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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Pelo jeito, padaria não dispunha de segurança particular

O JP noticia que a padaria instalada na avenida Independência, no Bairro Higienópolis - numa esquina bastante movimentada - foi "assaltada" cinco vezes nos últimos quinze dias. Tudo indica que o dono do estabelecimento não pagava "segurança particular". Devemos estar atentos, pois situações como essa, ainda que esporádicas, ocorrendo em áreas fora do controle do Poder Público - evidente que não é o caso - podem dar ensejo à formação das famigeradas "milícias". Portanto, podemos temer que esses agrupamentos, em nosso meio, passe a ser conhecido pela expressão "segurança particular" - inclusive oferecendo serviço com alguma conotação policial.

Pelo jeito, padaria não dispunha de segurança particular

O JP noticia que a padaria instalada na avenida Independência, no Bairro Higienópolis - numa esquina bastante movimentada - foi "assaltada" cinco vezes nos últimos quinze dias. Tudo indica que o dono do estabelecimento não pagava "segurança particular". Devemos estar atentos, pois situações como essa, ainda que esporádicas, ocorrendo em áreas fora do controle do Poder Público - evidente que não é o caso - podem dar ensejo à formação das famigeradas "milícias". Portanto, podemos temer que esses agrupamentos, em nosso meio, passe a ser conhecido pela expressão "segurança particular" - inclusive oferecendo serviço com alguma conotação policial.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Com status de sede regional, Piracicaba está apta a sediar novo presídio

Manifestações contrárias à construção de presídio são comuns e vêm acontecendo praticamente em todos os cantos do Estado de Estado São Paulo. Antes, já havíamos assistido esse mesmo tipo de resistência, quando da instalação da unidade da antiga-Febem, hoje Fundação Casa - ao que parece totalmente superada pela excelência do serviço atualmente prestado à criança e ao adolescente da cidade e região. Por outro lado, suponho que os líderes desse movimento devem admitir, por certo já comemoraram, comemorar, que o município de Piracicaba - graças à atuação de suas forças políticas e de gestores comprometidos com seus interesses - passou a ocupar nos últimos anos lugar de destaque como sede regional de importantes órgãos vinculados à Segurança Pública. Com isso, além de expressão político-administrativa, angariou dividendos, quando passou a sediar Batalhão da Polícia Militar, equipado inclusive com escola para formação de novos policiais; Deinter, com atribuição de programar e supervisionar as atividades de Polícia Judiciária em vasta área territorial, rivalizando-se nesse aspecto com a cidade de Campinas. Com esse novo status, não se pode negar, que a Noiva da Colina ganhou respeitável aparato na área da Segurança Pública, não só pela edificação de prédios modernos, como também pela obtenção de reforço no pessoal e meios - a Polícia Científica, vide IML, é um belo exemplo. Portanto, nada mais natural que esse dispositivo policial também produza situações como essa agora vivenciada. Então, perfeitamente compreensível que o município de Piracicaba, agora contando com um gama de recursos na área da Segurança Pública; aliado à existência de boa estrutura do Poder Judiciário; uma rede hospital satisfatória e ainda dispondo de contar com área disponível distante da zona urbana, seja chamado a sedia um novo presídio. Suportar ou não esse ônus parece se tratar de uma questão de justiça, levando em conta que a cidade é pujante, dispondo de um parque industrial em expansão; seu comércio se revela dinâmico e poder usufruir dessa nova demanda e sua vocação para o ensino não será prejudicada. Por último, suponho que não pediríamos, tampouco nossos governantes cometeriam desatino dessa ordem, tamanho sacrifício - receber um presídio - para os municípios menores e sem a necessária infraestrutura, sob pena de subjugá-los a atividades consideradas subalternas - esgotando os seus escassos recursos e muitas vezes inviabilizando o seu desenvolvimento socioeconômico.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Os números não mentem

Certamente os comandados das corporações já sabiam do aumento dos índices de criminalidades na cidade, quando recentemente desenvolveram operações de grande envergadura. Evidente a disposição de criar um ambiente favorável para os números desfavoráveis. São louváveis as iniciativas realizadas e aquelas prometidas, inclusive alternando os movimentos - como aconteceu recentemente, com a Polícia Civil implementando o cumprindo de mandados de prisão e a Polícia Militar operando preventivamente - numa aparente, mas saudável competição. Também merece aplauso o engajamento da Guarda Civil Municipal - aliás antigo e desprovido de obrigação constitucional - nas atividades policiais de ponta, com excelentes resultados em pról da população, até mesmo quando descartada pelas suas concorrentes. Enfim, parafraseando o editorial do JP, merece aplauso a disposição da direção dessas corporações, mas recomenda-se não perderem o foco e responsabilidade de suas atribuições, recebendo os números, ainda que desfavoráveis, como parâmetros para melhor ordenar e orientar o seu pessoal no serviço que lhes cabe realizar - lembrando, a atividade policial, por suas peculariedades, não dispensa a continuidade.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Horários críticos

Oportuna a manifestação do vereador, de Piracicaba, José Pedro Leite da Silva sobre a existência de horários críticos, quando a população encontra dificuldades para contar com o concurso da polícia. Apenas estenderia esse pleito da população a todas as áreas da administração pública. Por exemplo, durante o horário do almoço, as pessoas encontram dificuldade de atendimento no posto de identificação da Polícia Civil. O mesmo acontece quando o administrado procura a Prefeitura Municipal para regularizar seus impostos ou simplesmente saber do andamento de um expediente - no horário do almoço, até mesmo é difícil obter informação sobre o funcionamento dos departamentos municipais. Portanto, o mau funcionamento da administração pública, não se restringe - lamentavelmente, ao serviço policial - alcança tanto as repartições federais, como a Receita e a Polícia Federal, como as dependências estaduais. Imaginem precisar do médico-legista, do perito-criminal, fiscal do ICMS ou de um agente da Sabesp e da Cetesb no horário do almoço! Ainda assim, suponho que nenhum administrador público ignora que é no horário do almoço que o trabalhador / empregado encontra tempo disponível para cuidar dos assuntos de seu interesse particular - estamos nos referindo ao bom funcionário!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Há que se lamentar

Leio que as obras da futura sede do Deinter/9 foram adiadas - evidentemente, por não ser prioridade para a atual direção da Polícia Civil. Frustra a população de Piracicaba e os integrantes da corporação na cidade. É oportuno registrar que a Polícia Civil, no âmbito do município, não ganha um novo espaço físico - acrescido ao seu patrimônio - há pelo menos 30 anos. Aliás, nas últimas décadas - por descaso ou falta de empenho de administrações passadas - perdeu a área antes ocupada pela antiga Cadeia Pública (hoje centro de ressocialização). Com isso, viu seccionado o invejável espaço, que detém há bem mais de 50 anos, na rua São José, no centro da cidade. Deverás lamentável!

sábado, 6 de outubro de 2007

HC - confunde aposentadoria com ociosidade

Outro dia, de passagem por Piracicaba - em visita regular aos médicos e ao neto Rafael - deparei com o ex-prefeito Humberto de Campos jactando-se sobre seu retorno a uma atividade pública. Agora, como dirigente da Femac. Ao elencar seus projetos, que incluía a profissionalização das costureiras, levado, certamente, pela empolgação dizia:- abandonei a ociosidade decorrente da aposentadoria e voltei à ativa! Também como aposentado, gostaria de lembrar ao ilustre professor e político, que a aposentadoria não se resume em ociosidade, tampouco eventual "não fazer nada" se elimina com um cargo público - em alguns casos, bem remunerado. Em resumo, basta realizar alguma atividade física e/ou profissional, mantendo-se intelectualmente ativo - inclusive disposto a criticar conceitos equivocados, como esse emitido pelo professor Humberto - para não se considerar ocioso. Isso no sentido pejorativo do termo, pois Dorival Caymi adotara a ociosidade como "estado de contemplação" - ressaltando o prazer de não fazer nada, como opção de vida!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Mudança no Deinter-9

Mais uma vez Piracicaba é preterida em favor de Campinas. Desta vez perde a grata revelação do delegado Kleber Altale, como diretor do Deinter-9 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior). A competente equipe montada por Altale foi desmobilizada e parte o acompanha na nova empreitada. Quiçá a nova direção do Deinter-9 consiga superar as dificuldades iniciais e leve adiante os projetos em andamento e promova outras inovações. Lembro que a implantação do Deinter-9, prestigiada pelo governador do Estado, dava mostra que Piracicaba vinha adquirindo um novo status na área da segurança pública. Assistíamos sua direção sendo prestigiada pela esfera superior da administração estadual, permitindo antever outras realizações - como novas instalações, aumento de efetivo e melhores condições de trabalho - na esfera da Polícia Civil. Agora nos resta apenas lamentar, particularmente pela descontinuidade imposta pelas mudanças intempestivas!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Deputado firma-se na região de Piracicaba

A distância acompanho a trajetória do deputado Roberto Felício. Constato que o vazio de lideranças petistas em Piracicaba, permitiu que Felício surgisse como opção eleitoral e acabou se firmando como representante da cidade e região. Evidente que sua liderança junto ao magistério paulista - foi presidente da Apeosp - contribuiu sobremaneira em suas eleições para a Assembléia Legislativa. Embora sua origem política seja o Bairro de Santana, na Capital do Estado, a imprensa tem noticiado com destaque sua participação em assuntos de interesse da região de Piracicaba. Ao que parece, enquanto isso, as novas lideranças petistas - patente o esvaziamento do partido no município - não tem conseguido emergir do marasmo instalado desde a última gestão do José Machado. Apenas uma constatação!

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Avenida Carlos Botelho - cartão postal da cidade

Felizmente, o boulevard piracicabano está sendo recuperado - agora, repaginada a avenida Carlos Botelho deverá em breve readquirir o status de outrora. Bela iniciativa do poder público, logicamente haverá de contar com a participação da iniciativa privada e colaboração da comunidade. Fruto da invenção do urbanismo moderno, a avenida Carlos Botelho foi projetada para atender uma plêiade de cidadãos e suas famílias cultivadores do bem viver. As suas amplas pistas de rolamentos, com canteiro central florida onde se destacam as palmeiras, trazia em suas margens belas e confortáveis residências. O desenvolvimento trouxe os estabelecimentos bancários e uma rede expressiva de comércio - onde, os bons restaurantes foram se instalando e dando um novo significado ao local. Infelizmente, por um longo período, teve sua utilização desvirtuada pela presença maciça de frequentadores - de todas as espécies. Evidente que sua estrutura, dimensões e peculariedades não permitiam aquela situação - lamentavelmente, suas principais qualidades (organização, tranquilidade, sofisticação e principalmente a paz) sofreram solução de continuidade. Muitas famílias abandonaram seus imóveis, por não suportarem o vandalismo que ali imperou. Certo período, ainda no serviço público, cheguei a intervir - promovendo atuações do policiamento preventivo especializado e repressivo - inclusive sugerindo que seus freqüentadores, a maioria jovens, utilizassem as alamedas da rua do Porto como "point", mas a idéia e nem o trabalho policial prosperaram. Regozijo com a iniciativa e auguro que prospere, restabelecendo a boa qualidade de vida e o brilho do principal boulevar piracicabano - belo cartão postal da cidade.

sábado, 26 de maio de 2007

Centro de Ressocialização - Teria sido um equívoco?!

Leio a notícia sobre a desativação do Centro de Ressocialização com a sensação de filme já assistido e oportunidade para uma revisão da história - através da revitalização de área central da cidade.

Desde o seu projeto inicial - a então direção da Polícia Civil sempre resistiu à idéia - representado pela cessão do espaço da antiga Cadeia Pública para a APAC (?) o assunto gerou polêmica. O sonho da população moradora da adjacência da rua São José e rua do Rosário sempre foi de assistir a remoção dos presos do centro da cidade. Foi uma vitória - de Pirro - da comunidade piracicabana, que por décadas viveu em sobressalto diante das constantes fugas e reiteradas rebeliões ali vividas.

Registre-me que o patrimônio, por décadas, pertenceu à Polícia Civil e compunha seu único e valioso acervo patrimonial e, diante da desativação da cadeia, naturalmente destinava-se a permitir o agrupamento no mesmo espaço físico dos principais serviços - plantão policial, delegacia de trânsito, posto de identificação, perícias técnicas e atividades administrativas - que a corporação vem prestando ao longo do tempo a esta comunidade.

Infelizmente, os dirigentes mais recentes preferiram quedar-se inertes, assistindo passivamente o patrimônio da Polícia Civil ser, irracionalmente seccionado, para cessão do prédio e terreno da antiga cadeia para utilização da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). Irresignada, talvez sem entender bem o que passava, os moradores da privilegiada área do centro da cidade, assistiram novamente a ocupação do imóvel por considerável número de presos já condenados e sem condições objetivas para sua ressocialização, como demonstra a medida ora adotada.

A notícia poderia merecer gáudio, pela disposição de mais uma vez retirar os presos daquele recinto, mas a expectativa desvanece diante da promessa de reagrupar no local sentenciadas do sexo feminino, com o objetivo de ressocializá-las. Outro equívoco e ao bom administrador não é recomendável reiterar na adoção de medida improdutiva. Evidente que o espaço é exíguo, não permitindo desenvolver com a amplitude recomendada a aplicação da laborterapia - através do trabalho, estudo, profissionalização, esporte e lazer - aos reeducandos.

Por outro lado, a Polícia Civil de Piracicaba atualmente vem ocupando significante espaço na administração estadual. Sua direção vem sendo prestigiada pelo Governo do Estado - recentemente o governador José Serra compareceu à cerimônia de instalação do DEINTER. Órgão que restabeleceu à cidade de Piracicaba a condição de lider - sede administrativa - de extensa região do interior do Estado de São Paulo, no âmbito da Polícia Judiciária.

Com isso, não se pode deixar de invocar, por oportuna, real e justa, a possibilidade da Polícia Civil pleitear a restituição do imóvel, que lhe pertenceu por direito e a racionalidade recomenda a sua retomada, com objetivo de tornar realidade o projeto de dispor de sede-própria.

Agora, cabe à Prefeitura Municipal e Câmara dos Vereadores encamparem a iniciativa, adotando politicamente a idéia de forma a corrigir esse equívoco histórico. Primeiro, destinando outra área para a SAP, mais apropriada para desenvolver sua relevante atividade comunitária, através da ressocialização de sentenciados. E, ao mesmo tempo reconhecer o direito da Polícia Civil, como instituição centenária, readquirir o merecido status - dispondo de instalações próprias e condizentes - para melhor servir a população piracicabana.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Bela oportunidade!

No momento que a Justiça Pública convoca o Instituto Educacional Piracicabano, entidade mantenedora da Unimep, a apresentar balanço de suas contas, com intuito certamente de dimensionar as suas dificuldades financeiras, seria oportuno a realização de ampla auditoria nos registros e livros contábeis da universidade.. Isso se houver interesse da sua atual administração e do IEP exibirem de vez , não só a atual situação da instituição de ensino - como também revelar as origens e, eventuais mazelas ou gestões de risco praticadas por administrações anteriores. Aliás, tempos atrás, importante periódico da nossa região, utilizou-se sabiamente desse expediente para conduzir seu destino a um porto mais seguro. No entanto, para adotar igual medida, é preciso não só dispor de coragem, mas também romper com certos pruídos e relações afetivas - inclusive familiares e religiosas - indispensáveis para buscar o desiderato almejado. Simplesmente, a verdade e a realidade dos fatos - não a versão conveniente à ocasião. Já dizia um ex-presidente da república: "...doela a quiem doela..."

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

PSDB - no caminho do 4º mandato

Há que reconhecer a qualidade e eficiência da atual gestão municipal piracicabana. O editorial Finanças Públicas (JP-3/2) dá bem a dimensão do grau de eficiência da equipe formada pelo Prefeito Municipal. Além de bom gestor, ainda se revela um político sagaz. Consegue aliar o equilíbrio das contas públicas com a realização de inúmeras obras voltadas para o interesse e bem estar da comunidade. Demonstra ser bom administrador. Certamente, a sua passagem por outras administrações municipais e experiência acumulada em outras esferas da administração pública lhe forneceram subsídios para conduzir - com critério e eficiência - os destinos do município. Mas foi no campo político que demonstrou toda sua capacidade de liderança, aglutinação de forças - em geral conflitantes - aparando arestas e induzindo todos na busca de um objetivo comum. Quem o observava à distância, apenas o via como um quatro técnico eficiente, mas acabou surpreendendo com sua disposição de fazer e realizar política em alto nível. Ao que parece nem mesmo o envolvimento de outro piracicabano no episódio do "sanguessuga" - quando tentaram aproximá-lo do escândalo - ofuscou ou empanou o brilho da sua atuação à frente da Prefeitura Municipal de Piracicaba. Agora, na reta final do seu mandato, a sua corrente política mais uma vez age com grandeza, quando se aglutina para eleição do atual Presidente da Câmara dos Vereadores - político de matiz e perfil diferente que o seu - cuja coragem e história de vida o recomendam. Com isso, além de se firmar no rol de políticos piracicabanos de boa cepa, ainda abre a porteira para o 4º mandato do PSDB - em duas décadas - à frente da Prefeitura Municipal de Piracicaba. Sem descartar a benção do Mendes Thame. Alguém duvida ?

sábado, 3 de fevereiro de 2007

A ventura da Unimep e sua desventura

A bem-aventurança permitiu que a Unimep alcançasse projeção nacional. Não pode negar que foi favorecida pela política educacional introduzida pelo governo militar - embora tendo, em alguns momentos, se revelado um bastião de resistência democrática. O período de bonança e ventura esgotou-se. Certamente, seus administradores mais recentes não se ativeram a essa possibilidade e se aventuraram levados pela ousadia - própria dos incautos ou imprevidentes. Agora a reconhecem como modesta universidade, embora já tenha sido grande - foi levada ao atual estágio, de quase insolvência, pelos arautos desses equívocos representados pelos salários irreais, o luxo e o fausto, produtos do compadrio e administração de alto risco. Há de convir: a hora de consultar especialistas em administração e economia foi outra - oportuno indagar se os empreendimentos ousados e aumento de gasto com pessoal tiveram a orientação desses especialistas. O momento é de recuperação - vide o caso da Varig - e não se corrige o rumo de uma instituição, mantendo privilégios e ouvindo os causadores desse infortúnio e os eventuais favorecidos pela má-gestão. Discutir o problema e buscar solução é democrático, mas transferir responsabilidade revela em acinte ao entendimento do cidadão isento - mas, certamente indignado !

Festival Elis Regina - bela iniciativa

Mesmo não tendo readquirido sua antiga denominação - FM - MUNICIPAL - por singelo e muito mais significativo, não se pode deixar de aplaudir a iniciativa, elaboração e apresentação do Festival Elias Regina. Mais do que homenagear a inesquecível cantora gaúcha, a direção da Rádio Municipal - porque é da municipalidade, que lhe dá maior amplitude, enquanto a educação restringe o seu significado - resgata sua tradição de transmitir o que há de melhor na música popular brasileira.Por mais de uma década a FM - MUNICIPAL - fez parte do meu cotidiano. Apenas lamento não podê-la sintonizar no dia-a-dia em razão da distância, mas quando me aproximo de Piracicaba, em visita ao meu neto Rafael Belluco Cerqueira, de 8 anos - que já aprecia Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e outros - logo busco a companhia do som inconfundível da FM - Educativa.

sábado, 20 de janeiro de 2007

Unimep - não seria o caso de propor "recuperação judicial"?

Não obstante a coragem, denodo e capacidade gerencial / administrativa do reitor David de Barros, a cada dia ou semana, as dificuldades enfrentadas pela Unimep vão se agravando. A par das agruras oriundas de uma série de administrações mal sucedidas - razões ainda haverão de ser trazidas a público - as reiteradas decisões da Justiça do Trabalho, nem sempre voltadas para o interesse público e da preservação da instituição, vêm produzindo dificuldades intransponíveis para os combalidos cofres da universidade e da sua mantenedora. Nesse contexto, não é pertinente a manifestação irônica de Rodrigues Filho, como dirigente da organização de classe dos professores. Seria o caso de lembrar-lhe da parábola "... ao vencedor, as batatas ..." Diante da gravidade da situação, a adoção da "recuperação judicial" - se cabível, para a situação atual ou em algum outro momento mais adiante - seria uma medida a ser estudada. Aliás, até agora bem sucedida na Varig - salvo, para os empregados despedidos. O difícil será encontrar outro juiz Ayoub que abrace a sua causa - como se defendesse um patrimônio da população piracicabacana.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

É lamentável . . .

Há que se lamentar a notícia, hoje estampada em todos os jornais do Estado, dando conta da malversação de finalidade do Centro de Ressocialização de Piracicaba. Certamente, como se tornou praxe nos dias atuais, dirão:- outras unidades também foram mal administradas ou, simplesmente, algumas pessoas incorreram em erros. Não cabe apenas lamentar, que para instalação do centro de ressocialização - da rua São José - a área então pertencente ao patrimônio da Polícia Civil ter sido segmentada. Há que se indignar ! Qualquer outro projeto mais amplo, com vista a abrigar os inúmeros serviços prestados pela corporação, tornou-se inviável. Enquanto isso, assistimos impassíveis a instalação de um presídio no centro da cidade - foi na contramão da contrapartida para construção do CDP no município. É questão de justiça reconhecer que delegado Sérgio Augusto Bastos, então seccional, resistiu bravamente a essa transferência. Durante sua gestão foi inviabilizada, diante dos interesses da Polícia Civil e da sociedade piracicabana. O mesmo comportamento não encontramos nos dirigentes que o sucederam - quer os regionais, como os seccionais. Como inevitável, o imóvel acabou caindo em mãos - pelo visto - descompromissadas com a Segurança Pública. Curioso é ainda registrar, que nas duas últimas décadas a Polícia Civil, ao invés de incorporar imóvel ao seu patrimônio como era de se esperar, face o aumento da demanda pelos seus serviços, acabou assistindo a desmobilização de parte do seu acervo. É deverás lamentável !

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