Assembléia Nacional Constituinte. Ali o PT e seus aliados, democraticamente, impuseram uma série de dispositivos - muitos generalistas e, portanto, incompatíveis como regra de balazimento do ordenamento jurídico - e batalharam pela supressão de outros - alguns fundamentais para organização racional do país - transformando a sonhada constituição democrática num emaranhado de normas impraticáveis, em geral por sua prolixidade. Estranhamente, ao final da sistematização, quando da promulgação se negaram a assinar a carta magna - sob qualquer justificativa mesquinha. Agora, mais uma vez, assistimos complacentes a mesma força política, felizmente minoritária, submeter a maioria a todo tipo de chantagem e constrangimentos, sem o necessário compromisso de ver implantada a exigida Previdência Estadual. Aliás, exigência imposta pelo governo federal, domínio petista, sob pena do Estado de São Paulo ver suspensa a remessa da sua cota de participação no fundo de tributos federais. Há que se ficar solerte com esse pessoal - de antemão, não dá para saber de suas reais intenções - as vezes caminhavam contra a razão !

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Bela oportunidade!

No momento que a Justiça Pública convoca o Instituto Educacional Piracicabano, entidade mantenedora da Unimep, a apresentar balanço de suas contas, com intuito certamente de dimensionar as suas dificuldades financeiras, seria oportuno a realização de ampla auditoria nos registros e livros contábeis da universidade.. Isso se houver interesse da sua atual administração e do IEP exibirem de vez , não só a atual situação da instituição de ensino - como também revelar as origens e, eventuais mazelas ou gestões de risco praticadas por administrações anteriores. Aliás, tempos atrás, importante periódico da nossa região, utilizou-se sabiamente desse expediente para conduzir seu destino a um porto mais seguro. No entanto, para adotar igual medida, é preciso não só dispor de coragem, mas também romper com certos pruídos e relações afetivas - inclusive familiares e religiosas - indispensáveis para buscar o desiderato almejado. Simplesmente, a verdade e a realidade dos fatos - não a versão conveniente à ocasião. Já dizia um ex-presidente da república: "...doela a quiem doela..."

sábado, 3 de fevereiro de 2007

A ventura da Unimep e sua desventura

A bem-aventurança permitiu que a Unimep alcançasse projeção nacional. Não pode negar que foi favorecida pela política educacional introduzida pelo governo militar - embora tendo, em alguns momentos, se revelado um bastião de resistência democrática. O período de bonança e ventura esgotou-se. Certamente, seus administradores mais recentes não se ativeram a essa possibilidade e se aventuraram levados pela ousadia - própria dos incautos ou imprevidentes. Agora a reconhecem como modesta universidade, embora já tenha sido grande - foi levada ao atual estágio, de quase insolvência, pelos arautos desses equívocos representados pelos salários irreais, o luxo e o fausto, produtos do compadrio e administração de alto risco. Há de convir: a hora de consultar especialistas em administração e economia foi outra - oportuno indagar se os empreendimentos ousados e aumento de gasto com pessoal tiveram a orientação desses especialistas. O momento é de recuperação - vide o caso da Varig - e não se corrige o rumo de uma instituição, mantendo privilégios e ouvindo os causadores desse infortúnio e os eventuais favorecidos pela má-gestão. Discutir o problema e buscar solução é democrático, mas transferir responsabilidade revela em acinte ao entendimento do cidadão isento - mas, certamente indignado !

sábado, 20 de janeiro de 2007

Unimep - não seria o caso de propor "recuperação judicial"?

Não obstante a coragem, denodo e capacidade gerencial / administrativa do reitor David de Barros, a cada dia ou semana, as dificuldades enfrentadas pela Unimep vão se agravando. A par das agruras oriundas de uma série de administrações mal sucedidas - razões ainda haverão de ser trazidas a público - as reiteradas decisões da Justiça do Trabalho, nem sempre voltadas para o interesse público e da preservação da instituição, vêm produzindo dificuldades intransponíveis para os combalidos cofres da universidade e da sua mantenedora. Nesse contexto, não é pertinente a manifestação irônica de Rodrigues Filho, como dirigente da organização de classe dos professores. Seria o caso de lembrar-lhe da parábola "... ao vencedor, as batatas ..." Diante da gravidade da situação, a adoção da "recuperação judicial" - se cabível, para a situação atual ou em algum outro momento mais adiante - seria uma medida a ser estudada. Aliás, até agora bem sucedida na Varig - salvo, para os empregados despedidos. O difícil será encontrar outro juiz Ayoub que abrace a sua causa - como se defendesse um patrimônio da população piracicabacana.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

A crise na UNIMEP

O editorial do JP foi feliz ao expor para discussão pública a crise administrativa da UNIMEP. Tanto a universidade, como o Instituto Piracicabano de Ensino - como entidade mantenedora - são instituições relevantes para a área da educação / ensino da cidade e região. Contudo, seria oportuno o registro, que o centenário IPE - como entidade privada - funciona há mais de cem anos, sempre prestando serviço de qualidade e sem subvenção do poder público. Então, neste momento de crise e dificuldades econômico / financeiras - que colocam em risco o seu funcionamento - há que se permitir que sua direção e a organização religiosa que a orienta - continuem a conduzí-la com as mesmas regras impostas à atividade privada. Se rigorosas e insensíveis ao interesse individual ou de grupos - havendo de respeitar sem as leis e preservar os direitos - certamente terão de acontecer, diante do interesse maior, que é a preservação da UNIMEP como instituição. O JP vem acompanhando e elencando as medidas administrativas adotadas pela atual gestão, com destaque para sua repercussão social e resistência dos atingidos, mas em nenhum momento foi lido ou ouvido alguma outra sugestão que pudesse ser adotada - neste momento - para amenizar ou solucionar a grave crise da Universidade Metodista de Piracicaba. A coragem, abnegação e disposição administrativa do reitor Davi Barros - atuando com transparência e publicidade, já que tem vindo a público justificar as medidas adotadas - há que serem respeitadas, porém discutidas e confrontadas com outras alternativas viáveis. Desde que sérias e isentas de corporativismo ou interesses menores !

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Talvez seja o momento de jogar às claras

O jogo do poder na maioria das vezes dissimula situações que passam despercebida pela maioria dos circunstantes. É público e notório - expressão muito utilizada por José Dirceu - que a Universidade Metodista de Piracicaba, assim como, o Instituto Educacional Piracicabano, como entidade mantedora, enfrentam sérias dificuldades administrativas (leia matéria publicada no Jornal de Piracicaba). Também é do conhecimento da população que a situação atual decorreu de procedimentos administrativos, alguns reconhecidamente equivocados, durante a gestão do reitor Almir de Souza Maia e do seu sucessor. Igualmente, não se pode esquecer que esse período, sucedeu a administração do Davi Ferreira Barros, que alijado da reitoria da Unimep, foi dirigir a Universidade Metodista de São Bernardo do Campo - com reconhecido sucesso. Agora, o piracicabano Davi, criado e formado pela Igreja Metodista de Piracicaba, retorna, desta vez para acumular a reitoria da universidade e a direção do IEP, como coordenador de toda área de ensino Metodista de Piracicaba. Auguramos sucesso ao novo dirigente e que sua gestão, que ora se inicia, seja profícua e consiga restabelecer a vocação educacional da Unimep e da sua mantenedora, dentro dos princípios que nortearam suas atividades por mais de um centenário. As dificuldades serão superadas, para orgulho dos piracicabanos !

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

É o que restou!

É deverás lamentável o atual momento vivido pela Unimep (leia matéria publicada no Jornal de Piracicaba) . Outros estabelecimentos de ensino superior também passam por crise semelhante. Recentemente, foi noticiado que a Universidade Tancredo Neves, em São Paulo, estava encerrando cursos comunicava o fechamento de cursos -
alunos se viam abandonados - já que seu mantenedor não encontrava meios de mantê-la funcionando. Por certo existirão inúmeros motivos que possam justificar essas dificuldades:- a perda do poder aquisitivo da classe média, passando pela má qualidade dos cursos ministrados, eliminação de subsídios e benesses governamentais, até alcançarmos as más administrações, aliadas da incompetência e irmã siamesa do corporativismo e favorecimento de grupos que se encastelaram na direção dessas organizações por décadas. Na condição de pai de dois alunos - formados pela Unimep - durante os últimos dez anos pude conviver (ou seria sofrer) diante da espoliação que nos era imposta pela direção daquela universidade. A insensibilidade de sua administração - representada pela figura execrável de seu reitor Almir de Souza Maia - nunca nos deu outra opção, senão aquela de contribuir de forma extorsiva, mas religiosa com as mensalidades. Não havia qualquer diálogo - consulta à clientela, nunca foi praticada - sendo os reajustes praticados sempre unilateralmente, sem qualquer complacência com as dificuldades enfrentadas pelos pais de seus alunos. A par disso, seu corpo diretivo e uma casta de profissionais se enraizaram de tal maneira em seus escaninhos - mais parecendo heras - minando de todas as maneiras possíveis os seus recursos. Não bastasse isso, a seu mantenedor, ainda abrigava grupos antagônicos - não diria rivais, porque convivem e praticam o mesmo credo religioso - que raramente conseguiram manter o poder hegemônico e, precisavam constantemene exibir eficiência e realizações na condução dos negócios da universidade. A postura do magnífico reitor Almir - com seus arroubos empreendedoes - ora promovendo aquisições de unidades de ensino em outras cidades e regiões do Estado, para em outros momentos anunciar, com a publicidade indispensável aos déspotas, empreendimentos nas dependências do campus Taquaral - até shopping foi ali edificado - que na maiorias das vezes se distanciavam da atividade precípua de uma instituição de ensino. Suas constantes e longas viagens - com seus áulicos - geralmente para o exterior, eram também objeto de manchetes e extensos comentários da imprensa, certamente não contribuíram para o sucesso de sua administração.Além disso, Almir nunca se mostrou propenso a se aproximar de seus alunos, mantendo-se distante - num outro patamar, de sabedoria e poder. Pelo contrário, numa postura de desprezo e indiferença com sua clientela, não se dispunha a presidir ou, simplesmente, participar das cerimônias de formatura de cursos ali ministrados. Com o andar da carruagem, mais adiante talvez não se tenha mais aquelas ocasiões festivas para comemorar. Mesmo diante das imensas dificuldades - agora reveladas - e as evidências reais da prática de gestão, no mínimo temerária, ainda encontramos as mesmas lideranças ocupando postos estratégicos e de realce no Instituto de Ensino Piracicabano. O prestígio e ascendência dessas pessoas sobre aquela instituição não mais se justifica, mesmo porque há muito abandonaram o exemplo de dedicação e amor deixados por Martha Watts, quando criou o IEP em 1881. É uma pena.

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