domingo, 10 de setembro de 2006

VEÍCULOS RECOLHIDOS NÃO DEVEM SER PROBLEMA !

Reportagens veículadas nos últimos dias dão conta que o poder público encontra dificuldades para retirar de circulação e manter recolhidos veículos encontrados em estado de abandono, retirados de circulação e apreendidos pela fiscalização, em razão de documentação irregular, em mau estado de manutenção, produto de crimes e envolvidos em acidentes de trânsito. As autoridades responsáveis, justificam a ausência de ficalização mais rigoroza - nas ruas e estradas - alegando que o alto custo e falta de espaço disponível para recolha e manutenção dos veículos em condições mínimas de segurança, dificultam e até mesmo inviabilizam um trabalho mais eficiente e de forma continuada. Enquanto isso, 30 a 40 % da frota circulante apresenta graves irregularidades, que passam pelo não pagamento do imposto, seguro obrigatório e multas, uso de combustíveis alternativos e má conservação de pneus e equipamentos de segurança. As dificuldades elencadas pelo poder público, poderiam ser facilmente superadas, desde que a prestação do serviço fosse oferecida para o particular. Não se trata de atividade própria e muito menos exclusiva do poder público, não havendo empecilho legal ou óbice de qualquer natureza para transferi-la para a pessoa física ou jurídica, na forma de concessão. O serviço de guarda e vigilância dos veículos apreendidos, por suas características exigem espaço físico, instalações e vigilância, além da organização e responsabilidade do concessionário. Se realizaria na esfera municipal, através de licitações públicas, particular se habilitaria a prestar o serviço, não só em melhores condições, como também pelo preço mais barato ofertado. Além disso, em cidades maiores, poderia ser habilitado mais de um prestador de serviço, com áreas próprias e até mesmo exigindo espaço coberto para recolha de determinado tipo de veículo, como motocicletas e automóveis. Uma vez estabelecida a competição a qualidade do serviço oferecido e o preço cobrado pela estadia se desenvolveria pela livre escolha pelo usuário - dono do veículo apreendido. Em contrapartida pelo preço cobrado, o prestador de serviço se responsabilizaria pela vigilância e cuidados com o bem sob sua guarda, sendo obrigado a promover o ressarcimento em caso de furto, roubo e avarias decorrentes da negligência na guarda e cuidados com o veículo apreendido. Cabendo ao poder concedente aplicar as sanções pelo descumprimento das regras estabelecidas. Algumas cidades do interior já experimentam esse tipo de prestação do serviço pelo particular. Os resultados poderiam ser melhores, desde que houvesse regras mais claras para escolha do prestador do serviço; preço cobrado razoável e acompanhamento, mediante fiscalização rotineira. Assim, o poder público tornaria a ineficiência de um serviço, prestado atualmente de maneira precária, em uma nova atividade - digna e rendosa - para o particular que se propusesse a exercê-la com responsabilidade e com regras claras.

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

Lulla absolve Collor !

Acabamos de assistir manifestação pública do ex-presidente Fernando Collor de Mello apoiando a reeleição do presidente Luiz Ignácio Lulla da Silva. Considerando que Luiz Ignácio defende seus parceiros, irmãos, capitão do time e companheiros petistas, dos "erros praticados" (nelogismo para definir crimes), afirmando que ainda estão sendo investigados e que devemos aguardar manifestação do ministério público e depois o julgamento da justiça. Depois então poderemos acusá-los, já que a presunção de inocência de regra constitucional. Considerando que Fernando Collor de Mello, depois de destituido da presidência de república (assim como os altos próceres petistas o foram dos ministérios) foi investigado, acusado pelo ministério público (pero no mucho) e julgado pela justiça, que reconheceu a inépcia das denúncias - portanto, literalmente inocentado. Com esse entendimento, Lulla absolve o ex-presidente Collor - que tanto combateu e denunciou !

BIODIESEL - A VERDADE NÃO É BEM ESSA !

O Jornal de Piracicaba, edição de 07/09, estampa em manchete que o pequeno município de Charqueada, dentro de dois anos, estará produzindo 345 milhões de litros de biodiesel. Praticamente, atenderá 1/3 da demanda nacional do produto.

Para não usar outra expressão mais contundente, poderia apenas contestar a notícia dizendo ser ela "exagerada". Quando na realidade soa de forma falaciosa, por atentar contra o boa-fé do consumidor, diante de sua conotação de "propaganda enganosa".

É sabido que a região de Piracicaba, como pioneira mantém posição privilegiada na cadeia produtiva do álcool - utilizado, em suas versões hidratado e anidro, como combustível e aditivo da gasolina consumida no país e também exportado.

É bom lembrar, para alcançar esse estágio foram décadas de pesquisas, investimentos, frustações e dedicação ao negócio. Foi preciso vencer momentos de crises no setor. Enfretaram o desestímulo governamental, desvirtuamento de finalidade dos financiamentos, investimentos mal programados e até mesmo a perda de crebilidade, principalmente pela falta de competitividade do produto ou redirecionamento da produção para o açucar.

Entre as perdas e ganhos, a cana de açúcar acabou prevalecendo e, definitavemente, passou a ocupar parcela significativa da área agricultável da região piracicabana (?). Seu parque industrial, ainda que mais enxuto, auferiu ganhos de eficiência e produtividade - tanto na área de produção de equipamentos sucroalcooleiros, como na moagem da cana e beneficiamento dos seus produtos finais.

Havemos de reconhecer, para se chegar ao estágio atual, percorreram-se décadas e gerações se revesaram na busca desse ideal. Muitos desistiram e quedaram-se à beira do caminho. Apenas alguns - diríamos poucos - alcançaram o atual estágio do setor, prestigiado e garantido como opção energética, agora usufruem do sucesso e, consequëntemente, dos altos lucros advindos da persistência e continuidade do empreeendimento.

Agora, como num passe de mágica, surge o biodiesel. A priori não se pode descartar e muito menos inviabilizar a iniciativa, por sua importância enquanto opção futura na busca de nova matriz energética, já que os estudiosos prenunciam o esgotamento das reservas de petróleo em nosso planeta. Mas, até o momento não há como empolgar-se com essa proposta, diante das dificuldades para sua implantação com viabilidade econômica.

O Governo Federal o apregoa como bandeira ideológica, não só como redenção para nossa dependência externa - vide gás da Bolívia - na área da energia, chegando a cometer manifesto disparate quando o anúncia como "petróleo verde" que vai atender, futuramente, as necessidades energéticas do mundo.

O mesmo exagero comete o Jornal de Piracicba quando repercurte - em destaque - a versão que o município de Charqueada, dentro de dois anos, produzirá 345 milhos de litros de biodiesel, suficiente para atender 1/3 (um terço) da demanda nacional do produto. Salvo engano, o mesmo Governo Federal sugere a adição de até 5% de biodiesel, a curto prazo, no óleo combustível atualmente consumido pela frota de caminhões brasileiros.

Para decepção dos incautos, cabe registrar que estudos preliminares revelaram que seria necessária uma área agricultável bem superior àquela, atualmente, utilizada pela cana de açúcar para o plantio de oleaginosas destinadas à produção de biodiesel, exclusivamente, para atender a demanda incialmente aventada.

Por fim, cabe alertar que o BNDES, como órgão de fomento do Governo Federal, vem oferecendo subsídios para instalação de plantas industriais voltadas para a produção do biodisel - quiçá não estejamos assistimos ao revival do Proalcool, onde apadrinhados políticos e, oportunistas de ocasião, foram favorecidos e acabaram sucumbindo em situações nebulosas !

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Seleção - mais uma vez, vitrine e exposição de mercadorias !

A cada mudança de técnico, a situação se repete. Com a justificativa de renovação no selecionado brasileiro, uma leva de novos jogadores são convocados, a título de observação. Em outras oportunidades, principalmente depois de uma campanha desastrosa na copa do mundo, já assistimos esse filme. O caso emblemático - além de outros, é claro ! - figurou o atleta "Doriva". Com todo respeito, tratava-se de um jogadorzinho medíocre - como tantos que vimos despontar para depois sucumbirem no ostracismo - foi convocado pelo Zagalo para a Copa de 98. Integrante do cast do nebuloso empresário uruguaio/brasileiro/espanhol Juan Figger, logo depois, altamente valorizado, tinha seu passe vendido para um clube europeu - logicamente, passando pelo Rosário Central para fins fiscais. Agora, mais uma vez deparamos com uma situação parecida. O técnico "Dunga" - gostaria de utilizar o seu nome civil, mas . . . - lança mão de um sem número de atletas - Daniel Carvalho, Elano, Wagner (2), Fábio, "Cearense" e outros - que atuam nos recantos mais longínquos, em times sem qualquer expressão, como a atender interesse outros - que não os da seleção brasileira - mesmo porque, dificilmente, vingarão como atletas de ponta por não disporem de técnica e, em muitos casos nem mesmo de idade, para ocuparem lugar de destaque em nosso selecionado. Parece-nos que essa atitude, não só do técnico e da sua comissão técnica, mas da cúpula da CBF e atende interesses inconfessáveis - certamente, empresários e mananger representando esses atletas auferirão altos lucros, mais uma vez . . . ! Alguns já falam em buscar time de maior expressão. Sugiro essa pauta para as seções de esporte dos jornais e revistas - a quem interessam essas convocações e a quem pertencem os atletas convocados ? Quando for para valer, os atletas consagrados serão convocados para integrarem a seleção brasileira. Raramente, o Brasil !

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Fenaban - tem garantia da justiça e, principalmente, da polícia !

Através dos jornais é possível acompanhar a démarch das negociações salariais envolvendo os bancários e a direção da Fenaban. Por motivos outros, até mesmo os empregados dos bancos oficiais (BB, CEF e Banco do Nordeste), estão sendo representados pelos sindicato dos bancários, quando do oferecimento das reivindicações da categoria. A direção da Fenaban - ao que parece sem qualquer justificativa, diante dos altos lucros obtidos pelos bancos - de plano descartou a possibilidade sequer estudar a proposta apresentada pelos empregados. A data base para o dissídio salarial da categoria se aproxima e a Fenaban não demonstra disposição para o diálogo - quiçá apresentará sua proposta! Qualquer mobilização dos bancários para fazer frente a essa intransigência dos banqueiros tem se mostrado infrutífera. Em geral há pouca ou inexpressiva adesão. E, quando mobilizados, a justiça pública tem oferecido garantias legais para o funcionamento das agências bancárias e, as polícias estaduais, tem demonstrado inusitada eficiência para dar cumprimento à ordem judicial. Assistimos bancários sendo afastados das portas das agências bancárias, agredidos e até mesmo presos quando resistem à ordem do poder público. Curioso, essa mesma presteza e eficiência as polícias estaduais - muito menos a Polícia Federal - não revelam quando o assunto diz respeito a invasão e ocupação de terras particulares e prédios públicos, por movimentos clandestinos, bem quistos, por sinal aliados do governo federal. Mesmo havendo ordem judicial para sua desocupação e, conseqüente prisão, dos irresignados com a medida emanada do poder judiciário!

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Fiesp e PT - comunhão possível !

É evidente, por manifesta, a simpatia do empresário Paulo Skaff, presidente na Fiesp, ao candidato Luiz Ignácio. Essas manifestações de simpatia da direção da Fiesp à reeleição do presidente petista, apenas reforçam uma suspeita antiga. Paulo Skaff está apenas retribuindo o apoio que recebeu - por ocasião de sua eleição. A alta cúpula petista, incluindo aí os ministros que cairam em desgraça, envolveu-se diretamente no resultado das eleições da Fiesp. A derrota de Cláudio Vaz, como representante da continuidade administrativa de Horácio Laffer Piva, significava sobrepor-se à elite paulista, representada pela legenda PSDB. Agora, Paulo Skaff mesmo sem embocadura ou fervor ideológico para defender o governo petista, ainda assim revela sua gratidão ao presidente / candidato e se engaja na campanha da reeleição, levando consigo a estrutura administrativa da Fiesp.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Técnico de futebol, mas pode chamar de charlatão !

A vitória do Brasil sobre a Argentina, como uma boa demonstração da performance do treinador "Dunga" à frente da seleção brasileira de futebol, apenas reforça minha tese. Diferentemente de outros esportes coletivos, como o basquete e volei - até mesmo o futebol de salão - o futebol não exige talento, brilho e maiores conhecimentos do expert que se apresenta como "treinador de futebol". Defendo que ao contrário do campo de futebol, as dimensões das quadras onde se praticam esses esportes, são reduzidas e, por conseguinte, dificultam a movimentação dos 5 ou 6 jogadores - de cada equipe - que se defrontam. Com isso, a ocupação de cada espaço, quer na evolução defensiva, como na armação e desenrolar das ações ofensivas, exige uma sincronia, não só harmônica, como de alternâncias milimétricas na ocupação dos espaços, sempre com movimentos sincronizados, de tal forma a surpreender o adversários com diferentes jogadas. Já o futebol, com a imensidão do espaço gramado, onde 10 jogadores - em cada equipe - (já que os goleiros permanecem, praticamente, estáticos) dispõem de grandes espaços para desenvolverem as jogadas. Talvez essa disponibilidade de espaço, não só torna o futebol um esporte - na maioria do tempo - moroso e enfadonho, como também não exige grandes locubrações, com fórmulas criativas na maneira de dispor e atuar dentro das quatro linhas. Pela tradição, a distribuição dos jogadores em campo, oferece poucas opções de variação na ocupação dos espaços. Ao mesmo tempo, os poucos técnicos - referidos, como estudiosos - não conseguem impor novas formulações táticas ou não teriam eles disposição e - quiçá inteligência suficiente para criá-las. Recentemente, um ex-jogador tentou fazer uma digressão sobre a evolução dos sistemas táticos introduzidos e praticados por nossas equipes. Lembro que falou do WM e suas variações. Passou pelo "carrocel holandes" e depois, parece que caiu na mesmice do 4 x 4 x 2 do Vicente Feola e suas alterações para o 4 x 3 x 3 do Minelli. e por aí se resumiu. Não se vislumbra nada mais sério no futebol. O empirismo prevalece, como reduto dos charlatões. Não existem escolas, muito menos professores disponíveis suficientemente preparados para tornar o futebol objeto de estudo técnico-científico, como ocorre com outros esportes coletivos, de forma a torná-lo de melhor qualidade, mais interessante de ser assistido e ocupando racionalmente toda amplitude do espaço reservado para sua prática. Enquanto isso, observamos a mediocridade imperar nessa área pródiga de recursos humanos e financeiros !
(Jornal Debate - 10/09/2006)

sábado, 2 de setembro de 2006

O filho do "seu" Enzo Mainardi !

Traz do pai a capacidade de síntese, própria dos bons publicitários. Mensagens curtas, objetivas e certeiras - diria, pontiagudas . . . ! Certamente, evoluiu ao trazer essas qualidades - e, alguns defeitos - para uma causa mais justa. Não vende nada. Apenas oferece a oportunidade do povo brasileiro não se iludir com promessas vãs - mercadorias de má qualidade - e vá ao encontro de sua liberdade. Liberdade de escolha, é lógico !

Tudo combinado . . . !

É um abuso ! Afronta à inteligência do cidadão ! Enfim, favorecimento descarado ao candidato à reeleição. As revistas Época, Istoé e Carta Capital, desta semana, em uníssono, trazem em suas capas a fotografia do presidente / candidato Luiz Ignácio. É muita coincidência para não acreditarmos que tudo foi adredemente preparado e combinado - quiçá remunerado ! Será que o TSE vai tomar providência? Se precisar de provocação, sirva esta como representação.

O LIMIAR DA PERCEPÇÃO

Acabei tendo contato mais próximo com a expressão "limiar da percepção" em decorrência dos últimos exames médicos que realizei. O resultado do exame de glicemia revelava alta taxa de açúcar no sangue. Aproximando-se dos números que indicam intolerância à glicose.

Primeiro, foi o meu filho - o mesmo que sugeriu esta caminhada - (agora os exames chegam pela internet) e, depois, logicamente, o doutor Baroni, médico jovem, atencioso e capacitado profissionalmente, que já havia me recomendado substituir os biscoitos recheados e outras guloseimas, por uma fruta, especialmente uva, mas ...

Ao reduzir o consumo de açúcar - substituido por adoçante - acabei me surpreendendo ao perceber a intensidade de doçura dos alimentos, quando voltava a experimentá-los.

Aí veio a explicação da engenharia de alimentos, mais precisamente da área de "análise sensorial", a diminuição do uso de açucar aguça a nossa percepção.

Ocorre o mesmo, quando somos expostos a situações de extrema falsidade, onde as "mentiras", "dissimulações", "desonestidades", "falcatruas" e a prática de "corrupção" nos são apresentadas - não como condutas reprováveis - mas forma de ser do "jeitinho brasileiro" ou condutas aceitáveis e dissiminadas em nossa sociedade.

Essa comparação apenas sugere que nos despertemos dessa letargia em que vivemos - meio que anestesiados por essa aura de irrealismo - e adotemos uma atitude, como possibilidade real, de alterarmos essa falsa realidade instalada em nosso país e darmos uma nova direção para nossas vidas e/ou nossos destinos - como nação e país soberano - a partir do limiar da percepção da realidade atual.

Assim como acontece com o estudante, quando encontra dificuldade para entender o significado de uma palavra a determinado assunto, para dirimir nossas eventuais dúvidas sobre o tema - que serviu como título - vamos buscar explicação no dicionário da língua portuguesa.

Limiar !
Derivação: sentido figurado.
o primeiro momento; começo, início
Rubrica: medicina.
intensidade mínima para que um estímulo produza um resposta

Percepção !
substantivo feminino
ato ou efeito de perceber
faculdade de apreender por meio dos sentidos ou da mente
Diacronismo: obsoleto.
percepção interna (p. opos. à percepção através dos sentidos);
consciência
função ou efeito mental de representação dos objetos; sensação, senso
Uso: formal.
consciência (de alguma coisa ou pessoa), impressão ou intuição, esp. moral
Ex.: minha p. deste candidato induz-me a não votar nele (n.destaque)

in verbis:- Dicionário Houaiss - da Língua Portuguesa

Sem embargo de outras ponderações, nossa percepção se revela envolvida por interferências do meio, dos nossos sentidos e, principalmente, da nossa manifestação de vontade em observar e compreender a situação que nos apresenta a realidade, com a disposição de alterá-la. No plano político, vivenciamos situações indesejáveis e, pudemos perceber, que as mudanças nem sempre ocorrem para melhorar as nossas vidas e o nosso país, mas sempre é possível modificá-las.

Evidente a semelhança do exemplo e sua comparação com a atual quadra da vida nacional. O momento é histórico e, por demais importante, para não ser entendido e, por conseguinte desprezado, como a caminhar ao encontro do nosso limiar de percepção político-eleitoral.

Este é o momento !

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