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domingo, 24 de agosto de 2008

Sem possibilidade de liberdade, atletas cubanos não brilharam

Desta feita a delegação cubana não brilhou - particularmente no boxe, sem nenhum ouro. O rigor do controle estatal chinês, frustrando qualquer possibilidade de deserção, deve ter contribuído para o desempenho pífio - também mostra que o exemplo dos boxedores devolvidos pelo Brasil não foi esquecido. Em contrapartida, o governo cubano deve estar comemorando a ausência de deserção na sua delegação - por certo, seus dirigentes a tomarão como demonstração de apreço ao regime vigente naquele país. Enquanto isso, o Comitê Olímpico Brasileiro comemora a supremacia sobre Cuba - depois de 4 ou 5 Olimpíadas superamos a Ilha em número de medalhas conquistadas, ainda que se igualem as 15 obtidas nos Jogos de Atlanta, em 1996.

sábado, 9 de agosto de 2008

China não inventou tudo

Criativa, espetacular e inusitada a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. Demonstrando nacionalismo arraigado, os organizadores procuraram dar ênfase às realizações do povo chinês, destacando suas iniciativas e invenções - história milenar e de invejável expressão cultural. Agora, a China poderá integrar ao seu rico acervo a organização e realização dos Jogos Olímpicos de 2008. Resta esperar que o faça, reconhecendo que foi uma criação do Ocidente, iniciativa da antiga civilização helênica e recuperada nos tempos modernos pela Grécia, através da preservação dos valores do seu povo, também rico em tradições milenares. Por certo, o mundo saberá resistir e não haverá de se render irresignadamente ao poderio chinês!

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